Mudanças entre as edições de "Principado do Cruzeiro do Sul"
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== História == | == História == | ||
| − | + | Em 2021, diante das crescentes insatisfações com o sistema republicano, o clamor por mudança ecoava pelas ruas do Brasil. A ordem social ruía, e o anseio por um líder que resgatasse os valores tradicionais e a estabilidade se intensificava. Nesse cenário de caos e incerteza, um homem corajoso, movido por um profundo senso de dever e amor à pátria, ergueu a bandeira da resistência. Luiz II, com o peso da história sobre seus ombros, tomou a audaciosa decisão de se autoproclamar Príncipe Regente do Principado do Cruzeiro do Sul. | |
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| + | Em um gesto simbólico que ecoou por todo o país, declarou que, enquanto o principado não possuísse um território físico definido, ele governaria onde quer que seus pés o levassem, levando consigo a chama da esperança e a promessa de um novo amanhã. Sua voz ressoou como um trovão, desafiando o status quo e convocando todos aqueles que compartilhavam de seus ideais a se unirem à sua causa. | ||
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| + | Sua Alteza Real, com sua visão de futuro e determinação inabalável, não se contentou em apenas sonhar com um futuro melhor. Ele liderou incursões audaciosas, enfrentando as forças opressoras em guerrilhas estratégicas, conquistando cada palmo de terra com suor e sangue. Seu objetivo não era apenas o reconhecimento internacional do Principado do Cruzeiro do Sul, mas a construção de um lar para seu povo, um refúgio onde a justiça, a igualdade e a liberdade floresceriam em meio ao caos. | ||
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| + | Com cada vitória conquistada, a esperança renascia nos corações dos oprimidos. O Príncipe Regente acolhia todos aqueles que buscavam um novo começo, independentemente de sua origem, construindo juntos um exército de resistência que se fortalecia a cada dia. A chama da revolução se espalhava, e o sonho de um futuro próspero e harmonioso para o Principado do Cruzeiro do Sul se tornava cada vez mais palpável. | ||
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| + | A cada batalha vencida, a visão de um governo verdadeiramente democrático se aproximava da realidade. Luiz II, o líder que emergiu das sombras, prometia um futuro onde a voz do povo seria ouvida e respeitada, onde todos os cidadãos teriam a oportunidade de participar ativamente da construção de uma nação forte e unida. Sua liderança inspirava a esperança e a confiança em um futuro melhor para todos, um futuro forjado nas chamas da revolução e regado com o sangue dos heróis. | ||
== Governo == | == Governo == | ||
Edição das 14h53min de 23 de junho de 2024
| Principado do Cruzeiro do Sul | ||||
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| Hino Sob o Cruzeiro do Sul | ||||
| Capital | Cruz | |||
|---|---|---|---|---|
| Língua Oficial | Língua portuguesa | |||
| Religião Oficial | Catolicismo | |||
| Nome Curto | Cruzeiro do Sul | |||
| Gentílico | Sul-cruzeirense | |||
| Tipo de Governo | Monarquia absolutista | |||
| - Príncipe | Luiz II | |||
| - Governador-Geral | destituído | |||
| - Secretário-Geral | destituído | |||
| Fundação | 14 de setembro de 2021 | |||
| Área Total | 0 | |||
| População | 1 | |||
| Moeda | Cruzeiro Real | |||
https://govcruzeirodosul.wordpress.com | ||||
O Principado do Cruzeiro do Sul é uma micronação independente, soberana e com governo no exílio. O governo monárquico provisório está localizado no Brasil, a corte espera por aquisição de terras para restabelecer a monarquia constitucional e garantir os direitos populares.
História
Em 2021, diante das crescentes insatisfações com o sistema republicano, o clamor por mudança ecoava pelas ruas do Brasil. A ordem social ruía, e o anseio por um líder que resgatasse os valores tradicionais e a estabilidade se intensificava. Nesse cenário de caos e incerteza, um homem corajoso, movido por um profundo senso de dever e amor à pátria, ergueu a bandeira da resistência. Luiz II, com o peso da história sobre seus ombros, tomou a audaciosa decisão de se autoproclamar Príncipe Regente do Principado do Cruzeiro do Sul.
