Mudanças entre as edições de "Estado do Xingu"
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O [[Estado do Xingu]] é um Estado Soberano fundado em 14 de março de 2022 por [[André Chalegre]], tendo se emancipado formalmente em 15 de abril do mesmo ano. Trata-se de uma monarquia autocrática unitária, onde o poder político e administrativo se concentra integralmente nas mãos do monarca, intitulado [[Czærisgrav]]. O Estado do Xingu possui uma única cidade, que também funciona como sua capital: a [[Belburgstad]], núcleo simbólico e administrativo da micronação. | O [[Estado do Xingu]] é um Estado Soberano fundado em 14 de março de 2022 por [[André Chalegre]], tendo se emancipado formalmente em 15 de abril do mesmo ano. Trata-se de uma monarquia autocrática unitária, onde o poder político e administrativo se concentra integralmente nas mãos do monarca, intitulado [[Czærisgrav]]. O Estado do Xingu possui uma única cidade, que também funciona como sua capital: a [[Belburgstad]], núcleo simbólico e administrativo da micronação. | ||
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Desde sua fundação, o Xingu destacou-se como uma iniciativa de cunho simbólico e político, articulada dentro do universo das [[micronações lusófonas]], com especial relação com a [[Comunidade Maurense de Nações ]] das [[Províncias Unidas de Maurícia]], da qual passou a fazer parte como jurisdição autônoma. No âmbito dessa comunidade, o chefe de Estado supremo é o [[Stadhoulder de Maurícia]], ao qual o Xingu está vinculado em termos protocolares e diplomáticos, mantendo, porém, autonomia interna sob a autoridade do Czærisgrav. | Desde sua fundação, o Xingu destacou-se como uma iniciativa de cunho simbólico e político, articulada dentro do universo das [[micronações lusófonas]], com especial relação com a [[Comunidade Maurense de Nações ]] das [[Províncias Unidas de Maurícia]], da qual passou a fazer parte como jurisdição autônoma. No âmbito dessa comunidade, o chefe de Estado supremo é o [[Stadhoulder de Maurícia]], ao qual o Xingu está vinculado em termos protocolares e diplomáticos, mantendo, porém, autonomia interna sob a autoridade do Czærisgrav. | ||
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Historicamente, o Xingu também possui raízes que remontam à sua breve fase como protetorado militar. No início de 2022, foi firmado o [[Tratado do Ambé]] entre o [[Estado do Xingu]] e o [[Império Karno-Rutheno]], pelo qual este último reconhecia a soberania do Xingu em troca de seu alinhamento político, militar e estratégico. Nessa fase, o Xingu assumiu o status de Fronteira Militar, recebendo respaldo diplomático e segurança sob a proteção karno-ruthena. Em 2025 o Estado do Xingu ingressa na Comunidade Maurense de Nações como entidade autônoma. | Historicamente, o Xingu também possui raízes que remontam à sua breve fase como protetorado militar. No início de 2022, foi firmado o [[Tratado do Ambé]] entre o [[Estado do Xingu]] e o [[Império Karno-Rutheno]], pelo qual este último reconhecia a soberania do Xingu em troca de seu alinhamento político, militar e estratégico. Nessa fase, o Xingu assumiu o status de Fronteira Militar, recebendo respaldo diplomático e segurança sob a proteção karno-ruthena. Em 2025 o Estado do Xingu ingressa na Comunidade Maurense de Nações como entidade autônoma. | ||
Atualmente a coroa xinguara encontra-se sob disputa. De um lado o fundador do Estado do Xingu, [[André Chalegre]] e do outro lado o impedador de [[Cimbres]], '''Dio I'''. | Atualmente a coroa xinguara encontra-se sob disputa. De um lado o fundador do Estado do Xingu, [[André Chalegre]] e do outro lado o impedador de [[Cimbres]], '''Dio I'''. | ||
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== Etimologia == | == Etimologia == | ||
O nome do Xingu é uma menção direta ao Rio Xingu, que banha toda a costa do país. | O nome do Xingu é uma menção direta ao Rio Xingu, que banha toda a costa do país. | ||
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== Historia == | == Historia == | ||
