Mudanças entre as edições de "Diário Político"

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O '''Diário Político '''é um jornal camboriuense que mostra as principais notícias da política de [[República Independente de Camboriú|Camboriú]], foi criado pelo ex-presidente Humberto Tiler e é um dos jornais mais populares de [[República Independente de Camboriú|Camboriú]]
 
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[[File:Diario1.png|thumb|288x288px|Foto da página principal do Diário Político (15/01/2020)]]
 
  
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== História do Jornal ==
 
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O ex-presidente [[Humberto Tiler]] estava insatisfeito com os rumores de uma volta da monarquia em Camboriú, ele teve a ideia então de propagar o republicanismo criando um jornal que toda a população utilizasse e acabasse apoiando a recém-criada República. Foi quando ele criou o '''Diário Político'''<nowiki>, numa tentativa de manter o republicanismo em Camboriú, uma vez que o Partido da Restauração Monárquica (Atual [[Partido Monarquista de Camboriú]]) estava cada vez mais ganhando popularidade e força. Humberto então criou um jornal focado na política, porém, apenas com notícias pró-republicanas e sempre com críticas ao monarquismo, isso fez com que parte da população visse isso como uma ''censura de reais notícias'', muitas das chamadas ''Fake News'' eram criadas e escritas no jornal, enquanto as verdadeiras notícias que não agradavam aos escritores republicanos eram censuradas e não eram escritas no jornal.</nowiki>
 
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== Revolução Jornalística (1982) ==
 
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Em 1982, um grupo de jornalistas do [[Volkzeitung]] (Jornal televisivo e impresso que estava disputando audiência com o Diário Político) fizeram uma entrevista com diversas pessoas sobre como a notícia do Diário Político era avaliada, 71% dos entrevistados consideravam o Diário Político de pouca qualidade pois haviam muitas notícias falsas e não respeitava quem fosse conservadorista ou monarquista. Um grupo de ex-escritores do jornal que foram demitidos por serem de posição política diferente dos diretores e do resto dos empregados, se rebelaram contra a Editora Tiler e receberam total apoio do [[Volkzeitung]] anonimamente, com dinheiro e etc. O movimento atraiu um grande número de pessoas e logo então fizeram a ''<nowiki>''Declaração dos Meios de Comunicação Jornalísticos''</nowiki>'', começando assim a '''Revolução Jornalística.'''
 
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Boa Parte da população então, não só revoltada com a Editora, como também com o próprio Presidente [[Humberto Tiler]] (Ele era dono da Editora que fechou em 2002), de um simples protesto havia se tornado uma rebelião contra o governo em geral, o Exército teve de se envolver, primeiramente ao lado de Humberto, porém, os militares aos poucos começaram também a apoiar a causa. Após conflitos em várias regiões de Camboriú, um acordo de paz foi assinado por Humberto, o Governo, o Exército e outras 392 pessoas. O '''Diário Político''' foi suspenso, a Editora Tiler teve que mudar de endereço de [[Balneário Camboriú]] para [[Navegantes]], Humberto, envergonhado pela <nowiki>''mini guerra civil''</nowiki> que ele, sua editora e os republicanos haviam causado, renunciou o cargo de Presidente e teve que aceitar a ''Declaração dos Meios de Comunicação Jornalísticos ''que proibiam totalmente a criação de notícias falsas e criavam diversas leis e direitos, onde devia-se ter respeito à opinião pública. O novo diretor do '''Diário Político '''(Matheus Hazael) comprou os direitos autorais do jornal, e criou sua própria editora (Editora [[Oceânica]]) e contratou vários funcionários, tomando posse do jornal. Agora, o jornal, que havia mudado de editora teria uma nova vida...
 
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== O Retorno da Audiência ==
 
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Como agora o jornal havia mudado totalmente sua forma de se comunicar, de sua editora e de dono, as pessoas aos poucos passariam a dar mais audiência ao jornal, que agora respeitava a todos os públicos, Hazael ficou muito feliz e teve apoio do povo, a todo dia havia uma nova edição do jornal, a política começou a ser vista de uma maneira diferente pelo público, um período de paz começou em Camboriú, mesmo depois de uma Guerra Civil contra a monarquia e uma <nowiki>''mini''</nowiki> por causa dos direitos públicos em relação ao jornalismo (Pelo menos até o golpe militar em 1984).
 

Edição atual tal como às 14h46min de 4 de junho de 2025