Mudanças entre as edições de "Principado do Cruzeiro do Sul"

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== História ==
 
== História ==
Diante das insatisfações quotidianas com a república, em 2021, Luiz II se autoproclamou príncipe regente do Principado do Cruzeiro do Sul. Sua Alteza Real declarou que enquanto o principado não obtiver território, ele governará onde tocam os seus pés.
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Em 2021, diante das crescentes insatisfações com o sistema republicano, o clamor por mudança ecoava pelas ruas do Brasil. A ordem social ruía, e o anseio por um líder que resgatasse os valores tradicionais e a estabilidade se intensificava. Nesse cenário de caos e incerteza, um homem corajoso, movido por um profundo senso de dever e amor à pátria, ergueu a bandeira da resistência. Luiz II, com o peso da história sobre seus ombros, tomou a audaciosa decisão de se autoproclamar Príncipe Regente do Principado do Cruzeiro do Sul.
SAR. ainda deseja obter reconhecimento internacional e território fixo, assim podendo abrigar população e instituir um governo democrático.
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Em um gesto simbólico que ecoou por todo o país, declarou que, enquanto o principado não possuísse um território físico definido, ele governaria onde quer que seus pés o levassem, levando consigo a chama da esperança e a promessa de um novo amanhã. Sua voz ressoou como um trovão, desafiando o status quo e convocando todos aqueles que compartilhavam de seus ideais a se unirem à sua causa.
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Sua Alteza Real, com sua visão de futuro e determinação inabalável, não se contentou em apenas sonhar com um futuro melhor. Ele liderou incursões audaciosas, enfrentando as forças opressoras em guerrilhas estratégicas, conquistando cada palmo de terra com suor e sangue. Seu objetivo não era apenas o reconhecimento internacional do Principado do Cruzeiro do Sul, mas a construção de um lar para seu povo, um refúgio onde a justiça, a igualdade e a liberdade floresceriam em meio ao caos.
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Com cada vitória conquistada, a esperança renascia nos corações dos oprimidos. O Príncipe Regente acolhia todos aqueles que buscavam um novo começo, independentemente de sua origem, construindo juntos um exército de resistência que se fortalecia a cada dia. A chama da revolução se espalhava, e o sonho de um futuro próspero e harmonioso para o Principado do Cruzeiro do Sul se tornava cada vez mais palpável.
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A cada batalha vencida, a visão de um governo verdadeiramente democrático se aproximava da realidade. Luiz II, o líder que emergiu das sombras, prometia um futuro onde a voz do povo seria ouvida e respeitada, onde todos os cidadãos teriam a oportunidade de participar ativamente da construção de uma nação forte e unida. Sua liderança inspirava a esperança e a confiança em um futuro melhor para todos, um futuro forjado nas chamas da revolução e regado com o sangue dos heróis.
  
