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	<title>Território micronacional - Histórico de revisão</title>
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		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Territ%C3%B3rio_micronacional&amp;diff=3104&amp;oldid=prev</id>
		<title>Rafael Alecium von Camboriu em 22h46min de 16 de maio de 2020</title>
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		<updated>2020-05-16T22:46:02Z</updated>

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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #222; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 22h46min de 16 de maio de 2020&lt;/td&gt;
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A terceira camada é constituída por micronações que reclama territórios - geralmente muito pequenos, podendo ser mesmo uma fazenda, ou um apartamento - dentro da jurisdição macronacional, não de forma separatista, mas prevendo uma forma de coexistência entre o poder micronacional e o macronacional; são as territorialistas [[Derivatismo|derivatistas]] (Ex.: [[Talossa]], [[Molóssia]]). O quarto time perfaz as micronações que desistiram ou não tem como meta adquirir território físico, sendo a questão desnecessária para a nacionalidade, e portanto irrelevante ao micronacionalismo de objetivo ''nationhood''; são as aterritorialistas (Ex.: [[Corvínia]], [[TorHavn]], [[Pacífica]]). Dentre as aterritorialistas, as de filosofia realista consideram como o território o patrimônio virtual da micronação, isto é, o conjunto de dados dos sítios e listas de e-mail, o que as qualifica como aterritorialistas realistas (Ex.: Pasárgada). Uma sexta forma de abordar a questão é a modelista ou simulacionista, que vê o território como uma alegoria, uma ficção, criada para tomar &amp;quot;emprestado&amp;quot; elementos da cultura presente no território de verdade, ou como simples referência ficcional. Os territorialistas ficcionalistas não reclamam o território para si e nem espera exercer alguma espécie de poder limitado em seus territórios. A corrente subdivide-se em duas. A dos territorialistas ficcionalistas modelistas, que admitem a própria ficção e encaram o fato simplesmente como um símbolo, um &amp;quot;empréstimo cultural&amp;quot; (Ex.: [[Orange]]); e a dos territorialistas ficcionalistas virtualistas, onde os micronacionalistas realmente se projetam dentro do território, desenvolvendo atividades cujo conteúdo é a própria ficção territorial (Ex.: Reunião, [[&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;República Participativa de Campos Bastos|&lt;/del&gt;Campos Bastos]]). Finalmente, quando o território passa a ser algo absolutamente imaginário, sem o objetivo de tomar emprestado a cultura do local, mas como forma de transcender a própria realidade, temos a oitava grande tendência, a dos territorialistas peculiaristas (Ex.: [[Menelmacar]], [[Babylon 5]]).''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #222; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A forma que é encarado&amp;lt;sic&amp;gt; o território é importante indicador da seriedade. 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O quarto time perfaz as micronações que desistiram ou não tem como meta adquirir território físico, sendo a questão desnecessária para a nacionalidade, e portanto irrelevante ao micronacionalismo de objetivo ''nationhood''; são as aterritorialistas (Ex.: [[Corvínia]], [[TorHavn]], [[Pacífica]]). Dentre as aterritorialistas, as de filosofia realista consideram como o território o patrimônio virtual da micronação, isto é, o conjunto de dados dos sítios e listas de e-mail, o que as qualifica como aterritorialistas realistas (Ex.: Pasárgada). Uma sexta forma de abordar a questão é a modelista ou simulacionista, que vê o território como uma alegoria, uma ficção, criada para tomar &amp;quot;emprestado&amp;quot; elementos da cultura presente no território de verdade, ou como simples referência ficcional. Os territorialistas ficcionalistas não reclamam o território para si e nem espera exercer alguma espécie de poder limitado em seus territórios. A corrente subdivide-se em duas. A dos territorialistas ficcionalistas modelistas, que admitem a própria ficção e encaram o fato simplesmente como um símbolo, um &amp;quot;empréstimo cultural&amp;quot; (Ex.: [[Orange]]); e a dos territorialistas ficcionalistas virtualistas, onde os micronacionalistas realmente se projetam dentro do território, desenvolvendo atividades cujo conteúdo é a própria ficção territorial (Ex.: &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[Sacro Império de &lt;/ins&gt;Reunião&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;|Reunião]]&lt;/ins&gt;, [[Campos Bastos]]). Finalmente, quando o território passa a ser algo absolutamente imaginário, sem o objetivo de tomar emprestado a cultura do local, mas como forma de transcender a própria realidade, temos a oitava grande tendência, a dos territorialistas peculiaristas (Ex.: [[Menelmacar]], [[Babylon 5]]).''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Rafael Alecium von Camboriu</name></author>
		
