Mudanças entre as edições de "Conferência de Santiago"
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| − | Desde o final de 2020, após a fase de consolidação política e estrutural, a CS passou a desenvolver uma série de projetos culturais visando não apenas maior integração entre seus Estados-membros e Estados aliados, mas também a promoção do micronacionalismo além de suas fronteiras. Em 5 de agosto de 2020, a barreira micronacional foi rompida quando a Wise-Up, empresa brasileira de cursos de idiomas pertencente ao empresário bilionário [ | + | Desde o final de 2020, após a fase de consolidação política e estrutural, a CS passou a desenvolver uma série de projetos culturais visando não apenas maior integração entre seus Estados-membros e Estados aliados, mas também a promoção do micronacionalismo além de suas fronteiras. Em 5 de agosto de 2020, a barreira micronacional foi rompida quando a Wise-Up, empresa brasileira de cursos de idiomas pertencente ao empresário bilionário [https://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A1vio_Augusto_da_Silva Flávio Augusto da Silva], em parceria com o governo de [[Karnia-Ruthenia]], desenvolveu um projeto para promover a língua inglesa entre micronacionalistas latino-americanos com descontos exclusivos para cidadãos dos Estados-membros da CS. |
| − | O governo do [[Reino de Braspor]], inicialmente de forma autônoma e posteriormente em parceria com a Secretaria de Cultura da CS, realizou uma série de torneios esportivos populares que atraíram a atenção de empresas como a Grecco Materiais Desportivos, que decidiu patrocinar torneios micronacionais.<ref>Reino de Braspor. [https://braspor.webnode.com/l/1o-torneio-de-futsal-de-braspor/?fbclid=IwAR3dyqgfuJJExKKQeAPDzMka_ns25E7AMj23IQNrjmFOAGGfpsyTRRex7Xo 1º Torneio de Futsal de Braspor]. Publicado em 28 de abril de 2021. Acesso em 28 de abril de 2021.</ref> Entre 26 de abril e 1º de maio de 2021, ocorreu o 1º Torneio de Futsal de Braspor, e entre 16 de agosto e 28 de dezembro de 2022, foram realizados dois Torneios de Vôlei de Rua. | + | O governo do [[Braspor|Reino de Braspor]], inicialmente de forma autônoma e posteriormente em parceria com a Secretaria de Cultura da CS, realizou uma série de torneios esportivos populares que atraíram a atenção de empresas como a Grecco Materiais Desportivos, que decidiu patrocinar torneios micronacionais.<ref>Reino de Braspor. [https://braspor.webnode.com/l/1o-torneio-de-futsal-de-braspor/?fbclid=IwAR3dyqgfuJJExKKQeAPDzMka_ns25E7AMj23IQNrjmFOAGGfpsyTRRex7Xo 1º Torneio de Futsal de Braspor]. Publicado em 28 de abril de 2021. Acesso em 28 de abril de 2021.</ref> Entre 26 de abril e 1º de maio de 2021, ocorreu o 1º Torneio de Futsal de Braspor, e entre 16 de agosto e 28 de dezembro de 2022, foram realizados dois Torneios de Vôlei de Rua. |
O projeto cultural mais ambicioso da Conferência de Santiago até o momento, o [[Almanaque de Vetrolin]], começou a ser desenvolvido em 16 de fevereiro de 2021; consiste em um catálogo da realeza e da alta nobreza micronacional, inspirado no [[w:Almanac de Gotha|Almanac de Gotha]], que registra a realeza e a alta nobreza, mediata e imediata, de Estados soberanos do passado e do presente de amplo reconhecimento internacional (frequentemente chamados de macronações entre os micronacionalistas, em oposição às micronações). Desenvolvido por um conselho denominado Comitê de Patronagem, presidido pelo Imperador de Karnia-Ruthenia, tendo o Rei de Ebenthal como vice-presidente e os chefes de Estado das [[Maurícia|Províncias Unidas de Maurícia]], [[Villa Alicia]], [[Sildávia]] e [[Quinta Velha]], o Almanaque incluiu não apenas a nobreza e a realeza dos Estados-membros da CS, mas também de diversas outras micronações aliadas, mediante a devida autorização de seus representantes oficiais por meio de pesquisa e contato diplomático direto. Publicado oficialmente em 5 de janeiro de 2023, em versão impressa de capa dura,<ref>[https://www.youtube.com/watch?v=YuVcFUZg9Mk "Apresentação do Almanaque de Vetrolin | Presentation of the Almanach of Vetrolin", página oficial de Karnia-Ruthenia no YouTube. 13 de janeiro de 2023.]</ref> o Almanaque lista 35 casas reais e nobres de 33 micronações e é considerado pelo Comitê de Patronagem ainda uma obra incompleta, uma vez que o objetivo final é listar, se possível, todas as principais famílias tituladas do micronacionalismo mundial. | O projeto cultural mais ambicioso da Conferência de Santiago até o momento, o [[Almanaque de Vetrolin]], começou a ser desenvolvido em 16 de fevereiro de 2021; consiste em um catálogo da realeza e da alta nobreza micronacional, inspirado no [[w:Almanac de Gotha|Almanac de Gotha]], que registra a realeza e a alta nobreza, mediata e imediata, de Estados soberanos do passado e do presente de amplo reconhecimento internacional (frequentemente chamados de macronações entre os micronacionalistas, em oposição às micronações). Desenvolvido por um conselho denominado Comitê de Patronagem, presidido pelo Imperador de Karnia-Ruthenia, tendo o Rei de Ebenthal como vice-presidente e os chefes de Estado das [[Maurícia|Províncias Unidas de Maurícia]], [[Villa Alicia]], [[Sildávia]] e [[Quinta Velha]], o Almanaque incluiu não apenas a nobreza e a realeza dos Estados-membros da CS, mas também de diversas outras micronações aliadas, mediante a devida autorização de seus representantes oficiais por meio de pesquisa e contato diplomático direto. Publicado oficialmente em 5 de janeiro de 2023, em versão impressa de capa dura,<ref>[https://www.youtube.com/watch?v=YuVcFUZg9Mk "Apresentação do Almanaque de Vetrolin | Presentation of the Almanach of Vetrolin", página oficial de Karnia-Ruthenia no YouTube. 13 de janeiro de 2023.]</ref> o Almanaque lista 35 casas reais e nobres de 33 micronações e é considerado pelo Comitê de Patronagem ainda uma obra incompleta, uma vez que o objetivo final é listar, se possível, todas as principais famílias tituladas do micronacionalismo mundial. | ||
Edição das 17h25min de 3 de março de 2026
| Conferência de Santiago | |||
| Organização intermicronacional | |||
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| Tipo: Organização Supranacional | |||
| Sede Original | Santiago do Sacramento, Quinta Velha | ||
|---|---|---|---|
| Idiomas oficiais | Inglês, Português, Espanhol e Francês | ||
| Estados-membros | Predefinição:Collapsible list | ||
| Secretário Geral | Travis McHenry | ||
| – Tratado de Persenburg ratificado | 23 de março de 2020 | ||
| – Protocolo de Goetha ratificado | 30 de março de 2020 | ||
| – Fundação oficial | 7 de abril de 2020 | ||
| Moeda | Conferential Doubloon (Δ) (CSD) | ||
| Website | * Site oficial | ||
A Conferência de Santiago (Português: Conferência de Santiago; Espanhol: Conferencia de Santiago; Francês: Conférence de Santiago), também abreviada como CS, é uma organização intermicronacional e uma união supranacional cujo principal objetivo é promover as relações entre micronações secessionistas e o desenvolvimento do micronacionalismo secessionista por meio da formulação de regras, acordos e tratados, além de oferecer apoio adequado a micronacionalistas iniciantes para que possam se engajar na prática micronacional.
