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A inscrição “''Intellectus est praemium fidei''”, gravada em ''intaglio'' na arquitrave da fachada, sintetiza de forma emblemática o espírito agostiniano que inspira o oratório. A expressão latina, que pode ser traduzida como “O entendimento é o prêmio da fé”, remete à concepção desenvolvida por Santo Agostinho segundo a qual fé e razão não se opõem, mas se ordenam harmonicamente: a fé inaugura o caminho, e o intelecto, iluminado por ela, alcança compreensão mais profunda da verdade. A escolha dessa divisa para a Capela de Santo Agostinho de Hipona confere ao edifício significado que ultrapassa o âmbito estritamente devocional, afirmando uma visão segundo a qual a vida espiritual, a reflexão jurídica e o exercício da autoridade devem estar enraizados numa busca contínua de sentido e discernimento. Assim, a inscrição não atua apenas como elemento ornamental, mas como programa simbólico que integra espiritualidade, pensamento e responsabilidade institucional no interior do Domus de Altavilla. | A inscrição “''Intellectus est praemium fidei''”, gravada em ''intaglio'' na arquitrave da fachada, sintetiza de forma emblemática o espírito agostiniano que inspira o oratório. A expressão latina, que pode ser traduzida como “O entendimento é o prêmio da fé”, remete à concepção desenvolvida por Santo Agostinho segundo a qual fé e razão não se opõem, mas se ordenam harmonicamente: a fé inaugura o caminho, e o intelecto, iluminado por ela, alcança compreensão mais profunda da verdade. A escolha dessa divisa para a Capela de Santo Agostinho de Hipona confere ao edifício significado que ultrapassa o âmbito estritamente devocional, afirmando uma visão segundo a qual a vida espiritual, a reflexão jurídica e o exercício da autoridade devem estar enraizados numa busca contínua de sentido e discernimento. Assim, a inscrição não atua apenas como elemento ornamental, mas como programa simbólico que integra espiritualidade, pensamento e responsabilidade institucional no interior do Domus de Altavilla. | ||
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| + | ==O Tratado de Pedra Alta (2026)== | ||
| + | Em 27 de fevereiro de 2026, o Condado de Pedra Alta foi palco da '''Celebração de Ação de Graças pelo Tratado de Pedra Alta''', instrumento de reconhecimento e amizade firmado entre o [[Reino do Manso]] e o [[Reino do Chipre]], sob a égide da Casa Real de Penalver e Gualda. | ||
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| + | A cerimônia realizou-se na Capela de Santo Agostinho de Hipona, anexa ao Domus de Altavilla, assumindo caráter simultaneamente diplomático, religioso e simbólico. O ato marcou o reconhecimento mútuo entre as duas entidades e consolidou vínculo formal de respeito, consideração e cooperação no âmbito do micromundo. A celebração foi presidida por Sua Beatitude e Alteza Cristianíssima [[Dom Antônio I]], Regente do Chipre, que, em homilia solene, destacou os valores evangélicos da reconciliação e do perdão como fundamentos espirituais do pacto firmado. Em sua alocução, sublinhou que tratados duradouros não se sustentam apenas por formalidades jurídicas, mas por confiança recíproca, amizade sincera e propósito comum. | ||
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| + | O evento contou com a presença de Sua Majestade [[Marina]] I, Monarca do Reino do Manso, do Conde de Pedra Alta enquanto anfitrião institucional, além de autoridades diplomáticas e representantes da comunidade manseana. | ||
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| + | Durante a Celebração de Ação de Graças pelo Tratado de Pedra Alta, foi entoada a solene Prece de Dedicação da Capela, rito que conferiu densidade espiritual ao ato diplomático realizado na Capela de Santo Agostinho. A oração invoca Deus como Santificador e Guia da Igreja, reconhecendo o templo como casa de oração, mesa do sacrifício e lugar de instrução pela Palavra e pelos sacramentos. Ao descrever a Igreja como vinha eleita, templo edificado com pedras vivas e cidade luminosa no alto do monte, o texto associa o espaço físico a uma realidade espiritual mais elevada, reafirmando que a autoridade e os vínculos entre nações devem estar enraizados na graça, na reconciliação e na busca da verdade. | ||
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| + | Ao suplicar que naquele lugar os pobres encontrem misericórdia, os oprimidos verdadeira liberdade e todos redescubram a dignidade de filhos de Deus, a prece ultrapassa o plano estritamente litúrgico e projeta implicações éticas e comunitárias. Assim, a dedicação da Capela não apenas consagrou o edifício, mas integrou o Tratado de Pedra Alta a uma moldura espiritual, na qual fé, justiça e fraternidade se apresentam como fundamentos duradouros da amizade entre o Manso e o Chipre. | ||
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| + | No plano simbólico, a escolha do Domus de Altavilla como local do ato diplomático reafirmou o papel do Condado de Pedra Alta como espaço de elevação institucional, diálogo e articulação entre espiritualidade, direito e representação política. O Tratado de Pedra Alta passou, assim, a integrar a memória diplomática do Reino do Manso como marco inaugural de reconhecimento formal com o Reino do Chipre, projetando o Condado como ''locus'' de celebrações de alta relevância protocolares. | ||
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Edição das 00h01min de 28 de fevereiro de 2026
| Condado de Pedra Alta | ||||
| Lema Firme na Lei, Leal ao Reino. | ||||
| Capital | Domus de Altavilla | |||
|---|---|---|---|---|
| Língua Oficial | Português | |||
| Religião Oficial | Católico Romano | |||
| Gentílico | Altapedrino(a) | |||
| Tipo de Governo | Condado | |||
| - Conde | Victor Zanini | |||
| Fundação | 15 de maio de 2025 | |||
| População | 1 (censo 2025/1 do Reino do Manso) - não foram contados cidadãos inativos e estrangeiros habituais | |||
| Moeda | Pilão Manseano | |||
| Time zone | BRT (UTC−3) | |||
| Território integrante do Reino do Manso | ||||
O Condado de Pedra Alta é um título nobiliárquico e unidade feudal integrante do Reino do Manso, situado no âmbito territorial do Ducado de Porto Liberdade. Instituído no contexto da organização aristocrática e administrativa manseana, o condado representa uma das circunscrições nobiliárquicas vinculadas à estrutura constitucional do reino.
