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As raízes da fundação da União Sinética remontam à elaboração do Manifesto Sinético, documento redigido por [[Henrique Severo|Henrique I de Solraak]] e [[Felipe Oliveira|Felipe I de Kanindé]] durante a crise institucional no parlamento solraqui e a crise política em Kanindé. Ambos os cenários foram marcados por forte inatividade governamental e pelo crescimento de movimentos internos que defendiam princípios democráticos e progressistas. O manifesto, atualmente em processo de expansão textual , estabeleceu as bases ideológicas e estruturais para a transição dos regimes monárquicos para um sistema republicano.
 
As raízes da fundação da União Sinética remontam à elaboração do Manifesto Sinético, documento redigido por [[Henrique Severo|Henrique I de Solraak]] e [[Felipe Oliveira|Felipe I de Kanindé]] durante a crise institucional no parlamento solraqui e a crise política em Kanindé. Ambos os cenários foram marcados por forte inatividade governamental e pelo crescimento de movimentos internos que defendiam princípios democráticos e progressistas. O manifesto, atualmente em processo de expansão textual , estabeleceu as bases ideológicas e estruturais para a transição dos regimes monárquicos para um sistema republicano.
  
Em 5 de março de 2025, às 9h00, o Império de Solraak foi oficialmente dissolvido, dando lugar à República Sinética de Sudóvia. No mesmo instante, a bandeira de Kanindé foi hasteada pela última vez em seu território, simbolizando sua dissolução, sendo substituída pela bandeira da República Sinética de Telávia.
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Em 5 de março de 2025, às 9h00, o Império de Solraak foi oficialmente dissolvido, dando lugar à [[República Soberana Sinética de Sudóvia]]. No mesmo instante, a bandeira de Kanindé foi hasteada pela última vez em seu território, simbolizando sua dissolução, sendo substituída pela bandeira da [[República Soberana Sinética de Telávia]].
  
 
Cerca de uma hora depois, ambas as novas repúblicas ratificaram o Tratado das Duas Estrelas, que unificou Sudóvia e Telávia, formalizando a criação da União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin).
 
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No início de 2025, conversações internas entre Felipe e Henrique sobre os sistemas políticos de ambas as micronações inspiraram a criação de uma nova ideologia micronacional, pensada especificamente para atender às necessidades e limitações do contexto micronacional. Após diversas discussões e alinhamentos conceituais, foi elaborado o esboço do Manifesto Sinético, documento que se tornaria o pilar ideológico da futura União Sinética e que permanece em constante aprimoramento.
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Esse manifesto foi um dos principais norteadores da formação da União Sinética, servindo de fundamento para a transição do regime monarquista vigente em Kanindé e Solraak para um modelo republicano, e, posteriormente, para a consolidação da união federal entre as duas repúblicas que sucederam Kanindé e Solraak. A nova ideologia defendia o afastamento de propostas e modelos políticos macronacionais, argumentando a “impossibilidade de atingir tais objetivos dentro de um contexto micronacional”. O Manifesto Sinético propõe o Sineticismo como uma ideologia voltada para a construção de um Estado forte, ordenado e eficiente, moldado às limitações e possibilidades da estrutura micronacional, rejeitando modelos macronacionais complexos ou utópicos, priorizando uma organização pragmática e militarizada, com ênfase em segurança, disciplina e coesão social.
 
Esse manifesto foi um dos principais norteadores da formação da União Sinética, servindo de fundamento para a transição do regime monarquista vigente em Kanindé e Solraak para um modelo republicano, e, posteriormente, para a consolidação da união federal entre as duas repúblicas que sucederam Kanindé e Solraak. A nova ideologia defendia o afastamento de propostas e modelos políticos macronacionais, argumentando a “impossibilidade de atingir tais objetivos dentro de um contexto micronacional”. O Manifesto Sinético propõe o Sineticismo como uma ideologia voltada para a construção de um Estado forte, ordenado e eficiente, moldado às limitações e possibilidades da estrutura micronacional, rejeitando modelos macronacionais complexos ou utópicos, priorizando uma organização pragmática e militarizada, com ênfase em segurança, disciplina e coesão social.
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A União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin) é uma federação militarizada composta por duas repúblicas constituintes: Sudóvia, cuja capital, Cidade de Sudóvia, funciona como capital executiva da União; e Telávia, que tem na Cidade de Telávia a capital legislativa da federação.
 