A CS foi fundada em 7 de abril de 2020 pelo Tratado de Santiago, por iniciativa do Rei Thomas I de Quinta Velha, como consequência direta do processo que levou à divisão do Setor Lusófono, dominado por simulacionistas, e à criação do Setor Brasileiro. Embora formalmente estabelecida pelo Tratado de Santiago, suas bases foram definidas pelo Tratado de Persenburg e seguem as definições detalhadas no Protocolo de Goetha, ambos redigidos pelo Imperador Oscar, Imperador-Rei da Kárnia-Rutênia, documentos que se tornaram requisitos para o processo de admissão à organização. Posteriormente, a Convenção de Mauritsstad, que identifica micronações que não reivindicam território geográfico como entidades soberanas análogas aos Estados secessionistas (classificadas como “virtualistas”), também passou a ser documento essencial para a admissão.
Durante seu primeiro ano e meio, a CS se autodeclarou uma organização regional e tornou-se a mais relevante organização intermicronacional da América do Sul, bem como em outros países de língua portuguesa e espanhola. Contudo, a promoção de relações intersetoriais e o reconhecimento internacional da qualidade de sua produção normativa levaram a organização a abandonar o caráter regional e assumir dimensão global. Atualmente, além da América do Sul, a CS está presente na W:América do Norte, W:Europa e W:Ásia. A organização também esteve representada na MicroCon 2022.
História
Antecedentes
Diferentemente da maior parte do mundo, desde o seu início na década de 1990, o cenário micronacional brasileiro foi amplamente dominado por projetos de nação simulacionistas e geoficcionais, enquanto as micronações secessionistas eram deixadas de lado. Durante esse período, surgiu o chamado Setor Lusófono, abrangendo micronações secessionistas, projetos simulacionistas e geoficcionais que tinham a língua portuguesa como idioma comum. Com o tempo, os simulacionistas passaram a pressionar os micronacionalistas secessionistas a abandonarem suas micronações para se juntarem a projetos geoficcionais e simulacionistas mais influentes. Isso resultou em uma cultura de predominância por parte dos simulacionistas, na qual os maiores projetos simulacionistas disputavam o controle dos rumos do micronacionalismo lusófono, especialmente no Brasil, e em certa medida obtiveram sucesso, criando o mito popular de que, para uma micronação ter êxito, o reconhecimento dos grandes simulacionistas era imprescindível, e que tal reconhecimento só viria mediante certo grau de submissão.
Devido à longa duração dessa situação, com o surgimento de novas micronações secessionistas que desejavam permanecer assim, entre o final de 2019 e o início de 2020 surgiu um profundo debate que culminou no Tratado de Persenburg, documento redigido pelo Imperador Oscar I de Karnia-Ruthenia, publicado em 12 de março de 2020, pelo qual as micronações signatárias estabeleceriam o Setor Brasileiro, um setor micronacional puramente secessionista, e comprometer-se-iam a não mais reconhecer o simulacionismo e a geoficção como micronacionalismo, deixando, portanto, de manter relações diplomáticas com entidades que seguissem essas vertentes e passando a adotar o padrão internacional micronacionalista. Embora o tratado não tenha atacado ou denunciado o simulacionismo, nem tentado cooptar adeptos entre os simulacionistas e seus aliados secessionistas, seu conteúdo e a criação de um setor secessionista separado do Setor Lusófono foram recebidos como um choque e interpretados como um ato agressivo de invalidação pelos simulacionistas, que responderam com notas oficiais de protesto e ataques formais, informais e até pessoais contra os Estados signatários e os micronacionalistas envolvidos. Pouco depois, o Protocolo de Goetha também foi publicado como diretriz sobre direito e definição micronacional.
Logo após a assinatura do Tratado de Persenburg por todos os Estados signatários originais, a Rainha Marina I de Manso buscou alterar seu conteúdo para que, mesmo estabelecendo o Setor Brasileiro, o tratado não impedisse micronações secessionistas de manter diplomacia com entidades simulacionistas. A monarca manseana apresentou sua versão emendada do tratado aos signatários originais, mas, como estes estavam firmemente de acordo que o texto original não deveria ser alterado, a proposta de Marina foi prontamente ignorada. Isso levou o Reino de Manso a retirar-se do tratado em 12 de abril de 2020. O Império de Deltaria também se retirou do tratado por outros motivos pessoais.
Fundação: Tratado de Santiago
Com o aumento dos ataques contra os signatários do Tratado de Persenburg, o Governo de Manso aderiu à II Microcon Brasileira, uma convenção reacionária estabelecida pela entidade simulacionista denominada "Império Alemão", que eventualmente evoluiria para se tornar o Grupo de Queluz, com o objetivo de discutir os recentes acontecimentos do micronacionalismo brasileiro e invalidar o Setor Brasileiro. Em resposta, o Rei Thomas I de Quinta Velha elaborou a ideia de criar uma organização intermicronacional para que os micronacionalistas secessionistas brasileiros pudessem atuar de maneira organizada e coesa diante de um oponente então muito mais influente no âmbito local. Em 7 de abril de 2020, ele apresentou aos signatários do Tratado de Persenburg, com exceção de Manso, Deltaria, Montevert e Armatia, que haviam se retirado, o Tratado de Santiago, nomeado em homenagem à capital quintavelhense de Santiago do Sacramento. O tratado estabeleceu a Conferência de Santiago e foi assinado e ratificado pela maioria de seus signatários no mesmo dia em que foi tornado público. Inicialmente, a organização não possuía uma estrutura organizacional e administrativa clara e funcionava de facto como uma democracia direta.
Assim que o tratado foi publicado, o Governo manseano, juntamente com os simulacionistas da II Microcon Brasileira e algumas outras micronações secessionistas, passou a atacar a recém-estabelecida Conferência de Santiago, seus Estados-membros e os micronacionalistas envolvidos. A Rainha Marina I de Manso acusou o tratado de ter sido "desenvolvido na escuridão, na calada da noite", reclamando que não fora convidada a assinar um tratado que ela "aceitaria". Na tentativa de resolver a disputa, o Rei Arthur II de Ebenthal, a Rainha Maria I de Sildavia e Cesar, Príncipe-Regente do Estado do Lateral, propuseram dialogar com a Rainha e outros representantes de Manso na I Cúpula Santiago-Manseana. Sem conhecimento prévio dos representantes da CS, o Rei de Bauru e São Vicente também esteve presente na reunião, juntamente com o representante de Manso. À medida que o diálogo avançava, a monarca manseana acusou os Estados-membros da Conferência de Santiago de tê-la traído ao organizarem o Tratado de Santiago sem seu conhecimento, enquanto os representantes da Conferência argumentaram que isso ocorreu porque o Governo de Manso havia se retirado do Tratado de Persenburg e do Setor Brasileiro. Na ocasião, o Ministro das Relações Exteriores de Manso exaltou-se aos gritos, assim como o Rei de Bauru, que insultou os representantes micronacionalistas da CS chamando-os de "canalhas", o que motivou o Rei de Ebenthal a deixar imediatamente a reunião, que terminou de forma inconclusiva muito tempo depois. O evento passou a ser conhecido como o Conflito Santiago-Manseano.
