Mudanças entre as edições de "Civilização moreiralandesa antiga"

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<big>Cidades</big>
 
<big>Cidades</big>
  
Além de Askenazi, havia também Siron que teria tido mais de 20 mil habitantes, Saroth com cerca de 15 mil habitantes, Baroz com 10 mil habitantes e Parzih com 5 mil habitantes.
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Além de Askenazi, havia também Siron que teria tido mais de 20 mil habitantes, Saroth com cerca de 15 mil habitantes, Baroz com 10 mil habitantes e Parzih com 5 mil habitantes. No seu auge pode ter chegado a ter uma população total de 120 mil habitantes.  
  
 
<big>Infraestrutura</big>
 
<big>Infraestrutura</big>
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A queda do Império Askenaziano teria acontecido há 10 mil anos atrás por causa de invasões externas e inundações devido ao aumento do nível do mar, formação de rios e outros fenômenos isso levou a queda do Império Askenaziano. Ele é fonte de estudo até os dias de hoje, com Moreiralândia se localizando no local que afirma ser o antigo Império Askenaziano e a sua capital, a Cidade de Imperatriz sendo em um local que poderia ser próximo ou mesmo dentro da antiga Askenazi.
 
A queda do Império Askenaziano teria acontecido há 10 mil anos atrás por causa de invasões externas e inundações devido ao aumento do nível do mar, formação de rios e outros fenômenos isso levou a queda do Império Askenaziano. Ele é fonte de estudo até os dias de hoje, com Moreiralândia se localizando no local que afirma ser o antigo Império Askenaziano e a sua capital, a Cidade de Imperatriz sendo em um local que poderia ser próximo ou mesmo dentro da antiga Askenazi.
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<big>Religião e influência cultural</big>
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Sua religião era o Lauranismo que acreditava em Laura ou Larath como entidade suprema absoluta e havia todo um sistema e organização religiosa, textos sagrados e segundo a tradição estão até hoje em Moreiralândia. A cultura do Império Askenaziano celebrava a cada 25 anos, o governo de um imperador ou imperatriz e a cada 50 anos diz os Textos de Seferoth que há uma repetição do passado onde o presente repete o passado com guerras, catástrofes e doenças e que entre a primeira metade dos 50 anos é considerada como a melhor época para o ser humano. Alguns desses fatores influenciaram na cultura moreiralandesa que inseriu algumas dessas celebrações e tradições como a celebração dos 25 anos do governo de Francisco Gonçalves Moreira e 25 anos do governo de João Gonçalves Moreira foram influenciadas por culturas e tradições do Lauranismo e do Império Askenaziano mencionado nos livros sagrados do lauranismo. Diz a história que o calendário askenazi era solar com 12 meses de 30 dias e um mês adicional de 5 ou 6 dias em anos bissextos. O dia começava as 6 da manhã e havia observância das luas novas que eram dias onde não era feito nenhum trabalho. A semana começava na segunda-feira e terminava no domingo. O governo de Moreiralândia adotou o calendário moreiralandês baseado no calendário askenazi inserindo que o dia começava as 6 da manhã, a semana se iniciava na segunda-feira e estabeleceu a observância das luas novas como algo cultural de Moreiralândia. O Império Askenaziano, sua cultura e religião continua a influenciar Moreiralândia até hoje. Moreiralândia se considera a sucessão do Império Askenaziano. Segundo os livros sagrados só lauranismo, o Império Askenaziano teve 40 imperadores e imperatrizes, todos eles vivendo séculos ou até mais de um milênio.
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<big>Lista de imperadores</big>
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1 - Ranká I (1 - 1500)
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2 - Aminuz I (1500 - 2400)
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3 - Ranká II (2400 - 3100)
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4 - Ranká III (3100 - 3900)
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5 - Aminuz II (3900 - 4500)
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6 - Komanim I (4500 - 5210)
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7 - Neferote I (5210 - 5740)
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8 - Samira I (5740 - 7090)
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9 - Kemira I (7090 - 8140)
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10 - Komanim II (8140 - 8560)
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11 - Aminuz III (8560 - 8880)
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12 - Samira II (8880 - 10020)
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13 - Aminuz IV (10020 - 10420)
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14 - Neferote II (10420 - 11400)
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15 - Kemira II (11400 - 12000)
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16 - Ranká IV (12000 - 12350)
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17 - Komanim III (12350 - 13100)
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18 - Aminuz V (13100 - 13700)
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19 - Silom I (13700 - 14275)
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20 - Samira III (14275 - 15620)
