M. Soto
| Príncipe Soto I | |
|---|---|
| Reinado | 9 de julho de 2018 — 2022 |
| Interesses | Política, Anarquia, Anarquismo, autogestão, Anticapitalismo, Luta de classes, Escala 6x1 |
| Herdeiro | Nenhum |
| Ideologia | Anarquismo sem adjetivos |
| Hobbies | Games, Cinema |
| Occupation | Príncipe (deixou o cargo), podcaster, gamer, militante anarquista (atualmente) |
| Religion | Espiritismo |
História
Soto tomou conhecimento da existência de micronações no ano de 2018. Porém, a maioria dos conteúdos sobre o assunto falavam sobre micronações anglófonas. Diferente da lusofonia, que trata o micronacionalismo como um hobby, na anglofonia se aplica um realismo micronacional, onde em sua maioria, as pessoas de fato declaram independência de territórios reais e começam a tratar aquele território como se fosse um país real. No micromundo anglófono, isso se dá por diversos motivos: protesto, trabalho artístico, ponto turístico, etc. Porém, há aqueles que de fato levam a independência de sua micronação a sério, como no caso de Sealand. Pelo fato da diversidade da micro-anglofonia ser maior e aceitar com mais facilidade tipos diferentes de micronações, Soto decidiu fundar sua própria micronação inspirada em modelos anglófonos.
A entrada de Sotóvia na lusofonia não foi vista com bons olhos. O micromundo lusófono segue regras rígidas e muito formais, simulando as burocracias das macronações. Sotóvia seguiu um modelo de micronação mais informal, menos burocrática e com elementos mais "divertidos" em sua estética, se baseando em algumas micronações da anglofonia, como por exemplo, o Império Aericano. Sotóvia sofreu duras críticas e o Príncipe Soto I sofreu diversos ataques pessoais e bullying da maioria dos líderes e cidadãos do micromundo lusófono. Por causa disso, ele tentou criar uma lusofonia micronacional mais inclusiva e fundou a vertente do Neomicronacionalismo.
O Fim de Sotóvia e o Anarquismo de Soto
Atualmente, como anarquista, Soto já não vê mais sentido na existência de estados-nações. Para ele, o estado tem a única função de oprimir a classe trabalhadora. A partir de sua radicalização ao anarquismo, ele passou a se considerar um cidadão do mundo. Deste modo, ele passou a se preocupar mais com determinadas pautas, como o suprimento e o acesso às necessidades básicas, a preservação ambiental, o fim da escala 6x1 e condições dignas de trabalho, do que com meros símbolos nacionais. Isso fez com que Soto tecesse duras críticas ao capitalismo e ao estado, adotando assim, uma posição socialista libertária, pois para ele, o capitalismo é o principal fator que limita o acesso das pessoas à uma vida digna. Apesar de se considerar um anarquista sem adjetivos, Soto se simpatiza com a vertente do anarcocomunismo.
A informalidade de Sotóvia, a sua não-burocracia e a sua estética que fugia dos padrões de outros países, já refletia um pensamento anárquico em Soto. Ele sempre demonstrou não se preocupar com símbolos, mas sim, o quanto as pessoas de Sotóvia estavam tendo uma vida digna.
Soto ainda sonha em construir sua comunidade rural autônoma, autossustentável e baseada no princípio anarquista da autogestão.