Reações
Imediatamente após a fundação oficial da Conferência de Santiago, a organização recebeu, em sua maioria, reações positivas, especialmente na comunidade micronacional mundial. O Grão-Duque Niels I de Flandrensis elogiou pessoalmente a postura e o objetivo final da Conferência de Santiago de promover o micronacionalismo propriamente dito, conforme oficialmente definido em dicionários, entre os setores lusófono e brasileiro; o Primeiro-Ministro Thomas Frank Falesnik do Estado do Gymnasium congratulou a organização e lançou as bases para a realização de acordos entre o Setor Brasileiro e seu nativo Setor Tcheco; Carlo, Príncipe de Nossia acolheu a organização como um ponto de virada no recente micronacionalismo sul-americano (o Principado de Nossia acabou por aderir à Conferência); o ex-Imperador Wilhelm I da Confederação Norte-Americana viu a organização como um modelo a ser seguido na América do Norte; Nicholas Randouler, Príncipe de Posaf, elogiou a Conferência por ser uma organização intermicronacional coesa e profissional; a Casa de Mithras elogiou a Conferência e, especialmente, seu sistema econômico em desenvolvimento, demonstrando interesse em participar dele. Muitos outros micronacionalistas ao redor do mundo manifestaram apoio à organização. Meses após sua fundação, a Conferência de Santiago assinou tratados com micronações, setores e organizações além-mar.
Dentro do Setor Lusófono, por outro lado, um grupo composto por simulacionistas e micronacionalistas conhecido como “Grupo de Queluz”, liderado pelo projeto simulacionista “Império Alemão” e pelo Reino de Manso, reagiu de forma negativa e agressiva à criação da organização. A Rainha Marina I de Manso, juntamente com alguns de seus ministros, atacou abertamente a Conferência, chamando-a de “imperialismo karno-ruteniano”, “sem futuro”, e ofendendo figuras como o Rei Arthur II de Ebenthal, o Rei Rafael I de Luna e o Imperador Oscar I de Karnia-Ruthenia. Ela e alguns de seus aliados buscaram recrutar micronacionalistas brasileiros desmerecendo a Conferência de Santiago e seus membros. O autoproclamado “Imperador Alemão” B. Thomas e o Stadthouder das Províncias Unidas de Mauritia, Lucas VIII, Príncipe de Woenstein, trocaram ofensas por meio de notas e mídias. O “Império Alemão” simulacionista também incentivou seu grupo a criar Estados-fantoches no núcleo do território reivindicado por Maurícia e a atacar os canais virtuais da Conferência por meio de ataques DDoS. Ambos os atos foram considerados atos terroristas de forma unânime pela Conferência de Santiago, que reagiu com uma carta aberta aos micronacionalistas do mundo. Desde então, a Conferência adotou a medida de ignorar os ataques.[1] Após alguns meses, toda a questão foi praticamente esquecida e entrou em um estado de guerra fria.
Expansão intersetorial
Apesar da crise diplomática gerada pela criação da Conferência, seus membros continuaram a atuar em comum acordo e buscaram expandir as relações, a membresia e a influência da Conferência. Nos dias seguintes, o Quinta Velha e Karnia-Ruthenia estabeleceram relações com a República da Ilha Rino,[2] uma das micronações chilenas mais antigas e bem-sucedidas, que manifestou desejo de aderir à Conferência. A CS como um todo iniciou conversas diplomáticas com a Grande República de Delvera, que também demonstrou interesse na iniciativa singular de um setor secessionista e organização coesa. Em 16 de abril de 2020, as Províncias Unidas de Maurícia também iniciaram conversas diplomáticas com membros da Conferência, resultando na confecção de um tratado diplomático de reconhecimento entre essa micronação e todos os membros da CS em 20 de abril de 2020.
Em maio de 2020, a República da Ilha Rino aderiu ao Tratado de Santiago e ingressou oficialmente na Conferência como membro internacional especial com status de observador. A adesão de Maurícia foi um pouco mais complexa porque a micronação não reivindica território geográfico; contudo, de forma semelhante ao sistema de províncias eclesiásticas da Igreja Católica, reivindica continuidade cultural sobre grande parte do nordeste brasileiro, de modo que a micronação não foi considerada simulacionista, mas tampouco era exatamente secessionista. Para esse fim, foi criada a Convenção de Mauritsstad, estabelecendo a categoria de “virtualista” para micronações que não reivindicam território físico, reconhecendo-as como entidades soberanas sob o direito internacional, de maneira análoga ao status amplamente reconhecido da Santa Sé e da Ordem de Malta, e equivalente às micronações secessionistas. O documento foi assinado e ratificado por todos os Estados-membros da CS, permitindo a adesão de Maurícia e tornando-se um documento fundamental exigido para a membresia na organização. Ao longo do ano, outras micronações como o Reino de Eminia e o Reino de Taslavia aderiram à CS. Enquanto isso, a CS desenvolveu a Campanha de Incentivo ao Micronacionalismo Secessionista, pela qual micronacionalistas mais experientes da CS orientam iniciantes, bem como estruturam micronações e posteriormente as transferem ao comando desses novos micronacionalistas, em razão da demanda por aprendizado secessionista que surgiu com a debandada de parte dos simulacionistas do Setor Lusófono para o Setor Brasileiro.
Ampliação do alcance global
Após a 6ª Cúpula da Conferência de Santiago, em dezembro de 2020, Lucas VIII, Stadthouder de Mauritia propôs ao Plenário reformar a CS em uma organização semelhante à ONU, direcionando leis e regulamentos intermicronacionais e abrindo-se à membresia global, isto é, além do modelo de união continental que seguia até então. Ele também propôs, alternativamente, a criação de uma organização inteiramente separada. As propostas mauricianas, contudo, foram recebidas com ceticismo pelo Rei Arthur II de Ebenthal, que acreditava que, como a organização era quase inteiramente formada por brasileiros e incluía diversas micronações governadas por ex-simulacionistas recentemente convertidos, portanto menos experientes no micronacionalismo secessionista, a ideia estava fadada ao fracasso, seria vista como uma organização dominada por brasileiros e que a CS se tornaria uma YAMO e potencialmente perderia sua influência sobre o Setor Brasileiro. À época, o Imperador Karno-Ruteniano e a Rainha Sildaviana concordaram com a opinião de Arthur, que prevaleceu no Plenário, levando o Stadthouder a retirar formalmente sua proposta.
Ainda assim, em 1º de janeiro de 2021, o chefe de Estado mauriciano voltou a insistir em sua proposta de reforma após uma conversa com os monarcas karno-ruteniano e ebenthalense sobre a xenofobia enfrentada por falantes não nativos de inglês, especialmente por latinos, no Setor Anglófono. O Rei Arthur mais uma vez se opôs à ideia e, apoiado pelo Imperador Oscar I de Karnia-Ruthenia, tentou dissuadir o Stadthouder de Maurícia de entrar em uma “querela sem sentido” sobre uma questão já amplamente rejeitada. O imbróglio escalou para um grande incidente diplomático entre os governos do Reino de Ebenthal e das Províncias Unidas de Maurícia, levando o Stadthouder Lucas VIII a retirar-se do Plenário por tempo indeterminado e a nomear seu Ministro das Relações Exteriores para representá-lo. Após alguns meses, contudo, a situação arrefeceu, o Stadthouder retomou sua posição, normalizando as relações ebenthalenses-mauricianas e aliviando os membros da CS da pressão diplomática.