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21 - Aminuz VI (15620 - 16235)
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22 - Silom II (16235 - 17100)
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23 - Samira IV (17100 - 18000)
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24 - Ranká V (18000 - 19000)
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25 - Ranká VI (19000 - 19900)
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26 - Aminuz VII (19900 - 20830)
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27 - Gamarã I (20830 - 22000)
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28 - Gamarã II (22000 - 22850)
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29 - Gamarã III (22850 - 23550)
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30 - Ranká VII (23350 - 24050)
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31 - Kemira III (24050 - 24950)
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32 - Kemira IV (24950 - 25650)
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33 - Silom III (25650 - 26230)
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34 - Samira V (26230 - 27120)
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35 - Kemira V (27120 - 27870)
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36 - Samira VI (27870 - 29000)
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37 - Samira VII (29000 - 29270)
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38 - Kemuz I (29270 - 29360)
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39 - Kemuz II (29360 - 29510)
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40 - Neferote (29510 - 30000)
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<big>Governança imperial</big>
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1 - Ranká I (1 - 1500)
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O primeiro imperador, fundador do Império Askenaziano, reinou por 1500 anos segundo a história sobre esse império falecendo de causas naturais com cerca de 1517 anos considerado a pessoa que mais viveu segundo o Lauraísmo, responsável pelo crescimento e desenvolvimento do império.
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2 - Aminuz I (1500 - 2400)
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Aminuz I é filho de Ranká I, reinou 900 anos segundo a história e responsável pela rápida expansão do território
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3 - Ranká II (2400 - 3100)
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Filho de Aminuz I, reinou 700 anos segundo a história.
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4 - Ranká III (3100 - 3900)
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Filho de Ranká II, reinou 800 anos, construindo cidades, casas, muralhas e expandindo a infraestrutura
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5 - Aminuz II (3900 - 4500)
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Filho de Ranká III reinou por 600 anos
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6 - Komanim I (4500 - 5210)
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Filho de Aminuz II, reinou 710 anos. Komanim desenvolveu infraestruturas e expandiu o império ao norte
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7 - Neferote I (5210 - 5740)
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Filho de Komanim I, reinou 530 anos construindo cidades e expandindo o exército.
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8 - Samira I (5740 - 7090)
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Filha de Neferote I, reinou 1350 anos. Ela foi considerada uma extensão da deusa Laura, entidade suprema absoluta do Lauraísmo. Diz a história que o corpo de Samira I tinha controle absoluto sobre o universo, a realidade, a vida, o tempo, o clima e a agricultura quando estava sob controle de Laura ou melhor poder absoluto, supremo, infinito e ilimitado assim como Laura, seu corpo era adorado por todo o império. Diz a história no Livro da Sabedoria de Laura que o corpo de Samira I após 1300 anos morreu por 4 dias ou adormeceu como o livro diz pois não seria uma morte. Após 4 dias, Samira I ressuscitou e reinou mais 50 anos quando Laura decidiu que ela iria "adormecer" por muito tempo mais que algum dia ela ia acordar, ela não envelhece na aparência e não morre no sentido tradicional. Samira I está adormecendo mais sua alma está ativa e sabe o que está acontecendo no mundo. Seu corpo se levantará pela segunda vez em algum momento da história para fazer um grande Império Askenaziano. Após a ressurreição e seu segundo sono, aumentou a adoração em torno de Samira I que é considerada uma forma humana de Laura.
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9 - Kemira I (7090 - 8140)
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Kemira I é filha de Samira I, ela trouxe prosperidade para o império, construção de templos assim como sua mãe e houve muito ouro em seu período. Ela faleceu e foi sepultada no mesmo local ao lado de onde sua mãe adormece até os dias de hoje.
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10 - Komanim II (8140 - 8560)
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Komanim II foi outro imperador, filho de Kemira I.
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11 - Aminuz III (8560 - 8880)
