Portugal e Algarves
| Reino Unido de Portugal e Algarves | ||||
| Lema Ordem, Justiça e Liberdade (English: Order, Justice and Freedom) | ||||
| Hino Hymno da Carta | ||||
![]() Portugal e Algarves; Reivindicações na América do Sul | ||||
| Capital | Lisboa | |||
|---|---|---|---|---|
| Maior Cidade | Lisboa | |||
| Língua Oficial | Português, Inglês, Espanhol | |||
| Nome Curto | RUPA | |||
| Gentílico | Português | |||
| Tipo de Governo | Monarquia Semi-constitucional | |||
| - Rei / Primeiro-Ministro | S.M.F. El-Rey Dom António II | |||
| Legislatura | Cortes Gerais | |||
| Fundação | 22 de junho de 2002 | |||
| Esporte nacional | Futebol | |||
| Esta nação é membro da Liga das Micronações e da Confederação de Futebol Micronacional. | ||||
Site Oficial Fórum | ||||
O Reino Unido de Portugal e Algarves (RUPA) é uma micronação lusófona fundada em 22 de junho de 2002 por Dom Felipe d'Feitos e outros açorianos revoltados com a conjuntura política de seu país à época. Atualmente, figura como uma das mais célebres e influentes micronações da Lusofonia. O Reino adota uma monarquia semi-constitucional estruturada com o pleno funcionamento democrático, realizando eleições periódicas a cada três meses para as Cortes Gerais.
Índice
História
A história do Reino Unido de Portugal e Algarves inicia-se em 22 de junho de 2002, com a reinstituição da forma monárquica de governo e a restauração dynástica sob a Casa de Bragança-Wettin (representada pela linha de Bragança-Wettin de Feitos na pessoa de Felipe d'Feitos). Imediatamente após a aclamação, assumiu a posição de Príncipe-Regente, estruturando as instituições basilares do Estado micronacional e estabelecendo as bases institucionais do Reino.
Geografia e Divisão Territorial
Durante a era imperial, a geografia do Reino caracterizou-se pela sua projeção ultramarina e pela ampla reivindicação territorial inspirada no apogeu do Império Português na América do Sul. A micronação fundamentava suas pretensões geodésicas ao longo de três frentes principais: o controle da Bacia do Prata e da faixa oriental do Rio Uruguai; o domínio da faixa litorânea atlântica (entre a foz do Amazonas e o Prata); e a projeção sobre os sertões e a Bacia Amazônica com base nos limites históricos de 1750.
A sobreposição dessas extensas pretensões territoriais com as fronteiras de entidades micronacionais consolidadas na América do Sul deflagrou o Conflito Sul-Americano, marcando a diplomacia e a história militar do Reino na região.
Províncias e Territórios Ultramarinos
Administrativamente, o Reino organiza-se em províncias metropolitanas e domínios ultramarinos reivindicados:
| Província / Território | Capital / Sede | Região / Status | Notas e Reivindicações |
|---|---|---|---|
| Província da Estremadura | Lisboa | Metrópole (Europa) | Sede do Governo e capital do Reino. |
| Província dos Algarves | Faro | Metrópole (Europa) | Domínio histórico do Reino do Sul. |
| Província das Ilhas Adjacentes | Ponta Delgada | Metrópole Insular | Açores e Madeira. |
| Província Ultramarina da Cisplatina | Montevidéu | América do Sul | Reivindicação histórica na Bacia do Prata. |
| Província do Grão-Pará e Maranhão | Belém | América do Sul | Reivindicação da calha norte da Amazônia. |
| Território dos Sertões Orientais | Salvador | América do Sul | Zona de interiorização e fronteira. |
Política e Casa Real
O Reino é governado por Sua Majestade Fidelíssima El-Rey Dom António II de Bragança e Santarém, Rei dos Portugueses. O sistema político harmoniza a prerrogativa real com a representação popular exercida pelas Cortes Gerais, cujos membros são eleitos democraticamente a cada trimestre, garantindo o equilíbrio entre a tradição monárquica e o parlamentarismo.
Histórico de Primeiros-Ministros e Chefes de Governo
O Poder Executivo é chefiado pelo Primeiro-Ministro (Presidente do Conselho de Ministros), eleito ou nomeado conforme a composição das Cortes Gerais:
| Ordem | Chefe de Governo | Período / Mandato | Partido / Coligação | Principais Acontecimentos |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Dom Felipe d'Feitos | 2002 – 2004 | Monárquico / Regência | Fundação do RUPA e promulgação das Instituições Iniciais. |
| 2º | Marquês de Lisboa | 2004 – 2007 | Partido Regenerador | Consolidação parlamentar e expansão diplomática lusófona. |
| 3º | Conde de Coimbra | 2007 – 2012 | Aliança Constitucional | Reorganização territorial e eclosão do Conflito Sul-Americano. |
| 4º | Visconde de Santarém | 2012 – 2018 | Partido Progressista Micronacional | Restauração diplomática e co-fundação da CFM. |
| 5º | S.M.F. Dom António II (Acumulação) | 2018 – presente | Governo de União Nacional | Reforma das Cortes Gerais e modernização institucional. |
Estrutura da Casa Real e Títulos de Nobreza
A fidalguia e os títulos dinásticos são regulados pela Chancelaria Real, preservando as honras e graus da nobreza tradicional adaptados à ordem micronacional. A Casa Real de Bragança e Santarém encabeça a hierarquia nobre do Reino.
| Titular / Posição | Tratamento | Título Dinástico / Nobreárquico | Casa Dinástica / Observações |
|---|---|---|---|
| S.M.F. Dom António II | Sua Majestade Fidelíssima | Rei dos Portugueses e dos Algarves | Casa de Bragança e Santarém (Chefe de Estado e da Casa Real) |
| Herdeiro Presuntivo | Sua Alteza Real | Príncipe Real de Portugal e Grão-Pará | Herdeiro da Coroa do RUPA |
| Infantes de Portugal | Sua Alteza | Infante / Infanta de Portugal | Membros em linha direta da Família Real |
| Duques do Reino | Sua Graça / Excelência | Duque (ex: Duque de Bragança, Duque de Coimbra) | Alta Nobreza de Primeira Grandeza |
| Marqueses e Condes | Excelentíssimo | Marquês / Conde | Nobreza Titulada e Grandes do Reino |
| Viscondes e Barões | Ilustríssimo | Visconde / Barão | Nobreza de Honra e Mérito Micronacional |
Ordens Honoríficas e Comendas Reais
Como prerrogativa soberana da Coroa, o Rei outorga condecorações, ordens honoríficas e comendas a cidadãos nacionais e estrangeiros em reconhecimento a serviços prestados ao Reino, ao mérito cívico, cultural, desportivo ou diplomático no âmbito micronacional.
| Nome da Ordem / Comenda | Grau Principal | Finalidade e Critério de Outorga |
|---|---|---|
| Antiga e Muito Nobre Ordem Militar da Torre e Espada | Grão-Mestre / Grã-Cruz | A mais alta honraria do Reino, destinada a galardoar o mérito militar supremo, bravura e serviços extraordinários à Coroa. |