Após a Cúpula Radiator da ASAM de 2021, na qual a Conferência de Santiago foi representada pelo Rei de Ebenthal em reunião com Vishwan Kandenwal, então Presidente da Associação de Micronações do Sul da Ásia (ASAM), e Jack Dean, então Presidente da Grande Micronação Unificada (GUM), as relações entre a Conferência e a ASAM foram fortalecidas, culminando no estabelecimento do Protocolo de Quinta Velha entre as duas organizações intermicronacionais.[3] Membros da ASAM, liderados por Vishwamitra, também eram esperados para assinar as convenções de Mauritsstad e Fruchemburg, sendo que esta última já havia sido assinada por Vishwamitra. Em abril de 2021, a Conferência foi contatada por Vincent I, Príncipe Soberano de Hélianthis, representante da MicroFrancofonia, a mais proeminente organização intermicronacional de língua francesa, que pretendia desenvolver relações adicionais com a Conferência por meio da criação de tratados comuns sobre assuntos específicos, incluindo um supertratado pelo qual as micronações que o assinassem individualmente, de ambas as partes, reconhecer-se-iam mutuamente. No mesmo mês, a Rainha Carolyn I de Ladonia expressou suas simpatias e admiração pela Conferência de Santiago e seus objetivos, e teria manifestado expectativa de celebrar algum tipo de tratado com a organização relacionado à promoção da segurança ambiental. O tratado, contudo, nunca se concretizou.
Reforma e expansão adicional
No final de julho de 2021, a Rainha Maria I de Sildavia convocou o Plenário da Conferência de Santiago para uma reunião formal, e a 8ª Cúpula da Conferência de Santiago foi realizada em 1º de agosto de 2021. Na reunião, os representantes dos Estados-membros decidiram criar um Estatuto da Conferência de Santiago, formalizando as funções das secretarias anteriormente estabelecidas por Decreto Executivo e criando o cargo de Secretário-Geral da Conferência de Santiago para atuar como chefe administrativo da organização e seu principal representante; até então, a organização era administrada no âmbito de uma democracia direta. Dois temas dominaram aquela sessão plenária: a possível adoção de uma criptomoeda como moeda comum oficial, ou a transformação do Dobrão Conferencial em criptomoeda — ambas as propostas foram, ao final, rejeitadas — e a abertura política da CS a outras micronações americanas e ibero-americanas. Este último tópico, que já havia sido abordado duas vezes pela delegação de Maurícia e que frequentemente surgia em reuniões plenárias e conversas informais, teria decorrido da necessidade das micronações brasileiras, em sua maioria jovens — resultado da transição do cenário micronacional brasileiro do simulacionismo para o secessionismo — de estabelecer relações diplomáticas com micronações de origem estrangeira.
Em meio à reforma, o Sultanato de Harram e o Grão-Ducado de Mëcklewmburg-Wladir, respectivamente revivido e criado pela Campanha de Incentivo ao Micronacionalismo Secessionista, ingressaram na Conferência de Santiago. Em janeiro de 2022, quando a Secretaria-Geral passou por sua primeira transição de titulares, de Oscar von Banholt-Tottenbach-Jathernberg para Arthur van der Bruyn, a nova administração, com apoio unânime, decidiu abrir a Conferência de Santiago a candidaturas globais de membresia. A medida foi acolhida pela MicroFrancofonia e consolidou o aprofundamento das relações entre as organizações, com o Novo Graviato de Saint-Castin e o Principado de Sancratosia, ambos de origem canadense, ingressando na organização, seguidos pela entrada das Províncias Unidas de Columbia, de origem estadunidense. Em 19 de março, os governos de Sancratosia e Saint-Castin realizaram a 2ª Cúpula Presencial da Conferência de Santiago no Canadá; esta cúpula marcou a primeira vez que membros da organização se reuniram fora da América do Sul.[4] Nela também foi decidido e sancionado pelo Secretário-Geral que a Conferência de Santiago seria representada na MicroCon 2022, tornando-se a primeira vez que o encontro contou com representação sul-americana.Predefinição:Efn Posteriormente, a aliança entre a Conferência de Santiago e a MicroFrancofonia foi fortalecida com a eleição de Dominic Desaintes como Secretário-Geral da MicroFrancofonia.
Administração de Thomas
Em 12 de maio de 2022, após ter solicitado adesão, Vishwamitra, que então possuía uma extensa rede diplomática com Estados-membros da CS, foi votada pelo Plenário para ingressar na organização, tornando-se a primeira micronação fora do continente americano a aderir à CS e a primeira micronação asiática a fazê-lo. Foi também o primeiro Estado-membro a sediar uma cúpula intercontinental com membros da organização.[5][6][7]
Em 1º de julho de 2022, o Secretário-Geral Arthur van der Bruyn iniciou o processo eleitoral para seu sucessor, que culminou na eleição unânime do Rei Thomas I de Quinta Velha após deliberação entre os representantes dos Estados-membros para que o fundador da organização pudesse efetivamente tornar-se seu líder. A transição ocorreu ao término do mandato de Arthur, em 5 de julho de 2022, e a eleição de Thomas foi popularizada como um ato de aclamação. Apesar do aparente sucesso da CS e de um longo período de paz, o mandato de Thomas foi marcado por dois conflitos diplomáticos interligados. Embora iniciativas de paz inicialmente bem-sucedidas tenham sido promovidas tanto por Thomas quanto pela Rainha Marina I de Manso para encerrar o Conflito Santiago-Manseano, a querela diplomática escalou após a saída de Vishwamitra da CS em decorrência de conflitos internos e pessoais envolvendo os governos dessa micronação, Karnia-Ruthenia, Ebenthal, Sildavia, Quinta Velha, Maurícia e Snagov. A saída de Vishwamitra foi logo seguida por uma aliança temporária com Manso, cujo governo novamente mobilizou os simulacionistas brasileiros contra os Estados-membros da Conferência de Santiago e seu compromisso com o micronacionalismo secessionista. Contudo, após negociações mediadas por Shiro, Imperador de Zenrax, o confronto — que colocava Vishwamitra e Snagov de um lado e a Conferência de Santiago do outro — chegou a um desfecho pacífico, enquanto o conflito envolvendo Manso e os simulacionistas brasileiros contra a CS terminou com a monarca manseana proclamando que deixaria o micronacionalismo. A conclusão dos conflitos coincidiu com a eleição do Infante Lucas, Duque de Frag, como Secretário-Geral, refletindo diretamente a ascensão de Maurícia na CS após sua destacada atuação nos últimos dias do conflito manseano, assumindo a liderança na defesa da Conferência.
História contemporânea
O início do mandato do Duque de Frag, em 2023, supervisionou a entrada do antigo Grão-Emirado de Raphania na CS. Buscando não apenas integrar-se entre os representantes dos membros da CS, mas também contribuir para o desenvolvimento da organização com sua experiência, Charles Ross, Príncipe e Vice-Rei de Raphania desenvolveu o Fórum da Conferência de Santiago, unificando a atividade formal da organização em uma única plataforma. Pouco tempo após sua entrada, Raphania tornou-se uma colônia de Westarctica, mantendo sua autonomia diplomática. Esse evento coincidiu com uma visita diplomática de Travis I, Grão-Duque de Westarctica a Oscar I, Imperador de Karnia-Ruthenia, o que fortaleceu os laços entre Westarctica e a CS e culminou em um convite ao governo westarcticano para ingressar na organização. Em 18 de junho de 2023, a República Federal de Forestia também aderiu à CS, após meses de discussões.