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Filho de Komanim II, ele trouxe mais estátuas de deusas e deuses, houve grandes avanços na identidade nacional do império nesse período
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12 - Samira II (8880 - 10020)
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Samira II é uma descendente de Samira I e filha de Aminuz III, ela trouxe paz, prosperidade e justiça no império.
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13 - Aminuz IV (10020 - 10420)
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Deu avanços na escrita, na formação de livros e divulgação da sabedoria e textos de Seferote.
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14 - Neferote II (10420 - 11400)
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Neferote II é filho de Aminuz IV, estabelecendo sistemas comerciais e sistemas de irrigação.
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15 - Kemira II (11400 - 12000)
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Filha de Neferote II, ordenou a construção de uma das maiores pirâmides do império
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16 - Ranká IV (12000 - 12350)
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Estabeleceu um novo sistema de sucessão onde a imperatriz poderia assumir de forma provisória as funções enquanto o imperador viajava ou se ausentava por doença e não mais o conselho de sacerdotes.
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17 - Komanim III (12350 - 13100)
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Estabeleceu um sistema de salário para os trabalhadores e militares
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18 - Aminuz V (13100 - 13700)
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Estabeleceu o cargo de primeiro-governador para auxiliar o imperador no exercício de suas funções, o mesmo atuava em nome do imperador.
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19 - Silom I (13700 - 14275)
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Após a morte de Aminuz V, houve um golpe de estado. Silom I proibiu que qualquer imperador fosse cultuado e reforçou a adoração a trindade lauranista (Laura, Leela e Kirate)
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20 - Samira III (14275 - 15620)
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Assumiu por golpe de estado após a morte de Silom I, ela reforçou o culto a Samira I e ela foi proclamada como Laura em forma humana e uma nova trindade lauranista foi estabelecida (Laura, Leela e Samira) mesmo não sendo alinhada ao Livro da Sabedoria de Laura que estabelece que a trindade (Laura, Leela e Kirate) onde Laura é suas duas filhas, suas duas filhas são Laura. Não menciona Samira I como mais importante que Kirate.
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21 - Aminuz VI (15620 - 16235)
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Aminuz VI, filho de Samira III retornou com a trindade original (Laura, Leela e Kirate)
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22 - Silom II (16235 - 17100)
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Silom II é filho de Aminuz VI, ele estabeleceu que Samira I era Laura em forma humana assim como Equinum era uma forma humana de Seferote (consorte de Laura)
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23 - Samira IV (17100 - 18000)
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Samira IV é filha de Silom II, ela teria construído um grande altar com estátua e prestação de culto a Samira I como uma pessoa distinta porém Laura em forma humana segundo sua interpretação.
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24 - Ranká V (18000 - 19000)
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Ranká V é filho de Samira IV, ele proibiu relações sexuais e casamentos entre irmãos e meio-irmãos pois estava surgindo "anomalias" e problemas genéticos e de saúde nos filhos desse tipo de casamento. Ele também instituiu punições radicais como morte pelos crocodilos em crimes de traição, também foi estabelecida a punição de amputar a mão para quem roubasse altos valores em bens.
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25 - Ranká VI (19000 - 19900)
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Ranká VI, filho de Ranká V estabeleceu o sal como o único dinheiro obrigatório para transações do império. Ele também aumentou o exército e permitiu o consumo de peixe 1 vez por mês para os escravos que só podiam comer frutas e verduras.
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26 - Aminuz VII (19900 - 20830)
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Filho de Ranká VI, estabeleceu sistemas de defesa e seguiu com a expansão do império.
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27 - Gamará I (20830 - 22000)
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Assumiu após um golpe de estado, responsável por aumentar o poder da imperatriz colocando o direito de voto no conselho de sacerdotes mais decisão final de assuntos ainda nas mãos do imperador.
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28 - Gamará II (22000 - 22850)
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Filho de Gamará I, construiu templos e ampliou o número de terras para a agricultura.
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29 - Gamará III (22850 - 23550)
