Dom Henrique I - Patriarca De Alcântara

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Predefinição:Mais fontes-bpv Predefinição:Info/Prelado de Igreja Oriental Bartolomeu I (em grego: Βαρθολομαίος ο Α', transl. Bartholomaíos; nascido Δημήτριος Αρχοντώνης, transl. Dimítrios Archontónis) (Gökçeada, 29 de fevereiro de 1940) é um religioso grego (e um cidadão turco), o atual Patriarca Ecumênico, principal bispo da Igreja Ortodoxa de Constantinopla e primaz de honra da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, desde o ano de 1991.[1]

Marina I, ou Rainha Marina do Manso, é uma micronacionalista brasileira, fundadora do Reino do Manso em 2017 e desde então monarca. Promotora da participação feminina, da educação e do empoderamento no micronacionalismo, uma das poucas mulheres na posição de Chefe de Estado de uma micronação lusófona soberana e a primeira presidenta da Comissão Internacional do Tratado de Queluz. Marina foi a principal idealizadora da Constituição Manseana de 2020, símbolo de uma reforma profunda e democrática no reino.

Biografia

Vida pessoal

Marina nasceu em 17 de julho de 1999, no município de Cuiabá. A rainha fala português, inglês e espanhol. Marina compartilha seu posicionamento político como uma parlamentarista social democrata e demonstra grande interesse em política, filosofia, literatura e história da arte. Ela define como seus hobbies a numismática, a fotografia e o xadrez, tendo sido atleta escolar na modalidade por muitos anos. Marina é católica romana, e expressa devoção a São Benedito o Mouro e a São Francisco de Assis.

Início da vida micronacional

Marina iniciou a vida micronacional em meados de 2013, quando reinvidicou por território a totalidade do estado de Mato Grosso, no Brasil, e a pequena ilha antártica Sturge no ato de formação do Império TransAtlântico. Projeto isolado do contexto micronacional, foi abandonado no ano seguinte, contudo, nunca formalmente extinto. É possível traçar uma linearidade que aponta o Reino do Manso como Estado sucessor, apesar da origem derivatista do segundo projeto.

Reinado

Mensagem da rainha veiculada em campanha para o Dia Internacional das Mulheres, em 8 de março de 2021.
Marina fundou o Reino do Manso em 27 de outubro de 2017, onde desenvolve um papel central na politica externa e interna do reino, é também diretamente envolvida com outros projetos.

Aflita com a inatividade da Assembleia Constituinte de 2019, assumiu para sí o papel de entregar a Magna Carta ao povo do Reino do Manso, o que realizou com êxito, em maio de 2020. A rainha, tendo buscado inspiração nas Constituições da Suíça e do Japão, introduziu, no diploma legal, medidas de democracia direta, e distribuiu seus antigos poderes e responsabilidades, fatores para a dinamização populacional observada nos meses seguintes. Na condição de Chefe de Estado, foi membra fundadora da Comissão Internacional do Tratado de Queluz, organização na qual foi empossada a primeira Presidenta Pro Tempore em 14 de fevereiro de 2021, e da Organização dos Microestados Lusófonos. Também pleiteou a entrada na Organização das Micromonarquias Lusófonas, com a admissão do Reino do Manso em 22 de janeiro de 2021.

Em seu reinado, conseguiu consolidar diplomaticamente o Manso e fazer prosperar uma pequena, porém ativa e destacável comunidade feminina no reino. Muito distintamente de suas atribuições monárquicas, editava no fórum manseano um periódico irreverente, denominado O Patife, e participa das modalidades esportivas enquanto técnica do time de futebol Real Manso Lake e tutora de Baronesa Vivi, sua capivara de corrida.

Ducado de Sorocaba

Condecorada por Sua Majestade Real e Paulista Gustavo I, Marina prestou juramento em sessão extraordinária do Conselho Supremo do Reino Unido de Bauru e São Vicente em 20 de dezembro de 2020. Como primeiro ato, decretou o erguimento do Museu Histórico Sorocabano em 22 de dezembro de 2020. Além disso, estabeleceu a Orquestra Sinfônica de Sorocaba em 29 de setembro de 2021.

Títulos, estilos e condecorações

Títulos reais e tratamento

• Outubro de 2017 – atualmente: Sua Majestade Real, a Rainha do Manso.

O título real integral de Marina I lê-se: Sua Majestade Real, Marina I, Rainha Constitucional e Defensora Perpétua do Manso, Soberana da Nobilíssima Ordem de São Benedito o Mouro e Grã-Mestra da Honorífica Ordem Nobiliárquica da Rainha Marina, Protetora de Alto Pantanal, Primavera do Leste, Baixo Pantanal, Paleteada, Tropeira e Serendípia; Vice-Rainha de Mauritius, Lady de Crown Cliff e Dama da Ordem Real de Black Stone; Duquesa de Sorocaba, Baronesa de Ilha Anchieta, Grã-Cruz da Ordem do Trono de Arenito, Grã-Cruz da Ordem da Unificação Paulista e Comendadora de Grande-Colar com Palma da Ordem Insular de São Nuno Álvares Pereira; Duquesa de Al Karesh, Condessa de Corcina, Dama da Nobilíssima Ordem Real do Leão Azul, Cavaleira da Ordem de Carlos I e Membra da Ordem da União; Marquesa de Avaler, Baronesa de Gyldnellac, Comendadora Grã-Cruz da Honorável e Principesca Ordem de Henry Mompean; Condessa de Havard, Baronesa de Wannegem-Lede, Dama Dignitária da Real Ordem Karl III, Dama Grande Dignitária da Ordem da Coroa Normanda, Dama Dignitária da Nobilíssima Ordem Grã-ducal de Flandres, e Grande Dignitária da Augusta Ordem Helena de Bereia; Baronesa de Drachendal e Grã-Cruz da Ordem da Águia Negra; Baronesa de Kostenica; Grã-Cruz da Mais Leal, Católica e Excelentíssima Ordem da Pampulha; Dama Grande Cruz da Mais Nobre Ordem de Otto o Grande e Dama Grande Cruz da Mais Antiga Ordem da Cruz de Ferro; Grã-Cruz da Real Ordem da Amizade e Grande-Dama da Real Ordem da Glória; Grã-Cruz da Ordem do Mérito Navirtion; Grande Comandante da Ordem da Família Real de Purvanchal; Comendadora da Ordem de São Lucas Evangelista; Dama da Águia de Prata da Soberana Ordem Escorvanesa dos Cavaleiros de Jerusalém; Cavaleira da Companhia dos Dragões de Laurentia; Altruísta da União de Geovannia.
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