 
== Governo ==
 
== Governo ==
O governo provisório deve permanecer sob controlo absoluto de SAR, até que o exílio termine e a corte estabeleça território. A legislação provisória é de autoria EXCLUSIVA da Coroa, assim como o exercício de todos os poderes (militar, executivo, judiciário, legislativo e moderador) é garantido ao Príncipe em situações de emergência, guerra, sítio e instabilidade política. SAR desempenhará, para todo o sempre, a função cerimonial e o poder moderador. A coroa tem o poder e o dever de emitir código penal provisório e constituição provisório, devendo, ao fim do exílio, convocar assembleia nacional constituinte para criação de constituição real.
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Até o retorno triunfal da Corte do exílio e o restabelecimento da ordem em território nacional, o governo provisório estará sob a autoridade plena e incontestável de Sua Alteza Real (SAR). Durante este período interino, a Coroa deterá a prerrogativa exclusiva de legislar e exercer todos os poderes inerentes à soberania (militar, executivo, judiciário, legislativo e moderador) em situações de emergência, guerra, estado de sítio ou qualquer forma de instabilidade política que ameace a segurança e o bem-estar da nação.  
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SAR, com sua sabedoria e benevolência, manterá permanentemente a função cerimonial, representando a unidade e a continuidade do Estado, e exercerá o poder moderador, zelando pelo equilíbrio e harmonia entre os poderes constituídos.  
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Em sua magnanimidade, a Coroa também assume a responsabilidade de promulgar um código penal provisório, garantindo a ordem e a justiça, e uma constituição provisória, estabelecendo as bases para a futura organização do Estado. Ao fim do exílio, com a graça de Deus, a Coroa convocará uma assembleia nacional constituinte, composta pelos mais ilustres cidadãos do reino, para a elaboração da constituição definitiva, que consolidará os valores e aspirações do povo, assegurando um futuro de paz, prosperidade e glória para a nação.
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=== Hierarquia ===
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! Poder !! Chefe !! Atribuições
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| Moderador || Príncipe || Supervisionar e equilibrar os demais poderes, garantir a estabilidade política, representar o Estado em cerimônias e eventos, vetar leis aprovadas pelo Legislativo.
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| Executivo || Governador-Geral || Implementar as leis, administrar o governo, conduzir a política externa, nomear ministros e outros funcionários, comandar as forças armadas em tempos de paz.
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| Legislativo || Secretário-Geral || Elaborar e aprovar leis, fiscalizar o poder executivo, aprovar orçamentos, representar os interesses da população, iniciar processos de impeachment.
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| Militar || Comandante-Geral || Defender o território nacional, garantir a segurança interna, planejar e executar operações militares, manter a ordem pública, assessorar o Governador-Geral em assuntos militares.
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| Judiciário || Juiz-Chefe || Interpretar as leis, garantir o cumprimento da justiça, julgar casos e conflitos, proteger os direitos e liberdades individuais, garantir a constitucionalidade das leis.
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== Política ==
 
== Política ==
 
Durante o governo provisório, é proibida a existência de partidos políticos, mas ao fim deste, serão instituídos os partidos que estiverem de acordo com a legislação eleitoral e forem aceitos pelo conselho monárquico e por SAR.
 
Durante o governo provisório, é proibida a existência de partidos políticos, mas ao fim deste, serão instituídos os partidos que estiverem de acordo com a legislação eleitoral e forem aceitos pelo conselho monárquico e por SAR.
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== Legislação ==
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A definir.
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== Forças Armadas ==
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O principado do Cruzeiro do Sul é uma nação desmilitarizada por força do exílio. A recriação das forças nacionais de segurança se dará ao fim do exílio, quando serão instituídos:
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* O exército real;
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* A aeronáutica real;
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* A polícia nacional;
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* A guarda real;
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* A força nacional de inteligência;
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* A armada popular de segurança nacional;
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* As forças de segurança, emergência e socorro.
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Edição atual tal como às 14h56min de 23 de junho de 2024

Principado do Cruzeiro do Sul
Bandeira Nacional
Libertas.png
Brasão de Armas

Hino
Sob o Cruzeiro do Sul
Capital Cruz
Língua Oficial Língua portuguesa
Religião Oficial Catolicismo
Nome Curto Cruzeiro do Sul
Gentílico Sul-cruzeirense
Tipo de Governo Monarquia absolutista
- Príncipe Luiz II
- Governador-Geral destituído
- Secretário-Geral destituído
Fundação 14 de setembro de 2021
Área Total 0
População 1
Moeda Cruzeiro Real

https://govcruzeirodosul.wordpress.com

O Principado do Cruzeiro do Sul é uma micronação independente, soberana e com governo no exílio. O governo monárquico provisório está localizado no Brasil, a corte espera por aquisição de terras para restabelecer a monarquia constitucional e garantir os direitos populares.

História

Em 2021, diante das crescentes insatisfações com o sistema republicano, o clamor por mudança ecoava pelas ruas do Brasil. A ordem social ruía, e o anseio por um líder que resgatasse os valores tradicionais e a estabilidade se intensificava. Nesse cenário de caos e incerteza, um homem corajoso, movido por um profundo senso de dever e amor à pátria, ergueu a bandeira da resistência. Luiz II, com o peso da história sobre seus ombros, tomou a audaciosa decisão de se autoproclamar Príncipe Regente do Principado do Cruzeiro do Sul.

Em um gesto simbólico que ecoou por todo o país, declarou que, enquanto o principado não possuísse um território físico definido, ele governaria onde quer que seus pés o levassem, levando consigo a chama da esperança e a promessa de um novo amanhã. Sua voz ressoou como um trovão, desafiando o status quo e convocando todos aqueles que compartilhavam de seus ideais a se unirem à sua causa.