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Desenvolveu o sistema educacional e a arte, filho de Gamará II
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30 - Ranká VII, o Grande (23350 - 24050)
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Construiu um templo para agrado da própria esposa Kemira III e designou a cidade de Askenazi como Kemirazis em homenagem a esposa.
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31 - Kemira III (24050 - 24950)
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No lugar de Ranká VII, seu esposo ela fez uma torre com seu nome no centro de Askenazis agora Kemirazis, eliminou o cargo do primeiro-governador e passou as funções de imperatriz em caso de ausência para a filha mais velha
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32 - Kemira IV (24950 - 25650)
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Kemira IV, filha de Kemira III deu continuidade reforçando o culto a Kemira III, permitindo mulheres de servirem ao exército do império, eliminou o conselho de sacerdotes estabelecendo apenas um sacerdote em nome da imperatriz que iria propagar a religião enquanto a imperatriz iria interpretar a religião.
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33 - Silom III (25650 - 26230)
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Silom III, filho de Kemira IV eliminou o culto a Kemira III, restaurou o nome Askenazi no lugar de Kemirazis e recriou o cargo de primeiro-governador.
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34 - Samira V (26230 - 27120)
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Samira V instituiu o pagamento de um saco de sal por ano aos escravos para poderem comprar o que quiser após receber esse saco de sal, foi permitido o consumo de carne bovina e de cordeiro para os escravos 1 vez por mês.
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35 - Kemira V (27120 - 27870)
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Kemira V filha de Samira V permitiu que os escravos libertados tivessem propriedades e eliminou a punição da morte por crocodilos, mantendo a pena de morte porém sem a morte de crocodilos em casos extremos.
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36 - Samira VI (27870 - 29000)
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Samira VI, filha de Kemira V foi responsável por estabelecer que os escravos iriam trabalhar 10 dias e descansar 1 em vez de todos os dias.
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37 - Samira VII (29000 - 29270)
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Samira VII, construiu muitos templos para a deusa Laura, a deusa Kirate e a deusa Leela. Também fez estátuas de Kirate por todas as ruas de Askenazis.
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38 - Kemuz I (29270 - 29360)
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Kemuz I deu golpe de estado após a morte de Samira VII, ele instituiu que Laura, Leela e Kirate eram uma só, três em uma, uma em três e que Samira I era a própria Laura que havia encarnado na terra e que Equinum era uma forma humana de Seferote para alertar a humanidade. Ele reforçou o culto a Laura e que tudo era uma extensão de Laura
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39 - Kemuz II (29360 - 29510)
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Kemuz II viu o aumento do nível dos mares, dos rios e cataclismos que levaram ao começo do colapso do Império Askenaziano. Kemuz II designou seu pai como o grande sol que iluminou a nação.
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40 - Neferote II (29510 - 30000)
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Neferote II foi o último imperador dessa história, tendo visto o império colapsar e ter revoltas e invasões externas. Ele estabeleceu moedas, fez embarcações e novos armamentos mais o império chegou ao fim. Com a história contada pelo Livro da Sabedoria de Laura afirmando que Samira I está atenta a tudo mesmo adormecendo e irá ressuscitar pela segunda vez para recriar esse império com 4 vezes o seu tamanho e Laura usará Samira I como sua manifestação em forma humana para governar para sempre esse império que derrubará todos os outros impérios e durará para sempre. Samira I restaurará seus antepassados e seus descendentes que faleceram para fazer parte de seu grande império.
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<big>Retorno</big>
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O Império Askenaziano retornará segundo o lauranismo e seus livros sagrados em algum momento da história sob a liderança de Samira I que está em um local onde adormeceu por um longo período embaixo do antigo império e retornará quando houver sinais nos astros, aumento da agressividade dos mares e de fortes tremores por toda a terra. Ao vir esses sinais, significa que Samira I despertou e se levantará para restaurar e governar o Império Askenaziano para sempre. Haverá aumento da expectativa de vida, fim das doenças e as potências cairão diante desse império não será possível derrotar Samira I e nem seu império que será 4 vezes maior que o antigo império. Ela vai ressuscitar os ancestrais e descendentes, reconstruir os templos e estátuas que existiam no passado, haverá muita riqueza e prosperidade. O livro fala com detalhes específicos o que irá acontecer.
  