A União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin) é uma federação militarizada composta por duas repúblicas constituintes: Sudóvia, cuja capital, Cidade de Sudóvia, funciona como capital executiva da União; e Telávia, que tem na Cidade de Telávia a capital legislativa da federação.
  

Edição das 18h51min de 9 de dezembro de 2025

União das Repúblicas Soberanas Sinéticas
Unitato de Sur'Republikoj Sinéčikaj

Bandeira URSSin Anverso.pngBrasão Final URSSin.png

Hino
Hino Estatal da União Sinética
Capital Sudovia (executiva)
Telávia (legislativa)
Maior Cidade Sudovia
Língua Oficial Português
Religião Oficial Estado Laico
Nome Curto União Sinética
Gentílico Sinético(a)
Tipo de Governo República federal militarista semipresidencialista
- Generalíssimo Presidente Henrique Severo
- Generalíssimo Primeiro-Ministro Felipe Oliveira
Legislatura Supremo Sinétion da União Sinética
- Type - Unicameral
Fundação 5 de Março de 2025
Animal nacional Carcará


A União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin)[1], comumente chamada de União Sinética[2], é uma micronação formada pela união de Telávia e Sudóvia, anteriormente conhecidas como Reino de Kanindé e Império de Solraak, respectivamente. Estrutura-se como uma federação composta por repúblicas soberanas, entre as quais Sudóvia é a maior e mais populosa.

A União Sinética é um Estado de partido único, governado pelo Partido Sinético da União Sinética (PSUS), configurando-se como a principal, e única, micronação de caráter sinético existente. O país possui duas capitais: Sudóvia, a maior cidade e sede do poder executivo, localizada no macroterritório brasileiro entre os estados de São Paulo e Minas Gerais; e Telávia, a segunda maior cidade e capital legislativa, situada no macroterritório brasileiro no Estado do Ceará.

As raízes da fundação da União Sinética remontam à elaboração do Manifesto Sinético, documento redigido por Henrique I de Solraak e Felipe I de Kanindé durante a crise institucional no parlamento solraqui e a crise política em Kanindé. Ambos os cenários foram marcados por forte inatividade governamental e pelo crescimento de movimentos internos que defendiam princípios democráticos e progressistas. O manifesto, atualmente em processo de expansão textual , estabeleceu as bases ideológicas e estruturais para a transição dos regimes monárquicos para um sistema republicano.

Em 5 de março de 2025, às 9h00, o Império de Solraak foi oficialmente dissolvido, dando lugar à República Soberana Sinética de Sudóvia. No mesmo instante, a bandeira de Kanindé foi hasteada pela última vez em seu território, simbolizando sua dissolução, sendo substituída pela bandeira da República Soberana Sinética de Telávia.

Cerca de uma hora depois, ambas as novas repúblicas ratificaram o Tratado das Duas Estrelas, que unificou Sudóvia e Telávia, formalizando a criação da União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin).

Etimologia

A palavra sinética tem sua raiz etimológica no grego e significa reunir elementos diferentes, aparentemente sem relação entre si.

História

Anteriormente à União

Em 25 de setembro de 2022, Kanindé foi fundada como o Reino de Kanindé, sob o governo de Felipe Oliveira. Poucos meses depois, em 18 de março de 2023, foi fundado o Império de Solraak. Desde o primeiro contato oficial entre as duas micronações, ocorrido em 18 de junho de 2023 por iniciativa do Império de Solraak, estabeleceram-se fortes laços diplomáticos, e as casas reais de ambos os países desenvolveram uma relação de amizade próxima.

