Mudanças entre as edições de "Toxicidade do micronacionalismo lusófono"

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[[Arquivo:cyberbullying2.png|200px|thumb|right|O [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_virtual cyberbullying] é algo presente em quase toda a internet.]]Até agora não se sabe o que causa este tipo de comportamento dentro do micronacionalismo lusófono. Mas algumas teorias foram levantadas. Uma delas é o fato de que a maioria das comunidades na internet são tóxicas, sendo a do micronacionalismo lusófono apenas uma delas. As pessoas acreditam que por estarem atrás de uma tela de celular ou computador, podem sair falando qualquer coisa, mas não é bem assim. A falta de empatia pela pessoa que está do outro lado é algo quase que onipresente em toda a internet.
 
[[Arquivo:cyberbullying2.png|200px|thumb|right|O [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_virtual cyberbullying] é algo presente em quase toda a internet.]]Até agora não se sabe o que causa este tipo de comportamento dentro do micronacionalismo lusófono. Mas algumas teorias foram levantadas. Uma delas é o fato de que a maioria das comunidades na internet são tóxicas, sendo a do micronacionalismo lusófono apenas uma delas. As pessoas acreditam que por estarem atrás de uma tela de celular ou computador, podem sair falando qualquer coisa, mas não é bem assim. A falta de empatia pela pessoa que está do outro lado é algo quase que onipresente em toda a internet.
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O micromundo lusófono também demonstra uma certa arrogância em acreditar que existe uma única maneira de se fazer micronacionalismo.
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[[Bruno Cava]] em seu [[Micronacionalismo Lato Sensu]] escreveu o seguinte:
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''"Enfim, o que motivou principalmente o curso foi a insatisfação de testemunhar uma Lusofonia completamente fechada sobre si, aprisionada em sua casca de noz. Os míopes lusófonos cometem três imposturas graves, ao se julgarem: 1) o centro do universo micronacional, 2) a origem do micronacionalismo e 3) o cume da história “progressiva” do movimento. Ou ainda uma quarta: arvorando-se como a atitude natural, a propriamente micronacional de fazer micronacionalismo. Por isso batizei as conferências como lato sensu... em oposição a stricto sensu, que dominava."''
  
 
[[Category:Conceitos]]
 
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Edição das 18h03min de 15 de março de 2026

A Toxicidade do Micronacionalismo Lusófono se refere ao comportamento tóxico dos micronacionalistas lusófonos, muitas vezes marcado por xingamentos, ataques pessoais, ad hominem ou apelidos pejorativos, resumindo: bullying.

Até agora não se sabe qual é a origem destes comportamentos ou o que os motiva. No entanto, existem vários relatos de toxicidade envolvendo membros do micronacionalismo lusófono.

Rigidez formal e burocrática do micronacionalismo lusófono

O Principado de Sotóvia é um dos maiores exemplos de micronação que sofreu com a toxicidade do micronacionalismo lusófono.
Diferente das micronações anglófonas que são muito mais abertas à todos os tipos de micronações, na lusofonia isso não acontece. Várias micronações novatas sofrem duras críticas ou xingamentos de outros micronacionalistas lusófonos por não seguirem o "padrão". Este "padrão" é marcado por uma burocracia muito formal, simulando as burocracias e o realismo das macronações. Muitas vezes, quando um micronacionalista novato tenta criar uma micronação que foge do padrão lusófono de se fazer micronacionalismo, ele sofre com a chamada toxicidade do micronacionalismo lusófono. E esta toxicidade vai desde as coisas mais simples, como por exemplo, tentar ensinar os novatos a como praticar o micronacionalismo "do jeito certo", até xingamentos ou ataques pessoais.

Toxicidade dentro de micronações

A toxicidade não ocorre somente contra micronacionalistas novatos. Foram registrados alguns relatos de membros ou cidadãos que já fazem parte de micronações que existem há muito tempo, que sofreram com a toxicidade dos micronacionalistas lusófonos. Até mesmo, pessoas que ocuparam cargos importantes dentro destas micronações, cargos altos e de grande importância dentro dos governos, como por exemplo, membros de parlamentos, etc.

Causa e motivação

O cyberbullying é algo presente em quase toda a internet.
Até agora não se sabe o que causa este tipo de comportamento dentro do micronacionalismo lusófono. Mas algumas teorias foram levantadas. Uma delas é o fato de que a maioria das comunidades na internet são tóxicas, sendo a do micronacionalismo lusófono apenas uma delas. As pessoas acreditam que por estarem atrás de uma tela de celular ou computador, podem sair falando qualquer coisa, mas não é bem assim. A falta de empatia pela pessoa que está do outro lado é algo quase que onipresente em toda a internet.

Miopia Lusófona

O micromundo lusófono também demonstra uma certa arrogância em acreditar que existe uma única maneira de se fazer micronacionalismo.

Bruno Cava em seu Micronacionalismo Lato Sensu escreveu o seguinte:

"Enfim, o que motivou principalmente o curso foi a insatisfação de testemunhar uma Lusofonia completamente fechada sobre si, aprisionada em sua casca de noz. Os míopes lusófonos cometem três imposturas graves, ao se julgarem: 1) o centro do universo micronacional, 2) a origem do micronacionalismo e 3) o cume da história “progressiva” do movimento. Ou ainda uma quarta: arvorando-se como a atitude natural, a propriamente micronacional de fazer micronacionalismo. Por isso batizei as conferências como lato sensu... em oposição a stricto sensu, que dominava."