Apesar do aparente sucesso diplomático do mandato de Maurícia à frente da CS, especialmente após os conflitos que marcaram o governo do monarca quintavelhense, o mandato do Duque de Frag foi caracterizado pela ausência de facto do Secretário-Geral, que se absteve quase totalmente dos procedimentos da organização, e por uma inatividade política generalizada. Em 5 de julho de 2023, Maria I, Rainha de Sildavia e Bordúria foi eleita a primeira mulher Secretária-Geral, sucedendo o Duque de Frag no cargo. O mandato de Maria foi marcado por dois grandes acontecimentos: a formalização das negociações de um tratado com a MicroFrancofonia, denominado Tratado de Blauberga em referência à capital marienburguense de Blauberga, onde foi assinado pela Secretária-Geral da CS, e a adesão do Grão-Ducado de Westarctica, que efetivamente triplicou o número de cidadãos sob a égide da CS. A entrada de Westarctica na CS desencadeou uma nova onda de atividades, culminando no estabelecimento de duas novas cartas, a Convenção de Mazza e a Convenção de Kanuweg. Contudo, em 2024, o Rei Bruno I da Liga Hanseática decidiu retirar-se do governo de Achsen e deixou os canais de comunicação da Conferência de Santiago.
Em meados de 2025, durante deliberações sobre uma proposta apresentada pelo Rei Arthur II de Ebenthal acerca do status de Estados-fantoches e seu potencial de distorcer o equilíbrio de votação no Plenário da Conferência ao conceder aos “Estados-mestres” um voto duplo efetivo, Lucas VIII, Príncipe de Woenstein e Stadthouder das Províncias Unidas de Maurícia, envolveu-se em uma série de comentários pessoais dirigidos ao monarca ebenthalense. A troca evoluiu para uma disputa mais ampla envolvendo os chefes de Estado e representantes de Karnia-Ruthenia, Quinta Velha e Achsen. Ainda assim, o incidente foi encerrado em uma semana, após o governo mauriciano denunciar o Tratado de Santiago e retirar-se da Conferência de Santiago. Pouco depois, o governo de Achsen confirmou a abdicação do Rei Bruno I — cidadão e nobre ex officio de Maurícia — e a ascensão de Adda I, filha do Rei Thomas I de Quinta Velha, que assumiu a regência de Achsen. Consequentemente, em conformidade com os regulamentos sobre Estados-fantoches previamente aprovados, os Estados Hanseáticos e Confederados de Achsen foram suspensos da Conferência. Esse desenvolvimento também coincidiu com a suspensão do Novo Reno do Sul, que por mais de um ano deixou de nomear representante ao Plenário da Conferência.
Estrutura
- Ver artigo principals: Secretário-Geral da Conferência de Santiago and Plenário da Conferência de Santiago
A Conferência de Santiago funciona como uma intergovernamental democracia direta. O Secretário-Geral da Conferência de Santiago é o mais alto representante da organização, e sua posição é rotativa em ordem alfabética entre os chefes de Estado efetivos dos Estados-membros por um período de seis meses. O cargo é cerimonial e não implica funções administrativas. O Plenário da Conferência de Santiago é o principal órgão administrativo da organização, formalmente composto pelos chefes de Estado dos Estados-membros, que podem optar por serem representados por outro representante devidamente nomeado. As sessões plenárias são convocadas por um Estado-membro e presididas pelo representante do Estado convocante. Nessas sessões, os representantes dos Estados-membros apresentam regulamentos, diretivas e decisões, debatem-nos e votam sua aprovação ou rejeição, sendo necessária apenas maioria simples. A votação ocorre dentro de um prazo previamente determinado, e os resultados são vinculantes. Caso um projeto seja rejeitado na sessão plenária, ele é arquivado e pode ser reapresentado após um mês.
Secretariados
- Ver artigo principal: Gabinete da Conferência de Santiago
Os Secretariados da Conferência de Santiago atuam como o principal órgão auxiliar do Plenário da Conferência de Santiago e são responsáveis por priorizar a proposição de legislações dentro de seus respectivos portfólios. Na prática, contudo, os portfólios geralmente são atribuídos como reconhecimento tácito da iniciativa dos representantes dos Estados-membros em áreas relacionadas individualmente aos respectivos portfólios. Desde 2026, os secretários podem ser nomeados por prazo indeterminado e destituídos por qualquer Estado-membro com aprovação do Plenário. Os secretariados, entretanto, não impedem que outros Estados-membros atuem nas mesmas responsabilidades atribuídas aos portfólios.
Os secretariados incluem:
- Secretariado de Cultura e Diversidade: Responsável por promover a cultura, celebrar as diferenças culturais na Conferência e criar eventos culturais. Também promove a diversidade, a integração dos povos e os direitos das minorias.
- Secretariado de Assistência Micronacional: Responsável por prestar assistência a iniciantes no micronacionalismo e promover o micronacionalismo.
- Secretariado de Saúde: Responsável por promover padrões e informações de saúde.
- Secretariado de Relações Exteriores: Responsável por promover e representar internacionalmente a Conferência de Santiago.
- Secretariado do Tesouro: Responsável por chefiar a Autoridade Financeira da Conferência de Santiago, desenvolver e administrar a política econômica da Conferência de Santiago.
- Secretariado de Meio Ambiente: Responsável por promover a preservação ambiental.
- Secretariado de Desenvolvimento Esportivo: Responsável por promover a prática esportiva no ambiente micronacional.
Requisitos para adesão
Após a promulgação do Estatuto da Conferência de Santiago, os critérios de adesão foram padronizados. Desde então, foi abandonada a exigência geográfica de que uma micronação tivesse seu território localizado na América do Sul. Atualmente, exige-se que a micronação ratifique os quatro principais documentos emitidos pela Conferência — o Tratado de Persenburg, o Protocolo de Goetha, a Convenção de Mauritsstad e o Tratado de Santiago —, possua existência verificável por pelo menos 2 meses, não adote o simulacionismo nem a geoficção, não esteja em guerra com qualquer outra micronação, e possua governo e população estáveis.
Os critérios segundo o Estatuto da Conferência:
- Ratificar o Tratado de Persenburg;
- Ratificar o Protocolo de Goetha;
- Ratificar a Convenção de Mauritsstad;
- Ratificar a Convenção de Oswiencin;
- Ratificar o Tratado de Santiago;
- Possuir território verificável;Predefinição:Efn
- Possuir existência verificável por pelo menos 2 meses;
- Participar do Plenário por dois meses sem direito a voto, de maneira propositiva e positiva, podendo essa disposição ser suspensa mediante aprovação por maioria verificada dos membros do Plenário;
- Não ser imaginária, fictícia ou classificada como “exercício de modelismo histórico” (isto é, geoficção ou simulacionismo);
- Não estar envolvida em conflitos intermicronacionais;
- Possuir governo, população e ato de fundação estáveis.
Membros atuais
Estados observadores
| Nation name | Native name/ co-official name |
Flag | Arms | Year of establishment | System of government | Current Head of State | Population | Continent |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Viceroy |
||||||||
Duke |
Objetivos
De acordo com o Tratado de Santiago, a Conferência homônima tem como objetivo “promover o micronacionalismo derivatista [secessionista] entre os praticantes do micronacionalismo, sejam eles brasileiros ou falantes da língua portuguesaPredefinição:Efn [e] [...] apoiar novos projetos derivatistas, independentemente de sistema político, religião ou governo”, observando a definição estabelecida pelo Protocolo de Goetha. O objetivo final da Conferência é oferecer às micronações secessionistas um porto seguro e um palco político onde possam atuar em consenso com seus pares.