O título foi oficialmente atribuído por meio do Decreto de Concessão Nobiliárquica n.º 23/25, datado de 15 de maio de 2025, ato soberano que conferiu a dignidade condal a Sua Excelência, Victor Zanini, jurista, professor e constitucionalista. A concessão insere-se na tradição institucional do Reino do Manso de reconhecimento de serviços relevantes prestados à ordem jurídica, à cultura política e à consolidação de suas bases normativas.
Enquanto feudo, Pedra Alta possui natureza eminentemente simbólica e representativa, conforme a prática micronacional manseana, sendo concebido como espaço de identidade, memória e projeção institucional. Sua designação evoca a ideia de elevação, tanto geográfica quanto moral e intelectual, alinhando-se à tradição humanista e jurídica associada ao seu titular.
No plano hierárquico, o Condado de Pedra Alta integra o Ducado de Porto Liberdade, ao qual se vincula administrativa e protocolarmente, observando as disposições constitucionais e a organização territorial vigente no Reino do Manso. A estrutura feudal manseana, de caráter honorífico e institucional, compõe-se de ducados, condados, viscondados e baronias, articulados sob a égide da monarquia constitucional parlamentarista que rege o Estado.
A sede do condado é o Domus de Altavilla, residência condal e espaço de representação institucional, cuja arquitetura e denominação refletem os valores de tradição, ordem e elevação associados à dignidade condal.
O Condado de Pedra Alta constitui, assim, expressão da cultura nobiliárquica contemporânea do Reino do Manso, combinando herança simbólica, formalismo jurídico e identidade territorial no contexto de sua organização micronacional.
O Domus de Altavilla
O Domus de Altavilla constitui a residência oficial e sede institucional do Conde de Pedra Alta, situada no âmbito territorial do condado, no Ducado de Porto Liberdade. Concebido como espaço de representação, memória e exercício simbólico da dignidade condal, o edifício cumpre função simultaneamente residencial, cultural e protocolar dentro da estrutura nobiliárquica do Reino do Manso.
A denominação Domus, de origem latina, remete à tradição romana da casa senhorial enquanto núcleo de autoridade moral, intelectual e familiar. Diferentemente de “palácio”, que enfatiza a monumentalidade e a função pública, domus evoca a ideia de casa enquanto instituição, centro de continuidade e fundamento da ordem. A escolha do nome Altavilla preserva, em forma erudita, a noção de “vila elevada”, associando-se simbolicamente ao próprio topônimo Pedra Alta e à ideia de elevação intelectual e jurídica vinculada ao titular do condado.
Arquitetonicamente, o Domus de Altavilla apresenta características clássicas e coloniais, com arcadas simétricas, pátio central ajardinado e torre de destaque vertical, elementos que sugerem equilíbrio formal, racionalidade e centralidade. O conjunto arquitetônico simboliza valores caros à tradição constitucionalista: ordem, proporcionalidade e harmonia entre autoridade e medida.
No plano institucional, o Domus de Altavilla funciona como espaço de encontros protocolares, reflexões acadêmicas e manifestações culturais associadas ao Condado de Pedra Alta. Sua configuração reforça a dimensão humanista da dignidade condal, integrando residência privada e locus de representação pública em consonância com o espírito da monarquia constitucional manseana.
Mais do que simples edificação, o Domus de Altavilla representa a materialização simbólica do Condado de Pedra Alta: um centro de elevação, saber e prudência, no qual se conjugam tradição aristocrática e vocação jurídica.
