Mudanças entre as edições de "M. Soto"
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== O Fim de Sotóvia e o Anarquismo de Soto == | == O Fim de Sotóvia e o Anarquismo de Soto == | ||
| − | Sotóvia não teve um fim oficial. Soto foi deixando aos poucos a comunidade micronacionalista porque acabou se radicalizando ao anarquismo. Durante seus últimos dias governando Sotóvia, Soto já estava começando a se perguntar qual era a utilidade ou finalidade de tudo aquilo. Para ele, mais importante do que símbolos nacionais, como bandeira, hino e brasão, era o quanto as pessoas poderiam ter suas necessidades básicas supridas, sem gastar nada ou pouco dinheiro para isso. Neste momento, Soto almejava construir uma comunidade autônoma e autossustentável que não dependesse do capitalismo externo para existir, ideia esta que nunca saiu do papel. Mais tarde, Soto chegou a acampar durante 15 dias em uma ecovila, onde compartilhou seu desejo de construir uma comunidade autossustentável que pudesse suprir as necessidades básicas de todos. Alguns poucos anos depois, Soto começou a ter contato com conteúdo radical na internet, principalmente de marxistas-leninistas. Porém, Soto acreditava que o futuro da sociedade humana não era um governo centralizado, mas sim, uma fragmentação da sociedade em pequenas comunidades autônomas que funcionassem através de um sistema de democracia direta e autogestão com assembleias de moradores. Os marxistas-leninistas foram uma ponte para que Soto conhecesse o anarquismo. Neste período, Soto começou a entrar em contato com comunidades anarquistas na internet e percebeu que os anarquistas defendiam algo parecido com aquilo que ele pensava. A autogestão, a autonomia e o anti-capitalismo passaram a ser os pilares centrais do pensamento atual de Soto. | + | Sotóvia não teve um fim oficial. Soto foi deixando aos poucos a comunidade micronacionalista porque acabou se radicalizando ao [https://pt.wikipedia.org/wiki/Anarquismo anarquismo]. Durante seus últimos dias governando Sotóvia, Soto já estava começando a se perguntar qual era a utilidade ou finalidade de tudo aquilo. Para ele, mais importante do que símbolos nacionais, como bandeira, hino e brasão, era o quanto as pessoas poderiam ter suas necessidades básicas supridas, sem gastar nada ou pouco dinheiro para isso. Neste momento, Soto almejava construir uma comunidade autônoma e autossustentável que não dependesse do capitalismo externo para existir, ideia esta que nunca saiu do papel. Mais tarde, Soto chegou a acampar durante 15 dias em uma ecovila, onde compartilhou seu desejo de construir uma comunidade autossustentável que pudesse suprir as necessidades básicas de todos. Alguns poucos anos depois, Soto começou a ter contato com conteúdo radical na internet, principalmente de marxistas-leninistas. Porém, Soto acreditava que o futuro da sociedade humana não era um governo centralizado, mas sim, uma fragmentação da sociedade em pequenas comunidades autônomas que funcionassem através de um sistema de democracia direta e autogestão com assembleias de moradores. Os marxistas-leninistas foram uma ponte para que Soto conhecesse o anarquismo. Neste período, Soto começou a entrar em contato com comunidades anarquistas na internet e percebeu que os anarquistas defendiam algo parecido com aquilo que ele pensava. A autogestão, a autonomia e o anti-capitalismo passaram a ser os pilares centrais do pensamento atual de Soto. |
| − | Atualmente, como anarquista, Soto já não vê mais sentido na existência de estados-nações. Soto chegou a dizer que não vê diferença entre micro e macronação, pois é tudo uma ilusão. Deste modo, Soto passou a se preocupar mais com o suprimento e o acesso às necessidades básicas do dia a dia, do que com meros símbolos nacionais. Isso faz com que Soto teça duras críticas ao capitalismo e ao estado, adotando assim, uma | + | Atualmente, como anarquista, Soto já não vê mais sentido na existência de estados-nações. Soto chegou a dizer que não vê diferença entre micro e macronação, pois é "tudo uma ilusão", segundo suas palavras. Deste modo, Soto passou a se preocupar mais com o suprimento e o acesso às necessidades básicas do dia a dia, do que com meros símbolos nacionais. Isso faz com que Soto teça duras críticas ao capitalismo e ao estado, adotando assim, uma posição [https://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo_libert%C3%A1rio socialista libertária], pois para ele, o capitalismo é o principal fator que limita o acesso das pessoas à uma vida digna. |
Recentemente, Soto se envolveu em pautas como o fim da escala 6x1. | Recentemente, Soto se envolveu em pautas como o fim da escala 6x1. | ||
Edição das 22h26min de 21 de fevereiro de 2026
M. Soto foi um príncipe dentro do micronacionalismo, governando o Principado de Sotóvia. Ele fundou sua micronação exatamente em 9 de julho de 2018, às 08:40 da manhã.