Adicionalmente, conforme alterado pelo Estatuto Conferencial em 1º de agosto de 2021, o objetivo da Conferência de Santiago foi ampliado para incluir não apenas brasileiros e falantes de português, ou hispânicos, já de facto contemplados à época, mas promover o micronacionalismo secessionista em qualquer lugar, respeitando outras formas de práticas micronacionais e até mesmo o simulacionismo, ainda considerado uma prática distinta do micronacionalismo.
Integração
Relações exteriores
A cooperação em política externa entre os Estados-membros é a pedra fundamental que a Conferência de Santiago estabeleceu em todas as suas cartas originais e documentos subsequentes. Ao concordarem com esses documentos, os Estados-membros comprometem-se a apoiar ativamente uns aos outros em questões comuns ou particulares e a agir diplomaticamente conforme exigido e definido nos estatutos da organização; abstendo-se de envolvimento em guerras desnecessárias e observando os princípios da não intervenção, da autodeterminação e da resolução pacífica de conflitos. Este último princípio foi reforçado pela Convenção de Fruchemburg.
Um dos pilares centrais da política externa da CS é a não reconheção de micronações autoproclamadas geoficcionais e simulacionistas como Estados soberanos ou entidades de qualquer natureza; essa interpretação é estabelecida pelo Tratado de Persenburg e adotada como requisito para a adesão à organização. Tal entendimento evoluiu para o que foi descrito como a “separação entre micronacionalismo (isto é, derivatismo/secessionismo e virtualismo) e modelismo estatal/simulacionismo”, pela qual os Estados-membros da Conferência comprometem-se a não manter relações diplomáticas com Estados autoproclamados geoficcionais e simulacionistas, que juridicamente não reconhecem como micronacionalistas. Além disso, na 1ª Cúpula da CS, os representantes dos países ratificadores originais acordaram o estabelecimento da liberdade de circulação, embora os passos para sua concretização tenham ocorrido em nível individual. A fim de promover maior integração e fortalecer a influência da organização, os Estados-membros foram incentivados a adotar o símbolo da Conferência em seus documentos oficiais, como passaportes, por meio do Projeto de Símbolos da CS.[8]
As relações entre a CS e outras organizações intermicronacionais e setores micronacionais são conduzidas pelo Secretariado de Relações Públicas e vêm se desenvolvendo desde o final de 2020, quando a República de Rino Island tornou-se o primeiro Estado de origem não brasileira a ingressar na organização. No ano seguinte, a CS assinou o Protocolo de Quinta Velha com a Associação de Micronações do Sul da Ásia após a Cúpula Radiator da ASAM de 2021, que também contou com a presença do então Presidente do Grand Unified Micronational. Contudo, o Protocolo de Quinta Velha foi denunciado por todas as partes no final de 2022 devido a divergências entre Vishwamitra e diversos outros Estados-membros da CS, especialmente Karnia-Ruthenia.[9] Em 2021, a CS também desenvolveu suas relações com a MicroFrancophonie com a entrada de dois Estados-membros dessa organização na CS, a saber, Sancratosia e Saint-Castin. As negociações acerca de uma relação privilegiada culminaram na promulgação do Tratado de Blauberga entre as duas organizações no final de 2023. O Ministro-Presidente de Saint-Castin, Dominic Desaintes, representou oficialmente a Conferência de Santiago na MicroCon 2022. Ao ser representada na MicroCon, amplamente considerada a maior e mais prestigiosa convenção intermicronacional, a Conferência de Santiago tornou-se a primeira entidade micronacional de origem sul-americana a participar do evento, conseguindo atrair a atenção de outras micronações que posteriormente ingressaram na organização, como Raphania e o Grão-Ducado de Westarctica. ```}
Economia
- Ver artigo principals: Conference of Santiago Financial Authority and Conferential Doubloon
Na 3ª Sessão Plenária, o Rei Arthur II de Ebenthal propôs a formação de uma união econômica inspirada no modelo da União Europeia e no Espaço Schengen, a fim de integrar ainda mais as políticas dos Estados-membros, mas principalmente desenvolver padrões para uma área “frequentemente ignorada” do micronacionalismo: as economias e finanças micronacionais — aspecto de extrema relevância para qualquer Estado-nação. O monarca ebenthaliano apresentou aos membros do plenário a criação de uma moeda comum com valor real intercambiável, a ser orientada por um órgão a ser criado. Sua proposta, contudo, foi recebida com ceticismo pela delegação de Maurícia, que alegou tratar-se de algo de difícil implementação e que poderia afetar as culturas dos países; à época, as Províncias Unidas da Mauritia possuíam o sistema econômico micronacional mais desenvolvido entre os membros da CS. Ainda assim, o projeto foi bem recebido pela maioria dos membros da organização e acabou aprovado. O Dobrão Conferencial foi formalmente instituído, tendo seu valor lastreado por um estoque de 27 kg depirita, e sua política monetária estabelecida pela Autoridade Financeira da Conferência de Santiago, um banco central independente criado juntamente com a moeda.[2][10][11]
De forma controversa, entre 2021 e 2024, o Dobrão da CS foi a moeda micronacional mais amplamente circulada no continente americano e no Hemisfério Ocidental em número de adotantes, chegando a ter 13 países adotando-a simultaneamente como moeda de curso legal. A moeda também foi uma das poucas no micronacionalismo com valor real de troca, devido à sua indexação ao valor em decigramas da pirita, lastreada por 27 kg de pirita permanentemente armazenados pela CSFA. Contudo, mesmo com alta adesão, o Dobrão da CS fracassou em desenvolver efetivamente setores econômicos micronacionais ou um mercado comum, devido a fatores como a falta de comprometimento dos governos adotantes, desconhecimento técnico sobre o tema e, principalmente, ausência de demanda. Por outro lado, a moeda teve efeito positivo ao incentivar as micronações a dedicarem maior atenção ao aspecto econômico, bem como promover a integração entre os Estados aderentes. Em 2025, o Dobrão da CS é a única moeda oficial em 7 Estados-membros da CS e serve principalmente como “moeda inicial”, isto é, a moeda utilizada por Estados-membros politicamente menos desenvolvidos. A CSFA também instituiu uma política monetária mais ampla, permitindo que a moeda seja lastreada por reservas financeiras e outros metais, seguindo a taxa de conversão baseada no valor em decigramas da pirita.
Atualmente, a Autoridade Financeira da Conferência de Santiago, sob a autoridade do Secretariado Econômico, trabalha em estreita cooperação com instituições como a Micronational Trade Organization, o Banco de Ebenthal, o Banco Imperial da Karnia-Ruthenia e o Banco Imperial da Confederação Norte-Americana, estudando economia micronacional, tipos de moedas e lastros, além de desenvolver taxas de câmbio fixas entre o Dobrão da CS e as moedas nacionais de outros Estados-membros.
Política social
A Conferência de Santiago busca ativamente proteger a diversidade e o meio ambiente no cenário micronacional e além, tendo estabelecido o Secretariado de Diversidade e o Secretariado de Meio Ambiente para esse fim. Embora a organização não possua exigência formal quanto a políticas sociais para a adesão de novos membros ou manutenção dos atuais, por convenção o Plenário da Conferência rejeita candidaturas de países cujos governos sejam simpáticos ou autodeclaradamente fascistas, possuam leis segregacionistas, consintam com qualquer tipo de preconceito ou não respeitem direitos humanos básicos. Desde a promulgação do Protocolo de Klöw, embora não seja documento obrigatório para adesão, a Conferência de Santiago de facto não admite países que expressem políticas anti-LGBT.
