Mudanças entre as edições de "Estado do Xingu"
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A sua administração é estritamente unitária, sem subdivisões territoriais delegadas, com a Marca de Belburgstad servindo como capital política e sede única de todas as instituições estatais. O arcabouço legal do Estado é definido pela Carta Constitucional de Autonomia do Xingu e pela Carta de Jurisprudência Legal do Xingu, que conferem autoridade plena ao Wildgrave e ao Czærisgrav sobre todos os níveis de administração, formalizando a ausência de separação de poderes. | A sua administração é estritamente unitária, sem subdivisões territoriais delegadas, com a Marca de Belburgstad servindo como capital política e sede única de todas as instituições estatais. O arcabouço legal do Estado é definido pela Carta Constitucional de Autonomia do Xingu e pela Carta de Jurisprudência Legal do Xingu, que conferem autoridade plena ao Wildgrave e ao Czærisgrav sobre todos os níveis de administração, formalizando a ausência de separação de poderes. | ||
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| − | O Estado do Xingu | + | O Estado do Xingu foi uma Monarquia Autocrática Absoluta. O poder supremo e a chefia de Estado residem na figura do Wildgrave (Monarca), Lucas de Woestein. A administração executiva e governamental direta é conduzida pelo Czærisgrav (Governante), Visconde Khabbaz. |
| − | A única legislatura existente | + | A única legislatura existente era um Senado, cujo funcionamento era classificado como fechado ao público. A ordem jurídica do Estado era estabelecida por dois documentos fundamentais: |
* Carta Constitucional de Autonomia do Xingu: Define as bases estruturais e os princípios fundamentais do Estado. | * Carta Constitucional de Autonomia do Xingu: Define as bases estruturais e os princípios fundamentais do Estado. | ||
* Carta de Jurisprudência Legal do Xingu: Unifica a aplicação das normas e regula a interpretação oficial do direito. | * Carta de Jurisprudência Legal do Xingu: Unifica a aplicação das normas e regula a interpretação oficial do direito. | ||
Edição atual tal como às 19h19min de 30 de janeiro de 2026
| Estado do Xingu | |||
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| Lema: "Paz e Liberdade ao Xingu" Localização aproximada do Estado do Xingu na América do Sul | |||
| Capital Administrativa | Marca de Belburgstad | ||
|---|---|---|---|
| Gentílico | Xinguara | ||
| Língua Oficial | Português | ||
| Religião Oficial | Politeísmo (Paganismo Indígena) | ||
| Animal Nacional | Onça Pintada | ||
| Governo | Monarquia Autocrática Absoluta | ||
| - Wildgrave (Monarca) | Lucas Baqueiro | ||
| - Czærisgrav (Governante) | Visconde Khabbaz | ||
| Legislatura | Senado (fechado) | ||
| Base Legal | Carta Constitucional de Autonomia do Xingu | ||
| Formação | . | ||
| - Fundação | 14 de março de 2022 | ||
| - Proclamação Formal | 15 de abril de 2022 | ||
| Área | Aproximadamente 3 km² | ||
| Moeda | Florim Maurense | ||
| Esporte Nacional | Futebol | ||
| Fuso Horário | (AMT) UTC-4 | ||
| Formato da Data | dd/mm/aaaa | ||
| Website Oficial | |||
O Estado do Xingu foi uma entidade política autocrática instituída em 14 de março de 2022 e formalmente extinta em Dezembro de 2025, estruturada sob um regime de autoridade altamente centralizada. Seu sistema de governo concentra todas as funções administrativas, normativas e judiciais, com o poder supremo residindo no Wildgrave, o monarca, cargo atualmente ocupado por Lucas de Woestein. A administração executiva direta do Estado é exercida pelo Czærisgrav, o governante, Visconde Khabbaz.
A sua administração é estritamente unitária, sem subdivisões territoriais delegadas, com a Marca de Belburgstad servindo como capital política e sede única de todas as instituições estatais. O arcabouço legal do Estado é definido pela Carta Constitucional de Autonomia do Xingu e pela Carta de Jurisprudência Legal do Xingu, que conferem autoridade plena ao Wildgrave e ao Czærisgrav sobre todos os níveis de administração, formalizando a ausência de separação de poderes.
História e Fundação
O território do atual Estado do Xingu possui registro arqueológico de ocupação humana desde aproximadamente 3000 a.C., com povos originários estabelecidos ao longo do Rio Xingu. A região integrou o Grão-Pará no século XVII, foi palco da Revolta da Cabanagem (1835–1840) e passou por ciclos econômicos como o da borracha e, posteriormente, da mineração e agropecuária. A cidade de Altamira, centro regional, originou-se da Missão Jesuítica de Tavaquara, fundada em 1750.
A fundação do Estado do Xingu, em 2022, é vista como uma continuidade simbólica da trajetória histórica da região, articulando sua identidade territorial e tradição de organização social.
Política, Governo e Base Legal
O Estado do Xingu foi uma Monarquia Autocrática Absoluta. O poder supremo e a chefia de Estado residem na figura do Wildgrave (Monarca), Lucas de Woestein. A administração executiva e governamental direta é conduzida pelo Czærisgrav (Governante), Visconde Khabbaz.
A única legislatura existente era um Senado, cujo funcionamento era classificado como fechado ao público. A ordem jurídica do Estado era estabelecida por dois documentos fundamentais:
- Carta Constitucional de Autonomia do Xingu: Define as bases estruturais e os princípios fundamentais do Estado.
- Carta de Jurisprudência Legal do Xingu: Unifica a aplicação das normas e regula a interpretação oficial do direito.
Características Nacionais
- Língua Oficial: Português, com reconhecimento histórico de línguas indígenas regionais.
- Religião Oficial: Politeísmo, especificamente baseado nas tradições Paganismo Indígena locais.
- Símbolos Nacionais:
* Animal Nacional: Onça Pintada, espécie emblemática da fauna amazônica. * Lema Nacional: "Paz e Liberdade ao Xingu".
- Economia: Utiliza o Florim Maurense como moeda oficial.
- Segurança e Dados: O Estado não mantém forças armadas permanentes. Informações detalhadas sobre população, Produto Interno Bruto (PIB) e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) são tratadas como segredo de Estado.