 
[[categoria:Cultura]]
 
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Edição das 16h44min de 22 de setembro de 2025

A civilização moreiralandesa antiga é uma teoria histórica e geográfica que afirma que há milhares de anos atrás existiu uma civilização avançada na região que corresponde ao atual território da República Soberana de Moreiralândia.

História

Segundo a história, havia um império com um sistema de monarquia absolutista que tinha idioma próprio, religião própria, um grande exército, pirâmides e cidades com mais de 40 mil habitantes e que nesse período a região era um deserto. Eles também afirmam que o território atual de Moreiralândia ficava em algum lugar no noroeste da Pangeia no passado. Segundo a teoria havia uma cidade com mais de 40 mil habitantes chamada Cidade de Askenazi que era capital do Império Askenaziano. O império teria tido outras cidades mais Askenazi era a maior cidade e capital do império. Essa civilização é objeto de estudos desde 2019 quando circulou essa teoria. Se descoberta, essa seria a maior descoberta de todos os tempos e a história teria que ser reescrita contando sobre civilizações antigas que desapareceram ou civilizações perdidas como a do "Grande Império Askenaziano" alvo de debates e estudos até hoje.

Origem

O Império Askenaziano teria surgido segundo essa teoria há 40 mil anos atrás e teria durado até mais ou menos 10 mil anos atrás. Sua capital era a Cidade de Askenazi. Não se deve confundir com os judeus asquenazes. Ela tinha um sistema de monarquia absolutista com um imperador e um conselho de sacerdotes que era encarregado da legislação e interpretação da religião além de assumir funções em caso de ausência do imperador. O sistema era hereditário como uma monarquia tradicional e acredita-se que sua religião tinha mistura de politeísmo, henoteísmo, monismo absoluto, panteísmo e panenteísmo. Diz a história que o Lauranismo foi a primeira religião do mundo e que teria surgido no Império Askenaziano por Seferote em sua manifestação e forma humana o consorte da deusa Laura que é a entidade suprema absoluta do Lauranismo. A sociedade era dividida em 5 classes : os escravos, os trabalhadores, os militares, os sacerdotes e os governantes.

Escrita e arte

A escrita era da língua askenaziana onde o Império Askenaziano teria tido vários livros, ensinos de sabedoria, instruções e sistema de leis escritos nessa língua. A arte era uma forma de se comunicar e expressar manifestações artísticas, culturais e religiosas. Existia numerações, algarismos, alfabeto, língua, religião, governo e tudo que fazia o Império Askenaziano ser único. Por essa lógica e estudando essa teoria e histórias contadas sobre o Império Askenaziano ele seria o primeiro império do mundo que teve o primeiro idioma, civilização, governo, religião e leis no mundo.

Cidades

Além de Askenazi, havia também Siron que teria tido mais de 20 mil habitantes, Saroth com cerca de 15 mil habitantes, Baroz com 10 mil habitantes e Parzih com 5 mil habitantes. No seu auge pode ter chegado a ter uma população total de 120 mil habitantes.

Infraestrutura

As estradas tinham cerca de 25 metros de largura e se estendiam por quilômetros, todas elas levavam a Askenazi. Todas as cidades tinham pirâmides algumas iam dos 10 metros de altura enquanto outras passavam dos 40 a 90 metros de altura. Havia infraestruturas e sistemas hídricos para passagens de água para que fosse desenvolvida a prática da agricultura. Havia túneis com passagens subterrâneas o que mostra o seu avanço incrível.

Propriedade

Tudo era propriedade do imperador que cobrava impostos e podia reformar, modernizar e construir o que quisesse desde templos, casas, ruas, terras agrícolas pois tudo era propriedade do imperador.

Queda

A queda do Império Askenaziano teria acontecido há 10 mil anos atrás por causa de invasões externas e inundações devido ao aumento do nível do mar, formação de rios e outros fenômenos isso levou a queda do Império Askenaziano. Ele é fonte de estudo até os dias de hoje, com Moreiralândia se localizando no local que afirma ser o antigo Império Askenaziano e a sua capital, a Cidade de Imperatriz sendo em um local que poderia ser próximo ou mesmo dentro da antiga Askenazi.

Religião e influência cultural

Sua religião era o Lauranismo que acreditava em Laura ou Larath como entidade suprema absoluta e havia todo um sistema e organização religiosa, textos sagrados e segundo a tradição estão até hoje em Moreiralândia. A cultura do Império Askenaziano celebrava a cada 25 anos, o governo de um imperador ou imperatriz e a cada 50 anos diz os Textos de Seferoth que há uma repetição do passado onde o presente repete o passado com guerras, catástrofes e doenças e que entre a primeira metade dos 50 anos é considerada como a melhor época para o ser humano. Alguns desses fatores influenciaram na cultura moreiralandesa que inseriu algumas dessas celebrações e tradições como a celebração dos 25 anos do governo de Francisco Gonçalves Moreira e 25 anos do governo de João Gonçalves Moreira foram influenciadas por culturas e tradições do Lauranismo e do Império Askenaziano mencionado nos livros sagrados do lauranismo. Diz a história que o calendário askenazi era solar com 12 meses de 30 dias e um mês adicional de 5 ou 6 dias em anos bissextos. O dia começava as 6 da manhã e havia observância das luas novas que eram dias onde não era feito nenhum trabalho. A semana começava na segunda-feira e terminava no domingo. O governo de Moreiralândia adotou o calendário moreiralandês baseado no calendário askenazi inserindo que o dia começava as 6 da manhã, a semana se iniciava na segunda-feira e estabeleceu a observância das luas novas como algo cultural de Moreiralândia. O Império Askenaziano, sua cultura e religião continua a influenciar Moreiralândia até hoje. Moreiralândia se considera a sucessão do Império Askenaziano. Segundo os livros sagrados só lauranismo, o Império Askenaziano teve 40 imperadores e imperatrizes, todos eles vivendo séculos ou até mais de um milênio.

