Exército de Libertação de Moreiralândia
O Exército de Libertação de Moreiralândia que atuam como as Forças Armadas de Moreiralândia desde a fundação da micronação. O Exército de Libertação de Moreiralândia tem atualmente 100 soldados ativos e 125 reservistas. O serviço militar em Moreiralândia é voluntário a partir dos 18 anos durando 12 meses. A micronação afirma que o ELM atua na proteção e segurança das fronteiras de Moreiralândia, além de garantir a lei e a ordem da República Soberana de Moreiralândia. A Constituição da República Soberana de Moreiralândia de 2025 permitiu que o ELM tenha militares da ativa na política como Coronel Gênesis e General Júlio Gonçalves além de permitir que os militares e policiais ativos possam votar. O ELM tem permissão para vigiar as ruas, monitorar e circular de madrugada devido a decretos presidenciais e ordens do governo devido ao fato da micronação está em "guerra" como diz o governo de Moreiralândia. O governo tem trabalhado bastante para que fosse aumentada a força militar do ELM em Moreiralândia recrutando até mesmo pessoas de qualquer lugar do mundo desde que tenha mais de 18 anos, ele recebe a cidadania de Moreiralândia, título de "Cavaleiro de Ferro" além de cesta básica, remédio, produto de higiene e um dinheiro para o básico em Moreiralândia. O ELM também mantém 15 motos para combate, 5 caminhonetes Toyota além de fuzis, escopetas e pistolas. O Comandante Supremo do ELM é o Presidente da República, Marcos Paulo. O ELM foi oficialmente dissolvido e mudado para FARM que são Forças Armadas Revolucionárias de Moreiralândia.
Campanhas militares
O ELM fez várias campanhas militares que foram um sucesso embora a micronação não seja reconhecida por nenhum país apenas por outras micronações, o ELM é comparado a uma guerrilha com treinos semelhantes a de uma guerrilha inclusive de meninos e meninas até chegarem aos 18 anos onde decidem entrar ao ELM. Outros consideram um grupo criminoso embora nunca tenha feito tráfico de drogas, tráfico de armas, extorsão e roubo. O ELM ao longo dos anos adquiriu armas brancas e algumas armas de fogo legalmente sem levantar suspeitas. Em 1987, o ELM embora não se soubesse da sua existência executou a tiros um antigo militar das forças armadas brasileiras na região do território reivindicado de Moreiralândia. Desde a década de 80 o ELM tentou sabotar eleições da região controlada por Moreiralândia se envolvendo com atos como queimar panfletos, rasgar e fazer pichação em áreas fora de seu território como intimidação e ameaça. Então ficou se sabendo da existência do ELM que fez sabotagens bem sucedidas nas eleições de 2012 tentando promover candidatos que não fossem nacionalistas ou de extrema-direita que defendem a unidade total do Brasil e fez atos repetitivos como furar pneu de carros de candidatos, sabotar motos de partidários nas proximidades e proibir a entrada de candidatos em Moreiralândia. Em 2016, Moreiralândia permitiu seus residentes votassem fora do território da micronação mais voltou a proibir em 2020 voltando a recolher panfletos e queimá-los ou rasgar. Em 2018 eles apedrejaram um carro da polícia no bairro Vila Nova em Imperatriz e conseguiram fugir. Em 2019, membros do ELM mataram 3 usuários de drogas afirmando sua postura de guerra às drogas e 2 membros de uma organização criminosa meses depois, um membro do ELM foi preso. Em 2023 cerca de 3 membros do ELM que eram estudantes e simpatizantes de Moreiralândia em um colégio do centro de Imperatriz escreveram mensagens de apoio a Moreiralândia e ameaçaram estudantes que fossem informantes para autoridades brasileiras e saíram. Em 2024 nas eleições municipais eles fizeram mais uma vez um boicote bem sucedido incentivando abstenção nas eleições fora de Moreiralândia, na área de Imperatriz e mais uma vez queimaram e rasgaram panfletos, furaram pneus de carros de candidatos, sabotaram motos, fizeram pichação em massa com ameaça, intimidação ao governo local e escreveram cartas de militância e apoio a micronação de Moreiralândia e entregaram em casas, ruas e escolas da região. A impunidade e falta de informações podem ter resultado na sua prosperidade e crescimento livre, a narrativa oficial diz que Moreiralândia está "vencendo a guerra contra o colonialismo brasileiro"
Guerras
Guerra de Libertação Nacional (1967 - 2024)
A "Guerra de Libertação Nacional" se resume em ameaças, execuções, sabotagens, pichação e vandalismo em períodos eleitorais, militância dentro do Brasil e tentativa de espalhar a ideia de Moreiralândia. A sonegação de imposto, não pagamento de multas, não prestar serviço militar e não votar em eleições brasileiras foi um método da "guerra" adotada por Moreiralândia e que devido a falta de punição e atuação fraca do Brasil nesses casos. O ELM conseguiu prosperar e manter o controle da micronação e expandindo a sua área de influência. Na verdade, a "guerra" pode ser na verdade apenas atos guerrilheiros para desestabilizar o sistema na região aumentando a atuação desde 2024 quando consolidou o controle de Moreiralândia.
Guerra pela Independência Total (2024 - até os dias atuais)
A "Guerra pela Independência Total" de Moreiralândia começou em 5 de setembro de 2024 quando aumentaram as operações nas eleições municipais de 2024 do Brasil e desde então tem se intensificado as operações mais o grupo armado segue impune e atuando livremente com pouca ou nenhuma punição. Mais o alvo tem sido pichação, furar pneus de carros e militância em escolas brasileiras da região e o aumento da campanha pelo recrutamento na micronação.
Dissolução e criação da FARM
O ELM foi dissolvido oficialmente em 15 de agosto de 2025 e foi criado no lugar as FARM (Forças Armadas Revolucionárias de Moreiralândia) que integrou armas, equipamentos e soldados do antigo ELM. O ELM foi dissolvido e foi criada as FARM que planeja ter mais 5 motos, mais soldados e adquirir 5 drones e 5 barcos aumentando para 15 barcos a motor da Marinha de Guerra de Libertação Nacional.