Essas relações permaneceram sólidas mesmo durante as crises políticas que afetaram Kanindé, período no qual Solraak ofereceu apoio ativo para ajudar na sua estabilização. Após a crise política kanindeense de 2024 e a subsequente reorganização da monarquia local, o rei Felipe Oliveira recebeu uma proposta do então imperador Henrique Severo para integrar Kanindé ao império como uma província autônoma. Diante dos vínculos já consolidados entre as micronações, a proposta foi prontamente aceita. A integração de Kanindé, formalizada em 9 de julho de 2024. Após o processo, Felipe Oliveira foi nomeado primeiro-ministro e príncipe de Caere no Império de Solraak.

Formação da união

No início de 2025, conversações internas entre Felipe e Henrique sobre os sistemas políticos de ambas as micronações inspiraram a criação de uma nova ideologia micronacional, pensada especificamente para atender às necessidades e limitações do contexto micronacional. Após diversas discussões e alinhamentos conceituais, foi elaborado o esboço do Manifesto Sinético, documento que se tornaria o pilar ideológico da futura União Sinética e que permanece em constante aprimoramento.

Decreto de dissolução de Solraak e Kanindé.

Esse manifesto foi um dos principais norteadores da formação da União Sinética, servindo de fundamento para a transição do regime monarquista vigente em Kanindé e Solraak para um modelo republicano, e, posteriormente, para a consolidação da união federal entre as duas repúblicas que sucederam Kanindé e Solraak. A nova ideologia defendia o afastamento de propostas e modelos políticos macronacionais, argumentando a “impossibilidade de atingir tais objetivos dentro de um contexto micronacional”. O Manifesto Sinético propõe o Sineticismo como uma ideologia voltada para a construção de um Estado forte, ordenado e eficiente, moldado às limitações e possibilidades da estrutura micronacional, rejeitando modelos macronacionais complexos ou utópicos, priorizando uma organização pragmática e militarizada, com ênfase em segurança, disciplina e coesão social.

Com o Manifesto como guia político e filosófico, ainda que em processo de expansão, a União das Repúblicas Soberanas Sinéticas foi formalmente constituída, e sua constituição foi publicada oficialmente no site legislativo em 5 de março de 2025.

Geografia

Solraak está localizada na macronação Brasil, no estado de São Paulo, na fronteira com Minas Gerais. Apresenta um clima temperado, com temperatura média anual de 17 °C e precipitação anual de 1.400 mm. O terreno é rico em biodiversidade, apresentando a fauna da Mata Atlântica, com algumas áreas em transição para o cerrado. Sua altitude média é de 850 m acima do nível do mar, proporcionando um ecossistema diversificado que suporta florestas exuberantes e campos abertos. Em contraste, Kanindé está localizada no estado do Ceará, Brasil, e experimenta um clima tropical com uma estação seca significativa. A temperatura média varia de 24 °C a 33 °C, com extremos ocasionais entre 21 °C e 37 °C. Esta região enfrenta secas frequentes, o que exigiu a construção de um reservatório de água para gerenciar os recursos hídricos e garantir a sobrevivência durante os períodos de seca. A topografia de Kanindé é marcada pelo reservatório de água, que fica como o ponto mais alto da Área Libertada, com a Bandeira Kanindeense orgulhosamente tremulando em seu mastro. Apesar dos climas e geografias contrastantes, ambas as regiões compartilham um compromisso com a unidade, disciplina e eficiência. A rica biodiversidade e o posicionamento estratégico de Solraak oferecem uma base sólida, enquanto a adaptabilidade de Kanindé contribui para uma estrutura robusta e militarizada focada na estabilidade, segurança e no crescimento contínuo da União sob os princípios do Sineticismo.

Organização política e administrativa

Estrutura da União

Capa da Constituição da URSSin.