O território do atual Estado do Xingu possui ocupação humana desde pelo menos 3000 a.C., com povos originários vivendo ao longo do Rio Xingu. Colonizado pelos portugueses a partir do século XVII, integrou o [[Grão-Pará]] e foi palco da [[Revolta da Cabanagem]] (1835–1840), marco de resistência popular. Ganhou destaque nos ciclos da borracha e voltou a crescer nas décadas de 1960 e 1970 com a mineração e a agropecuária. [[Altamira]], sua principal cidade, tem origem na [[Missão Jesuítica de Tavaquara]], fundada em 1750. A proclamação do Estado do Xingu, em 2022, representa a continuidade histórica de autonomia, identidade territorial e vocação política da região. | O território do atual Estado do Xingu possui ocupação humana desde pelo menos 3000 a.C., com povos originários vivendo ao longo do Rio Xingu. Colonizado pelos portugueses a partir do século XVII, integrou o [[Grão-Pará]] e foi palco da [[Revolta da Cabanagem]] (1835–1840), marco de resistência popular. Ganhou destaque nos ciclos da borracha e voltou a crescer nas décadas de 1960 e 1970 com a mineração e a agropecuária. [[Altamira]], sua principal cidade, tem origem na [[Missão Jesuítica de Tavaquara]], fundada em 1750. A proclamação do Estado do Xingu, em 2022, representa a continuidade histórica de autonomia, identidade territorial e vocação política da região. | ||
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Entre 2017 e 2018, [[André Chalegre]] realizou expedições à [[ilha do Arapujá]], proclamando o efêmero [[Arquiducado de Lourensia]] — primeiro movimento secessionista da região desde a Cabanagem. A experiência, embora breve, serviu de base para a criação do Estado do Xingu, oficialmente fundado em 14 de março de 2022 como uma monarquia absolutista unitária, com sede em Belburgstad. Desde então, o Xingu se destacou no micronacionalismo lusófono, integrando-se à [[Conferência de Santiago]] e sendo reconhecido por nações como a [[República de Molóssia]] e o [[Império Karno-Rutheno]], com o qual firmou o Tratado do Ambé, assumindo brevemente o status de Protetorado Militar. | Entre 2017 e 2018, [[André Chalegre]] realizou expedições à [[ilha do Arapujá]], proclamando o efêmero [[Arquiducado de Lourensia]] — primeiro movimento secessionista da região desde a Cabanagem. A experiência, embora breve, serviu de base para a criação do Estado do Xingu, oficialmente fundado em 14 de março de 2022 como uma monarquia absolutista unitária, com sede em Belburgstad. Desde então, o Xingu se destacou no micronacionalismo lusófono, integrando-se à [[Conferência de Santiago]] e sendo reconhecido por nações como a [[República de Molóssia]] e o [[Império Karno-Rutheno]], com o qual firmou o Tratado do Ambé, assumindo brevemente o status de Protetorado Militar. | ||
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O Estado do Xingu é uma Monarquia Autocrática e um Estado-Membro da Comunidade Maurense de Nações ao lado de [[Badakshain]], [[Albarena]], [[Noronha]], [[Borgonha]] e dentre alguns outros. | O Estado do Xingu é uma Monarquia Autocrática e um Estado-Membro da Comunidade Maurense de Nações ao lado de [[Badakshain]], [[Albarena]], [[Noronha]], [[Borgonha]] e dentre alguns outros. | ||
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== Geografia e Clima == | == Geografia e Clima == | ||
O Estado do Xingu é governado através de sua Capital, Belburgstad, que faz fronteira com o [[Viscondado de Altamira]], um território da Coroa das [[Províncias Unidas de Maurícia]]. | O Estado do Xingu é governado através de sua Capital, Belburgstad, que faz fronteira com o [[Viscondado de Altamira]], um território da Coroa das [[Províncias Unidas de Maurícia]]. | ||
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== Economia == | == Economia == | ||
O Estado do Xingu usa o florim maurense para movimentar sua economia. | O Estado do Xingu usa o florim maurense para movimentar sua economia. | ||
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== Cultura e Mídia == | == Cultura e Mídia == | ||
Edição das 13h13min de 15 de agosto de 2025
| Estado do Xingu | ||||
| Lema Um Povo, Uma Nação, Um Deus | ||||
| Hino O Guaraní (https://youtu.be/rRUMTl4gIng) | ||||
| América do Sul | ||||
| Capital | Belburgstad | |||
|---|---|---|---|---|
| Maior Cidade | Belburgstad | |||
| Língua Oficial | Português, Francês e Neerlandês | |||
| Religião Oficial | Catolicismo Romano, Catolicismo Ortodoxo e Cristianismo Protestante | |||
| Nome Curto | Xingu | |||
| Gentílico | Xinguara | |||
| Tipo de Governo | Monarquia Autocrática | |||
| Fundação | 16/03/2022 | |||
| Área Total | Aproximadamente 3 km² | |||
| Moeda | Florim Maurense | |||
| Time zone | (AMT), UTC -4 | |||
| Esporte nacional | Xadrez | |||
| Animal nacional | Onça Pintada | |||
O Estado do Xingu é um Estado Soberano fundado em 14 de março de 2022 por André Chalegre, tendo se emancipado formalmente em 15 de abril do mesmo ano. Trata-se de uma monarquia autocrática unitária, onde o poder político e administrativo se concentra integralmente nas mãos do monarca, intitulado Czærisgrav. O Estado do Xingu possui uma única cidade, que também funciona como sua capital: a Belburgstad, núcleo simbólico e administrativo da micronação.
