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	<title>Micropedia - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-08-03T22:33:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Emblemakovaquia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = Predominantemente cristianismo ortodoxo&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
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|data19 = &lt;br /&gt;
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|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
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|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
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|label32 = População (2022)&lt;br /&gt;
|data32 = 20&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .kvk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/kovaquia Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/kovaquia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente como Império da Turquia e depois Turquestônia de vertente modelista, cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou a vertente semi-derivatista e uma temática que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio. Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C. Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks). Os turcos-otomanos formavam a época um dos principados que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8515</id>
		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-07-23T15:09:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Emblemakovaquia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
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|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .kvk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/kovaquia Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/kovaquia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente como Império da Turquia e depois Turquestônia de vertente modelista, cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou a vertente semi-derivatista e uma temática que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio. Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C. Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks). Os turcos-otomanos formavam a época um dos principados que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8513</id>
		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-07-23T00:19:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Emblemakovaquia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
|label28 = &lt;br /&gt;
|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/kovaquia Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/kovaquia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente como Império da Turquia e depois Turquestônia de vertente modelista, cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou a vertente semi-derivatista e uma temática que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio. Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C. Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks). Os turcos-otomanos formavam a época um dos principados que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8512</id>
		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-07-23T00:18:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Emblemakovaquia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
|label28 = &lt;br /&gt;
|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/kovaquia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/kovaquia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente como Império da Turquia e depois Turquestônia de vertente modelista, cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou a vertente semi-derivatista e uma temática que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio. Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C. Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks). Os turcos-otomanos formavam a época um dos principados que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8511</id>
		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-07-23T00:14:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Emblemakovaquia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
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|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
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|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
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|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
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|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
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|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
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|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
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|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
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|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 inicialmente com o nome de Turquestônia, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio. Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C. Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks). Os turcos-otomanos formavam a época um dos principados que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://kovaquia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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		<title>Kováquia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Kövakiye Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Kováquia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Brasão turquestonia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Kováquio&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português e kováquio&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Aslan Kovakköy II &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
|label28 = &lt;br /&gt;
|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira kováquia (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://kovaquia.wixsite.com/portal]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/kovaquia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/kovaquia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Kováquia''', oficialmente '''Reino da Kováquia''' (Kövakiye Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Kováquia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 inicialmente com o nome de Turquestônia, e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Kováquia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kováquia, em turco ''Kövakiye'' é composto de duas estruturas &amp;quot;Kova ou Kowa&amp;quot; acrescido do sufixo &amp;quot;Kiye&amp;quot; seu significo é impreciso, no entanto, estudos apontam que a palavra está contida nas antigas inscrições dos Goturcos da Ásia Central (c. 735 d.C) pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milénio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos kováquios; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos kováquios iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Kováquia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes kováquios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Kováquia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Kováquia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Kováquia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Kováquia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Kováquia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Kováquia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Kováquia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade kováquia com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Kováquia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Kováquia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Kováquia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Kováquia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Kováquia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo kováquio e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Kováquia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Kováquia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Kováquia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Kováquia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Kováquia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Kováquia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Kováquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou Força Nacional da Kováquia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares kováquio são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Kováquia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Kováquia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Kováquia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Kövakiye S.A ou simplesmente TTK News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo kováquio, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Kováquia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Kováquia''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública o povo kováquio se considerou de maioria cristã ortodoxa, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Kováquia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Kováquia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FKF (Federação Kováquia de Futebol), vários clubes foram criados na Kováquia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Kováquia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Kováquia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8507</id>
