Índice de direitos humanos em Moreiralândia

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O índice de direitos humanos em Moreiralândia é um índice que mede e analisa a situação dos direitos humanos e define como é o regime de Moreiralândia.

Análise

A análise é feita com base na liberdade individual, imprensa, monetária, econômica, transparência, corrupção, eleições, leis, direitos individuais e direitos das minorias.

Sistemas de pontos

8,0 a 10,0 = ótimo 7,0 a 7,9 = bom 4,0 a 6,9 = regular 3,0 a 3,9 = ruim 0,0 a 2,9 = péssimo

Se uma micronação alcançar mais de 70 pontos pode ser considerada uma democracia, entre 40 a 69 pontos é considerada semidemocracia, um modelo híbrido ou oligarquia e abaixo de 40 pontos pode ser um modelo híbrido mais próximo do autoritarismo, uma oligarquia ou ditadura.

Fontes

O Observatório de Direitos Humanos de Moreiralândia classificou Moreiralândia como sendo uma oligarquia familiar semidemocrática com a seguinte pontuação :

Liberdade individual = 3,5 (ruim) Liberdade econômica = 9,5 (ótimo) Liberdade de imprensa = 6,5 (regular) Liberdade monetária = 7,0 (bom) Transparência = 5,0 (regular) Combate a corrupção = 7,5 (bom) Eleições livres e justas = 3,4 (ruim) Leis transparentes e justas = 6,5 (regular) Direitos individuais = 6,5 (regular) Direitos das minorias = 6,1 (regular)

Total : 61,5 pontos (oligarquia semidemocrática, não livre)

Outras fontes dão 55,5 pontos e 57,1 pontos considerando também uma oligarquia semidemocrática não livre próxima de uma ditadura.

Variações

Entre a década de 70 a 90 acredita-se que Moreiralândia tinha entre 23 a 27 pontos entrando já no modelo de ditadura de tipo familiar, entre a década de 90 a 2017 a pontuação era de 21 a 23 pontos e entre 2017 a 2025 a pontuação chegou entre 56 a 65 pontos, atualmente no governo de Marcos Paulo os índices caíram indicando entre 55 a 61 pontos. Os principais motivos da subida nos últimos anos foi a abertura e liberalização nos governos de Geane e Janikelly e o motivo para o retrocesso nos últimos anos foram o aumento do nepotismo, do favoritismo, leis que aumentaram os poderes do presidente, concentração de poder nas mãos de uma pessoa e aumento do poder de Marcos Paulo e Lorrane sua esposa, aumento da advertência a opositores, cortes de internet durante protestos ou para censurar informações, ameaças, aumento da censura, da propaganda estatal e da narrativa oficialista, criação de religiões estatais para suprimir a narrativa das religiões oficiais, aumento de proibições e outros fatores levaram a Moreiralândia ser considerada uma oligarquia familiar semidemocrática não livre. Outros já consideram como uma ditadura pessoal de Marcos Paulo e Lorrane.