Mudanças entre as edições de "Palácio da Liberdade (Belo Horizonte)"
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A idéia, porém, foi vetada. Abandonado nos anos 1970 pelos Governadores que preferiram trabalhar no [[Palácio dos Despachos (Belo Horizonte)|Palácio dos Despachos]], o Palácio da Liberdade voltou a ser prestigiado por Tancredo Neves que despachava de lá, assim como Eduardo Azeredo e Itamar Franco passaram também a fazer. | A idéia, porém, foi vetada. Abandonado nos anos 1970 pelos Governadores que preferiram trabalhar no [[Palácio dos Despachos (Belo Horizonte)|Palácio dos Despachos]], o Palácio da Liberdade voltou a ser prestigiado por Tancredo Neves que despachava de lá, assim como Eduardo Azeredo e Itamar Franco passaram também a fazer. | ||
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Edição atual tal como às 20h42min de 11 de agosto de 2024
| Palácio da Liberdade Palace of Liberty | |
|---|---|
| Arquivo:Palácio da Liberdade (Belo Horizonte).jpg | |
| Utilização | Local de Trabalho do Príncipe Soberano |
| Localidade | Funcionários, Centro-Sul, Belo Horizonte |
| Situação | Conservado |
O Palácio da Liberdade (em inglês: Palace of Liberty) é o local de trabalho do Príncipe Soberano e local de reunião do Conselho de Estado, frequentemente usado em cerimônias de Estado e na posse do Presidente do Conselho de Ministros.
Macro
A estrutura do prédio é constituída por três pavimentos que serviram de moradia aos Governadores de Minas Gerais e suas famílias. Teve como hóspedes os ilustres Governadores e Presidentes da República Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, assim como a presença marcante de Benedito Valadares e Milton Campos.
Por volta dos anos 1950, o Governador Juscelino Kubitschek determinou a construção de uma nova edificação, localizada no Bairro Mangabeiras, para ser a nova residência dos Governadores do Estado, o Palácio das Mangabeiras. Na década de 1960, o Governador Israel Pinheiro propôs a demolição do palácio para a construção de um moderno edifício vertical projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
A idéia, porém, foi vetada. Abandonado nos anos 1970 pelos Governadores que preferiram trabalhar no Palácio dos Despachos, o Palácio da Liberdade voltou a ser prestigiado por Tancredo Neves que despachava de lá, assim como Eduardo Azeredo e Itamar Franco passaram também a fazer.