A União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin) é uma federação militarizada composta por duas repúblicas constituintes: Sudóvia, cuja capital, Cidade de Sudóvia, funciona como capital executiva da União; e Telávia, que tem na Cidade de Telávia a capital legislativa da federação.

O sistema político da URSSin é definido como um republicanismo progressista, com ênfase oficial na participação democrática e na preservação da diversidade cultural entre as repúblicas.

A autoridade é centralizada em quatro instituições principais: o Generalíssimo Presidente da União, que serve como Chefe de Estado e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas; o Primeiro-Ministro, que atua como Chefe de Governo, supervisionando a administração interna e a execução de políticas; o Supremo Sinétion, o mais alto órgão legislativo, composto exclusivamente por membros do Partido Sinético; e o Conselho de Generais da União, um órgão consultivo estratégico responsável pela segurança nacional, assuntos militares e o equilíbrio de poder dentro do estado. Essa estrutura garante a supremacia da doutrina Sinética, mantendo ao mesmo tempo uma disciplina militar rigorosa e governança centralizada.

Poderes do estado

A estrutura política da União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin) é composta por três esferas principais de poder: os poderes executivo, legislativo e judiciário, todos operando sob a supremacia do Partido Sinético. O poder executivo é exercido pelo Generalíssimo Presidente da União, que atua como Comandante-em-Chefe das Forças Armadas e o líder supremo do Partido Sinético, supervisionando a defesa nacional e a política externa. O Primeiro-Ministro, como Chefe de Governo, é responsável pela administração interna e pela execução das políticas do estado, presidindo os assuntos governamentais e garantindo a estabilidade nacional. O poder legislativo é investido no Supremo Sinétion, a mais alta autoridade legislativa, composta exclusivamente por membros do Partido Sinético, que elaboram e promulgam leis de acordo com a doutrina Sinética. O poder judicial é exercido pelos Tribunais Militares da União, com o Supremo Tribunal Militar servindo como a mais alta autoridade legal, garantindo a aplicação da justiça dentro da estrutura da segurança nacional e da disciplina do estado.

O Supremo Sinétion

O Supremo Sinétion é o mais alto órgão legislativo da União das Repúblicas Soberanas Sinéticas (URSSin). Ela opera de acordo com os princípios da doutrina sinética e é composta exclusivamente por oficiais militares de alta patente e membros do Partido Sinético. Como a principal autoridade legislativa, o Supremo Sinétion é responsável por elaborar, aprovar e interpretar leis, garantindo que toda a legislação esteja alinhada com os principais objetivos ideológicos e estratégicos do estado. Além disso, ele desempenha um papel crucial na supervisão da execução de políticas nacionais, mantendo a estabilidade interna e defendendo a supremacia do Partido em todos os assuntos governamentais.

Partido Sinético

O Partido Sinético é uma organização política fundada nos princípios do Sineticismo, uma ideologia micronacional desenvolvida para abordar as necessidades e limitações únicas das micronações. O partido foi formado como uma resposta direta aos desafios impostos pela adoção de ideologias macronacionais tradicionais, que muitas vezes são impraticáveis ​​dentro do contexto das micronações. O Sineticismo defende uma abordagem pragmática, militarizada e eficiente para a governança, enfatizando disciplina, ordem e segurança. A ideologia rejeita modelos macronacionais utópicos e complexos, propondo, em vez disso, uma estrutura que se concentra em objetivos alcançáveis, unidade nacional e proteção da soberania. O nome "Sineticismo" é derivado do termo "sinético", simbolizando a síntese de ideias aparentemente desconectadas em um sistema funcional e coeso. Não se preocupa com conceitos políticos grandiosos ou idealistas, mas sim com a criação de um estado realista, sustentável e eficiente.

Notas e Referências

  1. Em sudoveno: Unitato de Sur'Republikoj Sinéčikaj
  2. Em sudoveno: Unitato Sinéčika