Lista de imperadores

1 - Ranká I (1 - 1500)

2 - Aminuz I (1500 - 2400)

3 - Ranká II (2400 - 3100)

4 - Ranká III (3100 - 3900)

5 - Aminuz II (3900 - 4500)

6 - Komanim I (4500 - 5210)

7 - Neferote I (5210 - 5740)

8 - Samira I (5740 - 7090)

9 - Kemira I (7090 - 8140)

10 - Komanim II (8140 - 8560)

11 - Aminuz III (8560 - 8880)

12 - Samira II (8880 - 10020)

13 - Aminuz IV (10020 - 10420)

14 - Neferote II (10420 - 11400)

15 - Kemira II (11400 - 12000)

16 - Ranká IV (12000 - 12350)

17 - Komanim III (12350 - 13100)

18 - Aminuz V (13100 - 13700)

19 - Silom I (13700 - 14275)

20 - Samira III (14275 - 15620)

21 - Aminuz VI (15620 - 16235)

22 - Silom II (16235 - 17100)

23 - Samira IV (17100 - 18000)

24 - Ranká V (18000 - 19000)

25 - Ranká VI (19000 - 19900)

26 - Aminuz VII (19900 - 20830)

27 - Gamarã I (20830 - 22000)

28 - Gamarã II (22000 - 22850)

29 - Gamarã III (22850 - 23550)

30 - Ranká VII (23350 - 24050)

31 - Kemira III (24050 - 24950)

32 - Kemira IV (24950 - 25650)

33 - Silom III (25650 - 26230)

34 - Samira V (26230 - 27120)

35 - Kemira V (27120 - 27870)

36 - Samira VI (27870 - 29000)

37 - Samira VII (29000 - 29270)

38 - Kemuz I (29270 - 29360)

39 - Kemuz II (29360 - 29510)

40 - Neferote (29510 - 30000)

Governança imperial

1 - Ranká I (1 - 1500)

O primeiro imperador, fundador do Império Askenaziano, reinou por 1500 anos segundo a história sobre esse império falecendo de causas naturais com cerca de 1517 anos considerado a pessoa que mais viveu segundo o Lauraísmo, responsável pelo crescimento e desenvolvimento do império.

2 - Aminuz I (1500 - 2400)

Aminuz I é filho de Ranká I, reinou 900 anos segundo a história e responsável pela rápida expansão do território

3 - Ranká II (2400 - 3100)

Filho de Aminuz I, reinou 700 anos segundo a história.

4 - Ranká III (3100 - 3900)

Filho de Ranká II, reinou 800 anos, construindo cidades, casas, muralhas e expandindo a infraestrutura

5 - Aminuz II (3900 - 4500)

Filho de Ranká III reinou por 600 anos

6 - Komanim I (4500 - 5210)

Filho de Aminuz II, reinou 710 anos. Komanim desenvolveu infraestruturas e expandiu o império ao norte

7 - Neferote I (5210 - 5740)

Filho de Komanim I, reinou 530 anos construindo cidades e expandindo o exército.

8 - Samira I (5740 - 7090)

Filha de Neferote I, reinou 1350 anos. Ela foi considerada uma extensão da deusa Laura, entidade suprema absoluta do Lauraísmo. Diz a história que o corpo de Samira I tinha controle absoluto sobre o universo, a realidade, a vida, o tempo, o clima e a agricultura quando estava sob controle de Laura ou melhor poder absoluto, supremo, infinito e ilimitado assim como Laura, seu corpo era adorado por todo o império. Diz a história no Livro da Sabedoria de Laura que o corpo de Samira I após 1300 anos morreu por 4 dias ou adormeceu como o livro diz pois não seria uma morte. Após 4 dias, Samira I ressuscitou e reinou mais 50 anos quando Laura decidiu que ela iria "adormecer" por muito tempo mais que algum dia ela ia acordar, ela não envelhece na aparência e não morre no sentido tradicional. Samira I está adormecendo mais sua alma está ativa e sabe o que está acontecendo no mundo. Seu corpo se levantará pela segunda vez em algum momento da história para fazer um grande Império Askenaziano. Após a ressurreição e seu segundo sono, aumentou a adoração em torno de Samira I que é considerada uma forma humana de Laura.

