Mudanças entre as edições de "República de Piratini"

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No Rio Grande do Sul, a religião [[Igreja Católica|católica]] goza de status privilegiado,<ref>{{Citar web|url=https://republicadopiratini.blogspot.com/p/a-religiao.html|titulo=República Rio-Grandense: A Religião|acessodata=2022-09-24|website=República Rio-Grandense}}</ref> pois é sustentada, conforme indica sua constituição, como religião oficial do governo. No entanto, é uma região multirreligiosa, que acolhe e aceita outras religiões.
 
No Rio Grande do Sul, a religião [[Igreja Católica|católica]] goza de status privilegiado,<ref>{{Citar web|url=https://republicadopiratini.blogspot.com/p/a-religiao.html|titulo=República Rio-Grandense: A Religião|acessodata=2022-09-24|website=República Rio-Grandense}}</ref> pois é sustentada, conforme indica sua constituição, como religião oficial do governo. No entanto, é uma região multirreligiosa, que acolhe e aceita outras religiões.
 
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Edição atual tal como às 16h05min de 24 de setembro de 2022

A República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini, é um micronação proposta como um recriação da antiga República Rio-Grandense. Embora pertença oficialmente ao Brasil, a região declarou unilateralmente sua independência em 2017 e começou a procurar ser um estado de facto.[1]

O site oficial da República Rio-Grandense afirma que a nação foi criada após romper com o Tratado do Ponche Verde por desrespeito, invasão e ocupação do Território Gaúcho.[2]

A reivindicação em questão é de 281 730 quilômetros quadrados de área, ou aproximadamente o tamanho do Equador, e tem sido administrada pelo Brasil desde o fim da Guerra dos Farrapos. Não houve reconhecimento diplomático da República Rio-Grandense por nenhum membro das Nações Unidas, embora tenha estabelecido relações com outros estados não reconhecidos.[3]

História

Proclamação da República

A bandeira do Rio Grande do Sul foi hasteada pelos membros do Comitê de Estabilidade Nacional do Rio Grande do Sul e alguns de seus associados no mesmo dia em que a república foi proclamada.

O Presidente interino do Comitê declarou que o o Tratado do Ponche Verde foi rompido por desrespeito, invasão e ocupação do Território Gaúcho, argumentou ele, e depois disse que uma nota diplomática oficial seria enviada todos os outros estados, com um pedido formal de reconhecimento diplomático internacional.

Em 20 de setembro de 2018, O Comitê, agora organizado, realizou a primeira eleição desde Bento Gonçalves, na qual apresentou o segundo governo autônomo do Rio Grande do Sul, elegendo um Presidente e um Vice-Presidente.

Bandeira

Fontes literárias indicam que é originária da época da Guerra dos Farrapos, em 1835, mas sem o brasão de armas até então. Sua autoria é controversa; alguns apontam Bernardo Pires, enquanto outros apontam José Mariano de Mattos.[4] O lema da bandeira é Liberdade, Igualdade e Humanidade.

Ela foi adotada oficialmente, como símbolo da nação, logo na proclamação de independência em 2017.

Geografia

A República Rio-Grandense reivindica uma área de 281 730,223 km² (equivalente ao do Equador).[5]

Com sua reinvindicação toda ao sul do Trópico de Capricórnio. Faz fronteira como o Brasil ao norte, Argentina ao oeste e Uruguai ao sul. É banhado pelo oceano Atlântico e possui duas das maiores lagoas da América do Sul: a Lagoa Mirim e a Lagoa Mangueira, além de possuir uma das maiores lagunas do mundo: a Lagoa dos Patos, que possui água salobra.[6]

A República Rio-Grandense apresenta, em sua maior parte, relevo baixo, com setenta por cento de seu território a menos de 300m de altitude. A única porção elevada, com mais de 600m de altitude, no nordeste, compreende 11% da superfície total. Podem-se descrever quatro unidades morfológicas no estado: a planície litorânea, o planalto dissecado de sudeste, a depressão central e o planalto basáltico.

Economia

Entre os principais produtos agrícolas gaúchos, destacam-se o arroz (8,7 milhões de toneladas), a soja (15,7 milhões de toneladas), o milho (5,5 milhões de toneladas), a mandioca (1,2 milhão de toneladas), a cana-de-açúcar (1 milhão de toneladas), a laranja (350 mil toneladas) e o alho (24 mil toneladas). O Rio Grande do Sul produz cerca de 90% da uva e vinho do país; produz 70% do arroz do Brasil; realiza a maior parte da produção nacional de tabaco, que é quase toda exportada; é o 3º maior produtor de soja com 16% da produção nacional; é o 3º maior produtor de milho; 3º maior produtor de tangerina; é um dos maiores produtores de trigo, aveia e erva-mate, junto com o Paraná; um dos maiores produtores de maçã, junto com Santa Catarina; é o 4º maior produtor de mandioca; o 5º maior produtor de laranja; além de produzir quantidades relevantes de pêssego, figo, caqui e morango, entre outros.[7]

O Rio Grande do Sul tinha em 2018 um PIB industrial de R$ 89 bilhões. Emprega 777.301 trabalhadores na indústria. Os principais setores industriais são: Construção (17%), Alimentos (14,6%), Serviços Industriais de Utilidade Pública, como Energia Elétrica e Água (10,5%), Máquinas e Equipamentos (6,8%) e Químicos (6,7%). Estes 5 setores concentram 55,6% da indústria do estado. Outros setores relevantes são os de Veículos automotores (5,7%), Derivados de petróleo e biocombustíveis (5,5%), Couros e calçados (4,8%), Produtos de metal (4,5%) e Celulose e papel (4,0%).[8]

Moeda "Oficial"

A moeda "oficial" da República Rio-Grandense é o Piratini, em numismática é a re-cunhagem de moedas imprimindo símbolos da antiga República Rio-Grandense. Porém, como não é um estado reconhecido, o Piratini não tem valor real a não ser aquele que pode ser gerado para o colecionismo ou curiosidade.[9]

Religião

No Rio Grande do Sul, a religião católica goza de status privilegiado,[10] pois é sustentada, conforme indica sua constituição, como religião oficial do governo. No entanto, é uma região multirreligiosa, que acolhe e aceita outras religiões.