Em 8 de maio de 2020, a Conferência de Santiago aprovou o texto da Convenção de Fruchemburg, que regula a conduta relativa aos direitos soberanos nacionais e direitos pessoais em casos de conflitos intermicronacionais. O documento estabelece a resolução pacífica de disputas intermicronacionais, o respeito às leis e princípios intermicronacionais quanto ao que deve ser considerado ato de agressão, além de proibir práticas desproporcionais como ações agressivas de calúnia e difamação dirigidas a indivíduos ligados ao micronacionalismo fora do ambiente micronacional. Para esse fim, a CS mantém seu Programa Antiterrorismo, que inclui disposições contra ataques de natureza extremamente pessoal, isto é, além da persona micronacional.
Além disso, a política social da Conferência de Santiago também é promovida pelo Secretariado de Saúde por meio de campanhas de conscientização — como a campanha sobre saúde bucal e cuidados com os dentes, tema de particular relevância para jovens, que compõem a maioria dos micronacionalistas no mundo. O Secretariado de Diversidade também realiza diversas campanhas de combate ao preconceito e incentivo à inclusão, como a campanha para adoção do braille a fim de incluir pessoas cegas, especialmente no micronacionalismo, onde tais pessoas tendem a sofrer exclusão devido ao caráter cultural altamente imaginativo das micronações. Outras campanhas incluem o combate à intolerância religiosa, à homofobia e a promoção da inclusão de mulheres no micronacionalismo. Todas as campanhas e projetos sociais da CS são publicados em português, inglês, espanhol e francês, que são as quatro línguas de facto oficiais da organização.
Cultura
Desde o final de 2020, após a fase de consolidação política e estrutural, a CS passou a desenvolver uma série de projetos culturais visando não apenas maior integração entre seus Estados-membros e Estados aliados, mas também a promoção do micronacionalismo além de suas fronteiras. Em 5 de agosto de 2020, a barreira micronacional foi rompida quando a Wise-Up, empresa brasileira de cursos de idiomas pertencente ao empresário bilionário Flávio Augusto da Silva, em parceria com o governo de Karnia-Ruthenia, desenvolveu um projeto para promover a língua inglesa entre micronacionalistas latino-americanos com descontos exclusivos para cidadãos dos Estados-membros da CS.
O governo do Reino de Braspor, inicialmente de forma autônoma e posteriormente em parceria com a Secretaria de Cultura da CS, realizou uma série de torneios esportivos populares que atraíram a atenção de empresas como a Grecco Materiais Desportivos, que decidiu patrocinar torneios micronacionais.[12] Entre 26 de abril e 1º de maio de 2021, ocorreu o 1º Torneio de Futsal de Braspor, e entre 16 de agosto e 28 de dezembro de 2022, foram realizados dois Torneios de Vôlei de Rua.
O projeto cultural mais ambicioso da Conferência de Santiago até o momento, o Almanaque de Vetrolin, começou a ser desenvolvido em 16 de fevereiro de 2021; consiste em um catálogo da realeza e da alta nobreza micronacional, inspirado no Almanac de Gotha, que registra a realeza e a alta nobreza, mediata e imediata, de Estados soberanos do passado e do presente de amplo reconhecimento internacional (frequentemente chamados de macronações entre os micronacionalistas, em oposição às micronações). Desenvolvido por um conselho denominado Comitê de Patronagem, presidido pelo Imperador de Karnia-Ruthenia, tendo o Rei de Ebenthal como vice-presidente e os chefes de Estado das Províncias Unidas de Maurícia, Villa Alicia, Sildávia e Quinta Velha, o Almanaque incluiu não apenas a nobreza e a realeza dos Estados-membros da CS, mas também de diversas outras micronações aliadas, mediante a devida autorização de seus representantes oficiais por meio de pesquisa e contato diplomático direto. Publicado oficialmente em 5 de janeiro de 2023, em versão impressa de capa dura,[13] o Almanaque lista 35 casas reais e nobres de 33 micronações e é considerado pelo Comitê de Patronagem ainda uma obra incompleta, uma vez que o objetivo final é listar, se possível, todas as principais famílias tituladas do micronacionalismo mundial.
Além disso, na 8ª Cúpula da Conferência de Santiago, o Plenário Conferencial votou pela criação da Academia Conferencial de Letras, uma instituição linguística e literária, com o objetivo de compartilhar estudos sobre os grandes literatos apreciados ou originários das micronações-membro e aprofundar o estudo linguístico intermicronacional. A criação de tal instituição, contudo, nunca foi concretizada, e parte de seus objetivos passou a ser desenvolvida pelo Instituto Santiago, apoiado por Quinta Velha, que ainda funciona como registro oficial de toda a documentação multilíngue da CS.
Programas
Desde a sua fundação, a CS desenvolveu diversos projetos com o objetivo de aprimorar a atividade política interna e individual de seus Estados-membros, expandir sua presença e influência no cenário intermicronacional, estabelecer padrões morais quanto às atitudes no ambiente micronacional, entre outros. Entre os projetos estão:
- Programa de Símbolos da CS: Promoção da incorporação dos símbolos da CS em documentos nacionais oficiais.
- Projeto MicroWiki da CS: Promoção da criação de artigos enciclopédicos sobre os Estados-membros da CS na MicroWiki.
- Programa Antiterrorismo da CS: Promoção do combate a práticas desproporcionais — consideradas terroristas — e estabelecimento de diretrizes de conduta em conflitos intermicronacionais.
- Campanha de Incentivo ao Micronacionalismo Secessionista: Promoção da prática do micronacionalismo secessionista (derivatismo), especialmente em setores onde a prática é restringida.
- Almanaque de Vetrolin: Promoção da integração cultural e política entre os Estados-membros da CS por meio do registro da realeza e da alta nobreza das monarquias-membro em um livro físico.
Desenvolvimentos externos
O trabalho de algumas nações-membro da Conferência de Santiago ultrapassa os limites do micronacionalismo, um feito que a Conferência tem promovido desde a sua criação. Em 5 de agosto de 2020, o Governo de Karno-Ruthenia firmou um acordo com a empresa Wise Up, de cursos de inglês, patrocinado pela Conferência de Santiago, pelo qual qualquer cidadão karno-rutheniano e, em certa medida, cidadãos de qualquer uma das nações-membro da Conferência de Santiago interessados em ingressar nos cursos da Wise Up passaram a usufruir de desconto exclusivo.[14] Em 6 de agosto de 2020, as Províncias Unidas de Maurícia lançaram para venda seu primeiro livro original, a Revista do Instituto Histórico e Geográfico Maurense, patrocinada pela Conferência de Santiago, na loja virtual da Amazon.[15][16] Em 28 de abril de 2021, o Reino de Braspor promoveu o primeiro evento esportivo não virtual realizado por uma micronação na América Latina, o 1º Torneio de Futebol de Rua de Braspor, com algumas adaptações e reduções em razão da pandemia de COVID-19.[17][18]
Cúpulas
Desde a sua criação, foram realizadas onze cúpulas formais de chefes de Estado. Elas foram convocadas no servidor da Conferência de Santiago no Discord, mas, em geral, a capital da micronação cujo chefe de Estado preside a cúpula (ou, posteriormente, preside a Conferência como Secretário-Geral) é formalmente incumbida de sediá-la, uma vez que o princípio da extraterritorialidade tem sido aplicado ao espaço virtual onde as cúpulas ocorreram. Ainda assim, a capital de Quinta Velha, a cidade de Santiago do Sacramento, é a localização formal da sede da Conferência de Santiago, conforme implicitamente estabelecido pelo Tratado de Santiago. Até o momento, Persenburg, capital de Karnia-Ruthenia, sediou o maior número de cúpulas, oito ao todo.