		<title>Kováquia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=8507"/>
		<updated>2022-07-22T23:34:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: Governomicro moveu Turquestônia para Kováquia: alteração de nome&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Türkestoniýa Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Turquestônia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Brasão turquestonia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Turquestonês, Turkestani&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português, turquestonês e esperanto&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Nasser Kovakköy &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
|label28 = &lt;br /&gt;
|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira turquestonesa (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://turquestonia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/Turquestonia Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/turquestonia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Turquestônia''', oficialmente '''Reino da Turquestônia''' (em turco Türkestoniýa Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Turquestônia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Turquestônia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da Turquestônia em turco ''Turkestóniya'' é composto de duas estruturas: ''türk'' e o sufixo ''soniya'' cujo significo é impreciso, no entanto, pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot; nas antigas línguas turcomanas, e geralmente aplica-se aos habitantes da Península da Anatólia ou aos membros de povos turcos ou turcomanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turquestoneses originam-se do povo turco-oguz, um povo nômade presente na Península da Anatólia desde os primórdios do Califado Abássida e do Império Seljúcida. Tiveram seus primeiros registros na história com a desintegração do Sultanato de Rum, mais propriamente no século XIII, período em que a região foi dividida em diversos principados turcos independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Beylik de Turkstani, era um pequeno principado tribal cuja população vivia em sua maior parte nas regiões montanhosas da Anatólia, e de todos os beyliks, eram eles os menos preparados militarmente, no entanto, os mais bem organizados e instruídos em escrita, artes e música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poderio de Osman I logo se estendeu sobre os demais grupos tribais turcos e renegados bizantinos da região, impondo seu controle sobre os demais principados com objetivo de conquistar as cidades bizantinas ao longo do rio Sakarya. O domínio dos turcos-otomanos começou a se estender pela Anatólia e pelos Bálcãs, e em 1326 conquistaram o Beylik de Turkstani (ancestrais dos turquestoneses), bem como a cidade de Bursa, legitimando o domínio e Império Otomano na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos turquestoneses; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos turquestoneses iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Turquestônia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta turquestonesa exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes turquestoneses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções turquestonesas levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Turquestônia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Turquestônia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes turquestoneses conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Turquestônia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Turquestônia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Turquestônia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Turquestônia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Turquestônia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade turquestonesa com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Turquestônia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Turquestônia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Turquestônia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania turquestonesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Turquestônia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Turquestônia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo turquestonês e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia turquestonesa é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Turquestônia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano turquestonês é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Turquestônia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Turquestônia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Turquestônia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Turquestônia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Turquestônia (em turco: Turkestonia Sosyalist Partisi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
PON.png|&lt;br /&gt;
logotipo_tsp_branco.png|&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou de Defesa da Turquestônia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares turquestoneses são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Turquestônia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania turquestonesa e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Turquestônia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Turquestônia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca turquestonês. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:TTK.png|miniaturadaimagem||Logotipo do TTK Türk News]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Türkestoniýa S.A ou simplesmente TTK Türk News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo turquestonês, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Turquestônia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo turquestonês com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Turquestônia''', também chamada de '''Igreja do Povo Turquestonês''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública os turquestoneses se consideraram de maioria cristã oriental, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Turquestônia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Turquestônia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FTF (Federação Turquestonesa de Futebol), vários clubes foram criados na Turquestônia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Turquestônia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Turquestônia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://turquestonia.wixsite.com/portal Site oficial]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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		<title>Turquestônia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: Governomicro moveu Turquestônia para Kováquia: alteração de nome&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Kováquia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-06-17T21:58:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Türkestoniýa Krallığı&amp;lt;br&amp;gt;Reino da Turquestônia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Brasão turquestonia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Turquestonês, Turkestani&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português, turquestonês e esperanto&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Nasser Kovakköy &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
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|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
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|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
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|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira turquestonesa (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
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|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://turquestonia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
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*[https://twitter.com/Turquestonia Twitter]&lt;br /&gt;