A Capela de Santo Agostinho de Hipona
A Capela de Santo Agostinho de Hipona é o oratório privado situado na lateral do Domus de Altavilla, destinado à oração, contemplação e recolhimento espiritual. O espaço é dedicado a Santo Agostinho de Hipona, Doutor da Igreja Católica e um dos mais influentes pensadores do cristianismo latino.
A invocação agostiniana possui dimensão não apenas devocional, mas também simbólica e intelectual. A obra e o pensamento de Santo Agostinho exerceram profunda influência na formação da tradição jurídica e política do Ocidente, especialmente na reflexão sobre justiça, lei, ordem e a relação entre autoridade temporal e fundamento moral. Tal associação dialoga com a identidade institucional do Condado de Pedra Alta e com a formação jurídica de seu titular.
Integrada ao conjunto arquitetônico do Domus de Altavilla, a capela constitui espaço de interioridade no interior da residência condal, equilibrando a função representativa da Casa com sua dimensão espiritual. Dessa forma, reafirma-se a compreensão de que o exercício da autoridade, ainda que simbólica, deve estar orientado por princípios de prudência, consciência e busca da verdade.
A inscrição “Intellectus est praemium fidei”, gravada em intaglio na arquitrave da fachada, sintetiza de forma emblemática o espírito agostiniano que inspira o oratório. A expressão latina, que pode ser traduzida como “O entendimento é o prêmio da fé”, remete à concepção desenvolvida por Santo Agostinho segundo a qual fé e razão não se opõem, mas se ordenam harmonicamente: a fé inaugura o caminho, e o intelecto, iluminado por ela, alcança compreensão mais profunda da verdade. A escolha dessa divisa para a Capela de Santo Agostinho de Hipona confere ao edifício significado que ultrapassa o âmbito estritamente devocional, afirmando uma visão segundo a qual a vida espiritual, a reflexão jurídica e o exercício da autoridade devem estar enraizados numa busca contínua de sentido e discernimento. Assim, a inscrição não atua apenas como elemento ornamental, mas como programa simbólico que integra espiritualidade, pensamento e responsabilidade institucional no interior do Domus de Altavilla.
O Tratado de Pedra Alta (2026)
Em 27 de fevereiro de 2026, o Condado de Pedra Alta foi palco da Celebração de Ação de Graças pelo Tratado de Pedra Alta, instrumento de reconhecimento e amizade firmado entre o Reino do Manso e o Reino do Chipre, sob a égide da Casa Real de Penalver e Gualda.
A cerimônia realizou-se na Capela de Santo Agostinho de Hipona, anexa ao Domus de Altavilla, assumindo caráter simultaneamente diplomático, religioso e simbólico. O ato marcou o reconhecimento mútuo entre as duas entidades e consolidou vínculo formal de respeito, consideração e cooperação no âmbito do micromundo. A celebração foi presidida por Sua Beatitude e Alteza Cristianíssima Dom Antônio I, Regente do Chipre, que, em homilia solene, destacou os valores evangélicos da reconciliação e do perdão como fundamentos espirituais do pacto firmado. Em sua alocução, sublinhou que tratados duradouros não se sustentam apenas por formalidades jurídicas, mas por confiança recíproca, amizade sincera e propósito comum.
O evento contou com a presença de Sua Majestade Marina I, Monarca do Reino do Manso, do Conde de Pedra Alta enquanto anfitrião institucional, além de autoridades diplomáticas e representantes da comunidade manseana.
Durante a Celebração de Ação de Graças pelo Tratado de Pedra Alta, foi entoada a solene Prece de Dedicação da Capela, rito que conferiu densidade espiritual ao ato diplomático realizado na Capela de Santo Agostinho. A oração invoca Deus como Santificador e Guia da Igreja, reconhecendo o templo como casa de oração, mesa do sacrifício e lugar de instrução pela Palavra e pelos sacramentos. Ao descrever a Igreja como vinha eleita, templo edificado com pedras vivas e cidade luminosa no alto do monte, o texto associa o espaço físico a uma realidade espiritual mais elevada, reafirmando que a autoridade e os vínculos entre nações devem estar enraizados na graça, na reconciliação e na busca da verdade.
Ao suplicar que naquele lugar os pobres encontrem misericórdia, os oprimidos verdadeira liberdade e todos redescubram a dignidade de filhos de Deus, a prece ultrapassa o plano estritamente litúrgico e projeta implicações éticas e comunitárias. Assim, a dedicação da Capela não apenas consagrou o edifício, mas integrou o Tratado de Pedra Alta a uma moldura espiritual, na qual fé, justiça e fraternidade se apresentam como fundamentos duradouros da amizade entre o Manso e o Chipre.
No plano simbólico, a escolha do Domus de Altavilla como local do ato diplomático reafirmou o papel do Condado de Pedra Alta como espaço de elevação institucional, diálogo e articulação entre espiritualidade, direito e representação política. O Tratado de Pedra Alta passou, assim, a integrar a memória diplomática do Reino do Manso como marco inaugural de reconhecimento formal com o Reino do Chipre, projetando o Condado como locus de celebrações de alta relevância protocolares.
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