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		<title>Rafael Alecium von Camboriu: Criou página com 'No contexto do micronacionalismo, '''território''' é o espaço social onde se realizam as atividades de simulação micronacional.  De acordo com a Micropedia (de ...'</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;No contexto do &lt;a href=&quot;/index.php/Micronacionalismo&quot; title=&quot;Micronacionalismo&quot;&gt;micronacionalismo&lt;/a&gt;, &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;território&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é o espaço social onde se realizam as atividades de simulação micronacional.  De acordo com a &lt;a href=&quot;/index.php/Micropedia&quot; title=&quot;Micropedia&quot;&gt;Micropedia&lt;/a&gt; (de ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;No contexto do [[micronacionalismo]], '''território''' é o espaço social onde se realizam as atividades de simulação micronacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a [[Micropedia]] (de [[Bruno Cava]] e [[Rafael Filgueira]]), &amp;quot;cada micronação tem o seu território, que é o local onde transcorrem as atividades essencialmente relacionadas a mesma. Há, também, '''território intermicronacional''', que não é próprio a nenhuma micronação, mas cuja atividade ainda é de natureza micronacional&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A forma que é encarado&amp;lt;sic&amp;gt; o território é importante indicador da seriedade. O primeiro grupo, dos mais [[Seriedade|sérios]], é composto pelas que reclamam um território concreto de uma macronação, de forma concorrente, com vistas a uma secessão de fato, o mais eficaz possíveis; são as territorialistas concretistas (Ex.: [[Hutt River]], [[Atlantium]], [[Seborga]]). O segundo time é composto por micronações que reclamam seu território fora da jurisdição macronacional, em lugares inacessíveis ou inusitados, por mais que as terras não possam ser usufruídos, mas a reclamação ainda é séria; são as territorialistas realistas (Ex.: [[Sealand]], [[Zarahemla]]). A terceira camada é constituída por micronações que reclama territórios - geralmente muito pequenos, podendo ser mesmo uma fazenda, ou um apartamento - dentro da jurisdição macronacional, não de forma separatista, mas prevendo uma forma de coexistência entre o poder micronacional e o macronacional; são as territorialistas [[Derivatismo|derivatistas]] (Ex.: [[Talossa]], [[Molóssia]]). O quarto time perfaz as micronações que desistiram ou não tem como meta adquirir território físico, sendo a questão desnecessária para a nacionalidade, e portanto irrelevante ao micronacionalismo de objetivo ''nationhood''; são as aterritorialistas (Ex.: [[Corvínia]], [[TorHavn]], [[Pacífica]]). Dentre as aterritorialistas, as de filosofia realista consideram como o território o patrimônio virtual da micronação, isto é, o conjunto de dados dos sítios e listas de e-mail, o que as qualifica como aterritorialistas realistas (Ex.: Pasárgada). Uma sexta forma de abordar a questão é a modelista ou simulacionista, que vê o território como uma alegoria, uma ficção, criada para tomar &amp;quot;emprestado&amp;quot; elementos da cultura presente no território de verdade, ou como simples referência ficcional. Os territorialistas ficcionalistas não reclamam o território para si e nem espera exercer alguma espécie de poder limitado em seus territórios. A corrente subdivide-se em duas. A dos territorialistas ficcionalistas modelistas, que admitem a própria ficção e encaram o fato simplesmente como um símbolo, um &amp;quot;empréstimo cultural&amp;quot; (Ex.: [[Orange]]); e a dos territorialistas ficcionalistas virtualistas, onde os micronacionalistas realmente se projetam dentro do território, desenvolvendo atividades cujo conteúdo é a própria ficção territorial (Ex.: Reunião, [[República Participativa de Campos Bastos|Campos Bastos]]). Finalmente, quando o território passa a ser algo absolutamente imaginário, sem o objetivo de tomar emprestado a cultura do local, mas como forma de transcender a própria realidade, temos a oitava grande tendência, a dos territorialistas peculiaristas (Ex.: [[Menelmacar]], [[Babylon 5]]).''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conceitos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Rafael Alecium von Camboriu</name></author>
		
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