República do Amapá
| República do Amapá | ||||
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| Capital | Macapá | |||
|---|---|---|---|---|
| Língua Oficial | Português | |||
| Gentílico | Amapaense | |||
| Tipo de Governo | República Presidencialista | |||
| - Presidente | Lennon Mota | |||
| Legislatura | STJ | |||
| Fundação | 28 de Maio de 2021 | |||
| Área Total | 142 828,521 km² | |||
| Time zone | GMT -3 (Horário De Brasília) | |||
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A República do Amapá ou simplesmente Amapá, é uma micronação brasileira localizada na região norte do Brasil macro. Atualmente está ativa em seu segundo período republicano, e é membro do Congresso de Pinhais.
Índice
Fundação
A República do Amapá foi fundada em 2021 como uma micronação, idealizada a partir de pesquisas e debates sobre a criação de um Estado independente. Inicialmente, sua concepção era baseada em uma secessão simbólica da República Federativa do Brasil.
Entretanto, sua criação logo gerou tensões diplomáticas com a micronação de Vera Cruz, sediada em Rio Branco, Acre, que reivindicava todo o território da Amazônia Legal, incluindo o Amapá. Esse impasse levou a diversas negociações entre as duas partes.
Como solução proposta por Vera Cruz, o Amapá foi declarado uma Autonomia de Administração Especial Republicana, o que, à primeira vista, parecia um passo viável para sua independência. No entanto, o rei de Vera Cruz frequentemente mudava sua posição sobre o status do Amapá, restringindo sua liberdade e influenciando suas decisões políticas.
A situação se agravou quando Vera Cruz alterou a liderança do Amapá por meio de um júri próprio, o que foi visto como uma violação da soberania da micronação. Esse evento marcou o início da Segunda Luta de Libertação do Amapá, culminando na ruptura total com Vera Cruz.
Independência e Crescimento Diplomático
Após conquistar sua independência total, a República do Amapá iniciou sua consolidação como um Estado soberano dentro da comunidade micronacional. O país fortaleceu laços diplomáticos com dezenas de outras micronações, promovendo o desenvolvimento econômico, militar e legislativo.
Entre os principais avanços dessa fase, destacam-se:
• O fortalecimento da Força Aérea Amapaense;
• O desenvolvimento econômico em Porto de Santana;
• Pesquisas em tecnologia nuclear;
• A criação de um sistema jurídico inovador, que favoreceu o comércio e a administração do país.
Transição para a Monarquia
Com o tempo, a República do Amapá começou a perder influência interna, um fenômeno comum no cenário micronacional. Nesse contexto, surgiu um movimento pró-monarquia, que defendia a substituição do regime republicano pelo monárquico. Após intensos debates e confrontos internos, a monarquia foi estabelecida, transformando a república no Reino do Amapá. O novo governo foi liderado pela Dinastia Lenister.
Durante o período monárquico, o Amapá expandiu sua influência diplomática e foi um dos fundadores do Congresso de Pinhais, um importante bloco micronacional. Como consequência dessa aliança, a micronação participou da Guerra Amazônica, um conflito entre Pinhais e Vera Cruz. A vitória de Pinhais marcou o fim da influência de Vera Cruz na região, que entrou em inatividade.
Abdicação de João I e fim da monarquia
Após anos no trono, o Rei João I do Amapá decidiu abdicar, nomeando como seu sucessor o Príncipe Matheus Lenister. Matheus governou o Reino do Amapá por meio de decretos até que também decidiu abdicar, encerrando uma fase importante da história da micronação.