História
Soto tomou conhecimento da existência de micronações no ano de 2018. Porém, a maioria dos conteúdos sobre o assunto falavam sobre micronações anglófonas. Diferente da lusofonia, que trata o micronacionalismo como um hobby, na anglofonia se aplica um realismo micronacional, onde em sua maioria, as pessoas declaram independência de territórios reais e começam a tratar aquele território como se fosse independente do resto do mundo. No micromundo anglófono, isso se dá por diversos motivos: protesto, trabalho artístico, ponto turístico, etc. Porém, há aqueles que de fato levam a independência de sua micronação a sério, como no caso de Sealand. Pelo fato da diversidade da micro-anglofonia ser maior e aceitar com mais facilidade tipos diferentes de micronações, Soto decidiu fundar sua própria micronação inspirada em modelos anglófonos.
A entrada de Sotóvia na lusofonia não foi vista com bons olhos. O micromundo lusófono segue regras rígidas e muito formais, simulando as burocracias das macronações. Sotóvia seguiu um modelo de micronação mais informal, menos burocrática e com elementos mais "divertidos" em sua estética, se baseando em algumas micronações da anglofonia, como por exemplo, o Império Aericano. Sotóvia sofreu duras críticas e o Príncipe Soto I sofreu diversos ataques pessoais e bullying da maioria dos líderes e cidadãos do micromundo lusófono.
O Fim de Sotóvia e o Anarquismo de Soto
Sotóvia não teve um fim oficial. Soto foi deixando aos poucos a comunidade micronacionalista porque acabou se radicalizando ao anarquismo. Durante seus últimos dias governando Sotóvia, Soto já estava começando a se perguntar qual era a utilidade ou finalidade de tudo aquilo. Para ele, mais importante do que símbolos nacionais, como bandeira, hino e brasão, era o quanto as pessoas poderiam ter suas necessidades básicas supridas, sem gastar nada ou pouco dinheiro para isso. Neste momento, Soto almejava construir uma comunidade autônoma e autossustentável que não dependesse do capitalismo externo para existir, ideia esta que nunca saiu do papel. Mais tarde, Soto chegou a acampar durante 15 dias em uma ecovila, onde compartilhou seu desejo de construir uma comunidade autossustentável que pudesse suprir as necessidades básicas de todos. Alguns poucos anos depois, Soto começou a ter contato com conteúdo radical na internet, principalmente de marxistas-leninistas. Porém, Soto acreditava que o futuro da sociedade humana não era um governo centralizado, mas sim, uma fragmentação da sociedade em pequenas comunidades autônomas que funcionassem através de um sistema de democracia direta e autogestão com assembleias de moradores. Os marxistas-leninistas foram uma ponte para que Soto conhecesse o anarquismo. Neste período, Soto começou a entrar em contato com comunidades anarquistas na internet e percebeu que os anarquistas defendiam algo parecido com aquilo que ele pensava. A autogestão, a autonomia e o anti-capitalismo passaram a ser os pilares centrais do pensamento atual de Soto.
Atualmente, como anarquista, Soto já não vê mais sentido na existência de estados-nações. Soto chegou a dizer que não vê diferença entre micro e macronação, pois é "tudo uma ilusão", segundo suas palavras. Deste modo, Soto passou a se preocupar mais com o suprimento e o acesso às necessidades básicas do dia a dia, do que com meros símbolos nacionais. Isso faz com que Soto teça duras críticas ao capitalismo e ao estado, adotando assim, uma posição socialista libertária, pois para ele, o capitalismo é o principal fator que limita o acesso das pessoas à uma vida digna.
Recentemente, Soto se envolveu em pautas como o fim da escala 6x1.