Duas Cúpulas Físicas ocorreram desde a fundação da CS em 2020. A primeira, naquele mesmo ano, entre o Imperador de Karnia e Rei da Ruthenia e o Rei de Luna, acompanhado de sua esposa, na cidade de São Paulo, Brasil. A segunda Cúpula Física ocorreu em Montreal, Canadá, entre o Ministro-Presidente de Saint-Castin e a Princesa Soberana de Sancratosia. Além disso, a Conferência de Santiago participou de outros eventos com organizações intermicronacionais, como a Cúpula ASAM-GUM-CS, sediada pela micronação The Radiator, entre representantes da Associação de Micronações do Sul da Ásia e da Grande União Micronacional. Em agosto de 2022, a CS foi representada na MicroCon 2022, o maior evento micronacional do mundo, realizado em Las Vegas, Estados Unidos, tornando-se a primeira representação de origem sul-americana na história da MicroCon.
Cúpulas realizadas
I Cúpula Presencial da Conferência de Santiago, 8 de março de 2020.
I Cúpula da Conferência de Santiago, 13 de abril de 2020.
II Cúpula da Conferência de Santiago, 14 de maio de 2020.
III Cúpula da Conferência de Santiago, 26 de julho de 2020.
IV Cúpula da Conferência de Santiago, 2 de agosto de 2020.
V Cúpula da Conferência de Santiago, 6 de setembro de 2020.
VI Cúpula da Conferência de Santiago, 13 de dezembro de 2020.
VII Cúpula da Conferência de Santiago, 23 de março de 2021.- 25px VIII Cúpula da Conferência de Santiago, 1º de agosto de 2021.
IX Cúpula da Conferência de Santiago, 8 de janeiro de 2022.
X Cúpula da Conferência de Santiago, 13 de fevereiro de 2022.
II Cúpula Presencial da Conferência de Santiago, 19 de março de 2022.
Encontro de Chefes de Estado Vishwamitra–Conferência de Santiago, 3 de julho de 2022.
XI Cúpula da Conferência de Santiago, 6 de janeiro de 2023.
III Cúpula Presencial da Conferência de Santiago, 11 de dezembro de 2024.
Cúpulas agendadas
I Cúpula Geral de Todos os Membros da Conferência de Santiago, data indefinida.
Cúpulas interorganizacionais
MicroCon 2022, 2–7 de agosto de 2022 (representada por Sancratosia e Saint-Castin).
Crise da Cúpula Santiago-Manseana, 13 de abril de 2020.
Cúpula ASAM Radiator de 2021, 30 de janeiro de 2021.
Críticas
Desde a sua criação, a Conferência de Santiago enfrentou críticas de projetos micronacionalistas autodenominados simulacionistas e modelistas históricos dentro do setor lusófono, que a caracterizaram como fonte de divisão. Até 2020, não havia uma separação clara entre o micronacionalismo secessionista ou derivatista e as tradições simulacionistas ou modelistas históricas na comunidade micronacional lusófona. Críticos como o Rei de Bauru e São Vicente acusaram a Conferência de tentar relegar projetos simulacionistas à condição de micronações de “segunda classe”, enquanto a Rainha Marina I de Manso argumentou que uma política de exclusividade secessionista ou derivatista prejudicaria o micronacionalismo lusófono, dado o histórico predomínio de projetos simulacionistas no setor.
Em anos mais recentes, alguns observadores externos passaram a descrever reiteradamente a Conferência de Santiago como uma “organização brasileira” — isto é, composta majoritariamente por Estados com origem no Brasil (doze dos dezoito Estados-membros atuais) e refletindo principalmente interesses e perspectivas brasileiras. A Conferência também enfrentou alegações de que emprega Estados fantoches para inflar sua influência e de que alguns de seus Estados-membros seriam de facto Estados clientes de micronações maiores e mais influentes com as quais mantêm ou mantiveram estreita relação.
Ver também
References
- ↑ Conferência de Santiago Nota às micronações sobre movimentos terroristas dentro do micronacionalismo lusófono. Acessado em 11 de dezembro de 2020. Publicado em 2 de julho de 2020.
- ↑ 2,0 2,1 Governo da Ilha Rino. El Microcon y el Doblon Conferencial. Acessado em 11 de dezembro de 2020. Publicado em 6 de outubro de 2020.
- ↑ Conferência de Santiago. Protocolo de Quinta Velha. Acessado em 24 de março de 2021. Publicado em 23 de março de 2021.
- ↑ "Le Ministre-president Desaintes rencontre la Princesse Cloe de Sancratosia", pela Union of Saint-Castin, 27 de março de 2022.
- ↑ "Vishwamitra is all set to host the 1st Vishwamitra-Conference of Santiago Heads of State Summit Meeting". Página oficial de Vishwamitra no Twitter, 29 de julho de 2022.
- ↑ "Welcome to the dignataries of the Vishwamitra-Conference of Santiago Heads of State Meeting in 18 of our official languages". Página oficial de Vishwamitra no Twitter, 3 de julho de 2022.
- ↑ "Leaders of the Conference of Santiago member states and Vishwamitran dignitaries attended the 1st Heads of State level summit between Vishwamitra and the Conference of Santiago". Página oficial de Vishwamitra no Twitter, 3 de julho de 2022.
- ↑ Governo de Ebenthal. Novo passaporte de Ebenthal lançado Publicado em 26 de julho de 2020. Acessado em 26 de agosto de 2020.
- ↑ 'Decreto Imperial 236-2022, Império Karno-Ruteniano' http://karnia-ruthenia.org/citadel/viewtopic.php?f=18&t=1852
- ↑ Conferência de Santiago. The Conference of Santiago and the Conferential Doubloon Acessado em 21 de agosto de 2020. Publicado em 4 de agosto de 2020.
- ↑ Conferência de Santiago. Conferential Doubloon: 4th Conferential Summit. Publicado em 4 de agosto de 2020. Acessado em 26 de agosto de 2020.
- ↑ Reino de Braspor. 1º Torneio de Futsal de Braspor. Publicado em 28 de abril de 2021. Acesso em 28 de abril de 2021.
- ↑ "Apresentação do Almanaque de Vetrolin | Presentation of the Almanach of Vetrolin", página oficial de Karnia-Ruthenia no YouTube. 13 de janeiro de 2023.
- ↑ Conferência de Santiago. Karnia-Ruthenia, the Conference and Wise Up. Acesso em 11 de dezembro de 2020. Publicado em 5 de agosto de 2020.
- ↑ Conferência de Santiago. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Maurense. Acesso em 11 de dezembro de 2020. Publicado em 14 de agosto de 2020.
- ↑ Instituto Histórico e Geográfico Maurense. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Maurense. Acesso em 11 de dezembro de 2020. Publicado em 6 de agosto de 2020.
- ↑ "1° Torneio de Street Soccer de Braspor", Governo Real de Braspor, 28 de abril de 2021.
- ↑ "Nota da Conferência de Santiago sobre o 1° Torneio de Street Soccer de Braspor", 28 de abril de 2021.