Desde sua fundação, o Xingu destacou-se como uma iniciativa de cunho simbólico e político, articulada dentro do universo das micronações lusófonas, com especial relação com a Comunidade Maurense de Nações das Províncias Unidas de Maurícia, da qual passou a fazer parte como jurisdição autônoma. No âmbito dessa comunidade, o chefe de Estado supremo é o Stadhoulder de Maurícia, ao qual o Xingu está vinculado em termos protocolares e diplomáticos, mantendo, porém, autonomia interna sob a autoridade do Czærisgrav.
Historicamente, o Xingu também possui raízes que remontam à sua breve fase como protetorado militar. No início de 2022, foi firmado o Tratado do Ambé entre o Estado do Xingu e o Império Karno-Rutheno, pelo qual este último reconhecia a soberania do Xingu em troca de seu alinhamento político, militar e estratégico. Nessa fase, o Xingu assumiu o status de Fronteira Militar, recebendo respaldo diplomático e segurança sob a proteção karno-ruthena. Em 2025 o Estado do Xingu ingressa na Comunidade Maurense de Nações como entidade autônoma.
Atualmente a coroa xinguara encontra-se sob disputa. De um lado o fundador do Estado do Xingu, André Chalegre e do outro lado o impedador de Cimbres, Dio I.
Índice
Etimologia
O nome do Xingu é uma menção direta ao Rio Xingu, que banha toda a costa do país.
Historia
O território do atual Estado do Xingu possui ocupação humana desde pelo menos 3000 a.C., com povos originários vivendo ao longo do Rio Xingu. Colonizado pelos portugueses a partir do século XVII, integrou o Grão-Pará e foi palco da Revolta da Cabanagem (1835–1840), marco de resistência popular. Ganhou destaque nos ciclos da borracha e voltou a crescer nas décadas de 1960 e 1970 com a mineração e a agropecuária. Altamira, sua principal cidade, tem origem na Missão Jesuítica de Tavaquara, fundada em 1750. A proclamação do Estado do Xingu, em 2022, representa a continuidade histórica de autonomia, identidade territorial e vocação política da região.
Entre 2017 e 2018, André Chalegre realizou expedições à ilha do Arapujá, proclamando o efêmero Arquiducado de Lourensia — primeiro movimento secessionista da região desde a Cabanagem. A experiência, embora breve, serviu de base para a criação do Estado do Xingu, oficialmente fundado em 14 de março de 2022 como uma monarquia absolutista unitária, com sede em Belburgstad. Desde então, o Xingu se destacou no micronacionalismo lusófono, integrando-se à Conferência de Santiago e sendo reconhecido por nações como a República de Molóssia e o Império Karno-Rutheno, com o qual firmou o Tratado do Ambé, assumindo brevemente o status de Protetorado Militar.
Política e Governo
O Estado do Xingu é uma Monarquia Autocrática e um Estado-Membro da Comunidade Maurense de Nações ao lado de Badakshain, Albarena, Noronha, Borgonha e dentre alguns outros.
Geografia e Clima
O Estado do Xingu é governado através de sua Capital, Belburgstad, que faz fronteira com o Viscondado de Altamira, um território da Coroa das Províncias Unidas de Maurícia.
Economia
O Estado do Xingu usa o florim maurense para movimentar sua economia.
Cultura e Mídia
O Xingu usa a Ágora Maurense como meio para difundir seus atos de Estado, e a página oficial no Facebook para divulgar suas iniciativas regionais: Governo do Xingu..
Disputa sobre o micronação
Durante o ano de 2023, o fundador do Estado do Xingu André Chalegre, abdicou do troco em favor do Imperador de Cimbres (Dio I) que, após governar o Xingu por 12 meses, reestabeleceu a coroa ao fundador, André Chalegre. Porém, seis meses após, o rei André Chalegre abdicou novamente ao trono, desta vez em favor do Sr. Nelson Weber.
Após desentendimentos internos, Dio I de Cimbres assumiu o controle do Xingu, mas abriu mão do trono, para que o Matheus Lourenço fosse nomeado. Por sua vez, O Sr. Matheus nomeou Dio I como guardião perpetuo do Estado de Xingu. Após alguns meses, o fundador do Xingu ( André Chalegre) decidiu retornar ao projeto mais uma vez, o que causou uma ruptura com dois reis entrando em disputa pela coroa.