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	<title>Orange - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-06-08T17:59:25Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Emperor-King: Criou página com '&lt;p align= justify&gt;Orange, foi fundada por quinze cidadãos de Porto Claro, a primeira micronação lusófona, por divergências políticas e culturais, em Novembro de 1997...'</title>
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		<updated>2020-01-27T16:36:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;&amp;lt;p align= justify&amp;gt;Orange, foi fundada por quinze cidadãos de &lt;a href=&quot;/index.php/Porto_Claro&quot; title=&quot;Porto Claro&quot;&gt;Porto Claro&lt;/a&gt;, a primeira micronação lusófona, por divergências políticas e culturais, em Novembro de 1997...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p align= justify&amp;gt;Orange, foi fundada por quinze cidadãos de [[Porto Claro]], a primeira micronação lusófona, por divergências políticas e culturais, em Novembro de 1997. A saída de Porto Claro, rumo à fundação de Orange, ficou conhecida como [[A travessia do rio Oiapoque]], numa alusão à representação geográfica de ambas as micronações.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
A primeira forma de organização política de Orange foi o &amp;quot;Margraviado das Duas Pirraines&amp;quot;, formado pela província portoclarense de Pirraines e a então recém-criada província Oranger de Pirraines Oriental. Mais tarde, Orange desistiu de reclamar a província à oeste do Oiapoque, consolidando suas fronteiras tal como as conhecemos hoje, e adotou a forma de Principado.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Os primeiros tempos da micronação foram marcados por uma irreverência bastante peculiar, que, embora tenha estabelecido as bases da cultura nacional, deixou aspectos político-governamentais em segundo plano. Como conseqüência, a inatividade dos cidadãos ameaçou a continuidade da micronação, que, para não perecer, uniu-se ao [[Sacro Império de Reunião]], na condição de protetorado. Aqueles que até então permaneciam inativos ressurgiram e opuseram-se à união então já consolidada. A oposição foi tamanha que o monarca reunião, [[Cláudio de Castro|Cláudio I]], aceitou desfazer à união e Orange voltou à sua condição de nação soberana.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nos período que se seguiu, Orange passou por um processo de amadurecimento, no qual alguma seriedade passou ser característica louvável aos governantes. O tecido liberal-democrático, entretanto, ainda não estava bem firmado. Persistia a distinção entre nobres e plebeus e, em uma ocasião, o candidato à secretário-geral, eleito pela maioria da população, não tomou posse sob o argumento de que seu partido não havia sido homologado pela princesa, empossando-se o candidato vencido nas urnas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Embora sem apoio dos fundadores que ainda permaneciam no país, o movimento republicano foi, sem alarde, ganhando força. O Judiciário, embora normatizado, jamais saíra do papel e as disputas entre os próprios cidadãos e entre eles e o governo não encontravam solução pacífica e harmoniosa. Um acordo assinado entre Orange - por seu chanceler - e Porto Claro, foi o estopim da crise. No segundo semestre de 1999, agravavam-se as discussões partidárias e as ofensas passavam a ser diárias, volumosas e gratuitas. A lista nacional tornou-se palco de ataques e discussões pessoais infindáveis.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
O secretário-geral renunciou e o cargo foi assumido pelo chefe do Poder Legislativo que, em meio ao caos, submeteu diversos acusados a julgamentos pela população e, apaziguadas as revoltas, realizou um plebiscito para a definição da forma e do sistema de governo de Orange. Embora todos os cidadãos pudessem fazer suas propostas, apenas duas opções foram apresentadas, vencendo, contra apenas um voto dissidente, a adoção da república parlamentarista. O ano de 1999 terminou com Orange adotando a forma republicana de governo, escolhida por quase unanimidade.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Determinou-se que uma nova constituição deveria ser escrita, convocando-se uma eleição para participação em tal assembléia, na qual todos os cidadãos eram elegíveis. No primeiro dia do ano 2000, Orange amanheceu sobre o governo de uma Comissão Constituinte, eleita democraticamente, com poderes provisórios de governo e com a missão de reescrever a carta magna e reestruturar o país.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
A Comissão Constituinte de Orange governou exatamente até o dia 16 de Novembro de 2000. Durante este período, alguns de seus membros abandonaram seu posto e foram substituídos por outros democraticamente eleitos, dentre todos os cidadãos. No último dia de seu governo, data do segundo aniversário da micronação, entregou a nova carta republicana, que vigora até os dias de hoje. Em 24 de Dezembro do mesmo ano, todos os órgãos de soberania (em substituição aos antes chamados poderes) foram instalados e entraram em operação.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos quatro anos de Orange, pode-se dizer que os dois primeiros foram essenciais à consolidação da nação, de sua cultura e de seu povo, mas sem estabilidade política e garantias fundamentais. Já os dois últimos apenas herdaram a bagagem cultural formada nos primórdios da micronação, mas consolidaram as instituições democráticas, as garantias fundamentais do cidadão, a democracia e trouxeram estabilidade. O processo de amadurecimento, entretanto, é contínuo e permanente, aperfeiçoando-se dia a dia a experiência micronacional.&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align= justify&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 2005, junto à [[Marajó]] e [[Andorra]], formou a [[Federação Ibero-Americana]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Monarquias]] [[Categoria:Micronações]] [[Categoria:Orange]]  [[Categoria:Repúblicas]] [[Categoria:Principados]] [[Categoria:Micronações sul americanas]] [[Categoria:Micronações brasileiras]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Emperor-King</name></author>
		
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