Em um gesto simbólico que ecoou por todo o país, declarou que, enquanto o principado não possuísse um território físico definido, ele governaria onde quer que seus pés o levassem, levando consigo a chama da esperança e a promessa de um novo amanhã. Sua voz ressoou como um trovão, desafiando o status quo e convocando todos aqueles que compartilhavam de seus ideais a se unirem à sua causa.
Sua Alteza Real, com sua visão de futuro e determinação inabalável, não se contentou em apenas sonhar com um futuro melhor. Ele liderou incursões audaciosas, enfrentando as forças opressoras em guerrilhas estratégicas, conquistando cada palmo de terra com suor e sangue. Seu objetivo não era apenas o reconhecimento internacional do Principado do Cruzeiro do Sul, mas a construção de um lar para seu povo, um refúgio onde a justiça, a igualdade e a liberdade floresceriam em meio ao caos.
Com cada vitória conquistada, a esperança renascia nos corações dos oprimidos. O Príncipe Regente acolhia todos aqueles que buscavam um novo começo, independentemente de sua origem, construindo juntos um exército de resistência que se fortalecia a cada dia. A chama da revolução se espalhava, e o sonho de um futuro próspero e harmonioso para o Principado do Cruzeiro do Sul se tornava cada vez mais palpável.
A cada batalha vencida, a visão de um governo verdadeiramente democrático se aproximava da realidade. Luiz II, o líder que emergiu das sombras, prometia um futuro onde a voz do povo seria ouvida e respeitada, onde todos os cidadãos teriam a oportunidade de participar ativamente da construção de uma nação forte e unida. Sua liderança inspirava a esperança e a confiança em um futuro melhor para todos, um futuro forjado nas chamas da revolução e regado com o sangue dos heróis.
Governo
Até o retorno triunfal da Corte do exílio e o restabelecimento da ordem em território nacional, o governo provisório estará sob a autoridade plena e incontestável de Sua Alteza Real (SAR). Durante este período interino, a Coroa deterá a prerrogativa exclusiva de legislar e exercer todos os poderes inerentes à soberania (militar, executivo, judiciário, legislativo e moderador) em situações de emergência, guerra, estado de sítio ou qualquer forma de instabilidade política que ameace a segurança e o bem-estar da nação.
SAR, com sua sabedoria e benevolência, manterá permanentemente a função cerimonial, representando a unidade e a continuidade do Estado, e exercerá o poder moderador, zelando pelo equilíbrio e harmonia entre os poderes constituídos.
Em sua magnanimidade, a Coroa também assume a responsabilidade de promulgar um código penal provisório, garantindo a ordem e a justiça, e uma constituição provisória, estabelecendo as bases para a futura organização do Estado. Ao fim do exílio, com a graça de Deus, a Coroa convocará uma assembleia nacional constituinte, composta pelos mais ilustres cidadãos do reino, para a elaboração da constituição definitiva, que consolidará os valores e aspirações do povo, assegurando um futuro de paz, prosperidade e glória para a nação.
Hierarquia
| Poder | Chefe |
|---|---|
| Moderador | Príncipe |
| Executivo | Governador-Geral |
| Legislativo | Secretário-Geral |
| Militar | Comandante-Geral |
| Judiciário | Juiz-Chefe |
Política
Durante o governo provisório, é proibida a existência de partidos políticos, mas ao fim deste, serão instituídos os partidos que estiverem de acordo com a legislação eleitoral e forem aceitos pelo conselho monárquico e por SAR.
Legislação
A definir.
Forças Armadas
O principado do Cruzeiro do Sul é uma nação desmilitarizada por força do exílio. A recriação das forças nacionais de segurança se dará ao fim do exílio, quando serão instituídos:
- O exército real;
- A aeronáutica real;
- A polícia nacional;
- A guarda real;
- A força nacional de inteligência;
- A armada popular de segurança nacional;
- As forças de segurança, emergência e socorro.