9 - Kemira I (7090 - 8140)

Kemira I é filha de Samira I, ela trouxe prosperidade para o império, construção de templos assim como sua mãe e houve muito ouro em seu período. Ela faleceu e foi sepultada no mesmo local ao lado de onde sua mãe adormece até os dias de hoje.

10 - Komanim II (8140 - 8560)

Komanim II foi outro imperador, filho de Kemira I.

11 - Aminuz III (8560 - 8880)

Filho de Komanim II, ele trouxe mais estátuas de deusas e deuses, houve grandes avanços na identidade nacional do império nesse período

12 - Samira II (8880 - 10020)

Samira II é uma descendente de Samira I e filha de Aminuz III, ela trouxe paz, prosperidade e justiça no império.

13 - Aminuz IV (10020 - 10420)

Deu avanços na escrita, na formação de livros e divulgação da sabedoria e textos de Seferote.

14 - Neferote II (10420 - 11400)

Neferote II é filho de Aminuz IV, estabelecendo sistemas comerciais e sistemas de irrigação.

15 - Kemira II (11400 - 12000)

Filha de Neferote II, ordenou a construção de uma das maiores pirâmides do império

16 - Ranká IV (12000 - 12350)

Estabeleceu um novo sistema de sucessão onde a imperatriz poderia assumir de forma provisória as funções enquanto o imperador viajava ou se ausentava por doença e não mais o conselho de sacerdotes.

17 - Komanim III (12350 - 13100)

Estabeleceu um sistema de salário para os trabalhadores e militares

18 - Aminuz V (13100 - 13700)

Estabeleceu o cargo de primeiro-governador para auxiliar o imperador no exercício de suas funções, o mesmo atuava em nome do imperador.

19 - Silom I (13700 - 14275)

Após a morte de Aminuz V, houve um golpe de estado. Silom I proibiu que qualquer imperador fosse cultuado e reforçou a adoração a trindade lauranista (Laura, Leela e Kirate)

20 - Samira III (14275 - 15620)

Assumiu por golpe de estado após a morte de Silom I, ela reforçou o culto a Samira I e ela foi proclamada como Laura em forma humana e uma nova trindade lauranista foi estabelecida (Laura, Leela e Samira) mesmo não sendo alinhada ao Livro da Sabedoria de Laura que estabelece que a trindade (Laura, Leela e Kirate) onde Laura é suas duas filhas, suas duas filhas são Laura. Não menciona Samira I como mais importante que Kirate.

21 - Aminuz VI (15620 - 16235)

Aminuz VI, filho de Samira III retornou com a trindade original (Laura, Leela e Kirate)

22 - Silom II (16235 - 17100)

Silom II é filho de Aminuz VI, ele estabeleceu que Samira I era Laura em forma humana assim como Equinum era uma forma humana de Seferote (consorte de Laura)

23 - Samira IV (17100 - 18000)

Samira IV é filha de Silom II, ela teria construído um grande altar com estátua e prestação de culto a Samira I como uma pessoa distinta porém Laura em forma humana segundo sua interpretação.

24 - Ranká V (18000 - 19000)

Ranká V é filho de Samira IV, ele proibiu relações sexuais e casamentos entre irmãos e meio-irmãos pois estava surgindo "anomalias" e problemas genéticos e de saúde nos filhos desse tipo de casamento. Ele também instituiu punições radicais como morte pelos crocodilos em crimes de traição, também foi estabelecida a punição de amputar a mão para quem roubasse altos valores em bens.

25 - Ranká VI (19000 - 19900)

Ranká VI, filho de Ranká V estabeleceu o sal como o único dinheiro obrigatório para transações do império. Ele também aumentou o exército e permitiu o consumo de peixe 1 vez por mês para os escravos que só podiam comer frutas e verduras.

26 - Aminuz VII (19900 - 20830)

Filho de Ranká VI, estabeleceu sistemas de defesa e seguiu com a expansão do império.

27 - Gamará I (20830 - 22000)

Assumiu após um golpe de estado, responsável por aumentar o poder da imperatriz colocando o direito de voto no conselho de sacerdotes mais decisão final de assuntos ainda nas mãos do imperador.