Sua Alteza Real, com sua visão de futuro e determinação inabalável, não se contentou em apenas sonhar com um futuro melhor. Ele liderou incursões audaciosas, enfrentando as forças opressoras em guerrilhas estratégicas, conquistando cada palmo de terra com suor e sangue. Seu objetivo não era apenas o reconhecimento internacional do Principado do Cruzeiro do Sul, mas a construção de um lar para seu povo, um refúgio onde a justiça, a igualdade e a liberdade floresceriam em meio ao caos.

Com cada vitória conquistada, a esperança renascia nos corações dos oprimidos. O Príncipe Regente acolhia todos aqueles que buscavam um novo começo, independentemente de sua origem, construindo juntos um exército de resistência que se fortalecia a cada dia. A chama da revolução se espalhava, e o sonho de um futuro próspero e harmonioso para o Principado do Cruzeiro do Sul se tornava cada vez mais palpável.

A cada batalha vencida, a visão de um governo verdadeiramente democrático se aproximava da realidade. Luiz II, o líder que emergiu das sombras, prometia um futuro onde a voz do povo seria ouvida e respeitada, onde todos os cidadãos teriam a oportunidade de participar ativamente da construção de uma nação forte e unida. Sua liderança inspirava a esperança e a confiança em um futuro melhor para todos, um futuro forjado nas chamas da revolução e regado com o sangue dos heróis.

Governo

Até o retorno triunfal da Corte do exílio e o restabelecimento da ordem em território nacional, o governo provisório estará sob a autoridade plena e incontestável de Sua Alteza Real (SAR). Durante este período interino, a Coroa deterá a prerrogativa exclusiva de legislar e exercer todos os poderes inerentes à soberania (militar, executivo, judiciário, legislativo e moderador) em situações de emergência, guerra, estado de sítio ou qualquer forma de instabilidade política que ameace a segurança e o bem-estar da nação.

SAR, com sua sabedoria e benevolência, manterá permanentemente a função cerimonial, representando a unidade e a continuidade do Estado, e exercerá o poder moderador, zelando pelo equilíbrio e harmonia entre os poderes constituídos.

Em sua magnanimidade, a Coroa também assume a responsabilidade de promulgar um código penal provisório, garantindo a ordem e a justiça, e uma constituição provisória, estabelecendo as bases para a futura organização do Estado. Ao fim do exílio, com a graça de Deus, a Coroa convocará uma assembleia nacional constituinte, composta pelos mais ilustres cidadãos do reino, para a elaboração da constituição definitiva, que consolidará os valores e aspirações do povo, assegurando um futuro de paz, prosperidade e glória para a nação.


Hierarquia

Poder Chefe Atribuições
Moderador Príncipe Supervisionar e equilibrar os demais poderes, garantir a estabilidade política, representar o Estado em cerimônias e eventos, vetar leis aprovadas pelo Legislativo.
Executivo Governador-Geral Implementar as leis, administrar o governo, conduzir a política externa, nomear ministros e outros funcionários, comandar as forças armadas em tempos de paz.
Legislativo Secretário-Geral Elaborar e aprovar leis, fiscalizar o poder executivo, aprovar orçamentos, representar os interesses da população, iniciar processos de impeachment.
Militar Comandante-Geral Defender o território nacional, garantir a segurança interna, planejar e executar operações militares, manter a ordem pública, assessorar o Governador-Geral em assuntos militares.
Judiciário Juiz-Chefe Interpretar as leis, garantir o cumprimento da justiça, julgar casos e conflitos, proteger os direitos e liberdades individuais, garantir a constitucionalidade das leis.

Política

Durante o governo provisório, é proibida a existência de partidos políticos, mas ao fim deste, serão instituídos os partidos que estiverem de acordo com a legislação eleitoral e forem aceitos pelo conselho monárquico e por SAR.

Legislação

A definir.

Forças Armadas

O principado do Cruzeiro do Sul é uma nação desmilitarizada por força do exílio. A recriação das forças nacionais de segurança se dará ao fim do exílio, quando serão instituídos:

  • O exército real;
  • A aeronáutica real;
  • A polícia nacional;
  • A guarda real;
  • A força nacional de inteligência;
  • A armada popular de segurança nacional;
  • As forças de segurança, emergência e socorro.