28 - Gamará II (22000 - 22850)

Filho de Gamará I, construiu templos e ampliou o número de terras para a agricultura.

29 - Gamará III (22850 - 23550)

Desenvolveu o sistema educacional e a arte, filho de Gamará II

30 - Ranká VII, o Grande (23350 - 24050)

Construiu um templo para agrado da própria esposa Kemira III e designou a cidade de Askenazi como Kemirazis em homenagem a esposa.

31 - Kemira III (24050 - 24950)

No lugar de Ranká VII, seu esposo ela fez uma torre com seu nome no centro de Askenazis agora Kemirazis, eliminou o cargo do primeiro-governador e passou as funções de imperatriz em caso de ausência para a filha mais velha

32 - Kemira IV (24950 - 25650)

Kemira IV, filha de Kemira III deu continuidade reforçando o culto a Kemira III, permitindo mulheres de servirem ao exército do império, eliminou o conselho de sacerdotes estabelecendo apenas um sacerdote em nome da imperatriz que iria propagar a religião enquanto a imperatriz iria interpretar a religião.

33 - Silom III (25650 - 26230)

Silom III, filho de Kemira IV eliminou o culto a Kemira III, restaurou o nome Askenazi no lugar de Kemirazis e recriou o cargo de primeiro-governador.

34 - Samira V (26230 - 27120)

Samira V instituiu o pagamento de um saco de sal por ano aos escravos para poderem comprar o que quiser após receber esse saco de sal, foi permitido o consumo de carne bovina e de cordeiro para os escravos 1 vez por mês.

35 - Kemira V (27120 - 27870)

Kemira V filha de Samira V permitiu que os escravos libertados tivessem propriedades e eliminou a punição da morte por crocodilos, mantendo a pena de morte porém sem a morte de crocodilos em casos extremos.

36 - Samira VI (27870 - 29000)

Samira VI, filha de Kemira V foi responsável por estabelecer que os escravos iriam trabalhar 10 dias e descansar 1 em vez de todos os dias.

37 - Samira VII (29000 - 29270)

Samira VII, construiu muitos templos para a deusa Laura, a deusa Kirate e a deusa Leela. Também fez estátuas de Kirate por todas as ruas de Askenazis.

38 - Kemuz I (29270 - 29360)

Kemuz I deu golpe de estado após a morte de Samira VII, ele instituiu que Laura, Leela e Kirate eram uma só, três em uma, uma em três e que Samira I era a própria Laura que havia encarnado na terra e que Equinum era uma forma humana de Seferote para alertar a humanidade. Ele reforçou o culto a Laura e que tudo era uma extensão de Laura

39 - Kemuz II (29360 - 29510)

Kemuz II viu o aumento do nível dos mares, dos rios e cataclismos que levaram ao começo do colapso do Império Askenaziano. Kemuz II designou seu pai como o grande sol que iluminou a nação.

40 - Neferote II (29510 - 30000)

Neferote II foi o último imperador dessa história, tendo visto o império colapsar e ter revoltas e invasões externas. Ele estabeleceu moedas, fez embarcações e novos armamentos mais o império chegou ao fim. Com a história contada pelo Livro da Sabedoria de Laura afirmando que Samira I está atenta a tudo mesmo adormecendo e irá ressuscitar pela segunda vez para recriar esse império com 4 vezes o seu tamanho e Laura usará Samira I como sua manifestação em forma humana para governar para sempre esse império que derrubará todos os outros impérios e durará para sempre. Samira I restaurará seus antepassados e seus descendentes que faleceram para fazer parte de seu grande império.

Retorno

O Império Askenaziano retornará segundo o lauranismo e seus livros sagrados em algum momento da história sob a liderança de Samira I que está em um local onde adormeceu por um longo período embaixo do antigo império e retornará quando houver sinais nos astros, aumento da agressividade dos mares e de fortes tremores por toda a terra. Ao vir esses sinais, significa que Samira I despertou e se levantará para restaurar e governar o Império Askenaziano para sempre. Haverá aumento da expectativa de vida, fim das doenças e as potências cairão diante desse império não será possível derrotar Samira I e nem seu império que será 4 vezes maior que o antigo império. Ela vai ressuscitar os ancestrais e descendentes, reconstruir os templos e estátuas que existiam no passado, haverá muita riqueza e prosperidade. O livro fala com detalhes específicos o que irá acontecer.