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* [https://www.facebook.com/turquestonia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Turquestônia''', oficialmente '''Reino da Turquestônia''' (em turco Türkestoniýa Krallığı) é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Turquestônia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Turquestônia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da Turquestônia em turco ''Turkestóniya'' é composto de duas estruturas: ''türk'' e o sufixo ''soniya'' cujo significo é impreciso, no entanto, pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot; nas antigas línguas turcomanas, e geralmente aplica-se aos habitantes da Península da Anatólia ou aos membros de povos turcos ou turcomanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turquestoneses originam-se do povo turco-oguz, um povo nômade presente na Península da Anatólia desde os primórdios do Califado Abássida e do Império Seljúcida. Tiveram seus primeiros registros na história com a desintegração do Sultanato de Rum, mais propriamente no século XIII, período em que a região foi dividida em diversos principados turcos independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Beylik de Turkstani, era um pequeno principado tribal cuja população vivia em sua maior parte nas regiões montanhosas da Anatólia, e de todos os beyliks, eram eles os menos preparados militarmente, no entanto, os mais bem organizados e instruídos em escrita, artes e música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poderio de Osman I logo se estendeu sobre os demais grupos tribais turcos e renegados bizantinos da região, impondo seu controle sobre os demais principados com objetivo de conquistar as cidades bizantinas ao longo do rio Sakarya. O domínio dos turcos-otomanos começou a se estender pela Anatólia e pelos Bálcãs, e em 1326 conquistaram o Beylik de Turkstani (ancestrais dos turquestoneses), bem como a cidade de Bursa, legitimando o domínio e Império Otomano na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos turquestoneses; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos turquestoneses iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Turquestônia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta turquestonesa exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes turquestoneses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções turquestonesas levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Turquestônia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Turquestônia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes turquestoneses conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Turquestônia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Turquestônia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Turquestônia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Turquestônia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Turquestônia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade turquestonesa com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Turquestônia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Turquestônia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Turquestônia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania turquestonesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Turquestônia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Turquestônia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo turquestonês e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia turquestonesa é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Turquestônia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano turquestonês é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Turquestônia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Turquestônia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Turquestônia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Turquestônia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Turquestônia (em turco: Turkestonia Sosyalist Partisi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
PON.png|&lt;br /&gt;
logotipo_tsp_branco.png|&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou de Defesa da Turquestônia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares turquestoneses são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Turquestônia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania turquestonesa e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Turquestônia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Turquestônia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca turquestonês. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:TTK.png|miniaturadaimagem||Logotipo do TTK Türk News]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Türkestoniýa S.A ou simplesmente TTK Türk News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo turquestonês, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Turquestônia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo turquestonês com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Turquestônia''', também chamada de '''Igreja do Povo Turquestonês''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública os turquestoneses se consideraram de maioria cristã oriental, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Turquestônia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Turquestônia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FTF (Federação Turquestonesa de Futebol), vários clubes foram criados na Turquestônia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Turquestônia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Turquestônia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://turquestonia.wixsite.com/portal Site oficial]&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/turquestonia Facebook]&lt;br /&gt;
* [https://twitter.com/Turquestonia?s=20 Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
	</entry>
	<entry>
		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=7303</id>
		<title>Kováquia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=7303"/>
		<updated>2022-03-27T22:03:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Türkestoniýa İmparatorluğu &amp;lt;br&amp;gt;Reino da Turquestônia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Brasão turquestonia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Turquestonês, Turkestani&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português, turquestonês e esperanto&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Nasser Kovakköy &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
|label27 =  &lt;br /&gt;
|data27 =  &lt;br /&gt;
|label28 = &lt;br /&gt;
|data28 = &lt;br /&gt;
|label29 = &lt;br /&gt;
|data29 = &lt;br /&gt;
|data30= &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label31 = &lt;br /&gt;
|data31 = &lt;br /&gt;
|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira turquestonesa (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label41 = Sentido de circulação de veículos&lt;br /&gt;
|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
|label42 = [[w:Telephone numbers in Italy|Cód. telef.]]&lt;br /&gt;
|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
|label43 = Cód. Internet&lt;br /&gt;
|data43 = .trk&lt;br /&gt;
|label49 = Websites&lt;br /&gt;
|data49 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[https://turquestonia.wixsite.com/portal Site Oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[https://twitter.com/Turquestonia Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/turquestonia Facebook]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Turquestônia''', oficialmente '''Reino da Turquestônia''' (em turco Türkestoniýa Krallık ou Türkestoniýa İmparatorluğu) e também conhecida como '''Estado da Turquestônia''' é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Turquestônia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Turquestônia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da Turquestônia em turco ''Turkestóniya'' é composto de duas estruturas: ''türk'' e o sufixo ''soniya'' cujo significo é impreciso, no entanto, pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot; nas antigas línguas turcomanas, e geralmente aplica-se aos habitantes da Península da Anatólia ou aos membros de povos turcos ou turcomanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turquestoneses originam-se do povo turco-oguz, um povo nômade presente na Península da Anatólia desde os primórdios do Califado Abássida e do Império Seljúcida. Tiveram seus primeiros registros na história com a desintegração do Sultanato de Rum, mais propriamente no século XIII, período em que a região foi dividida em diversos principados turcos independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Beylik de Turkstani, era um pequeno principado tribal cuja população vivia em sua maior parte nas regiões montanhosas da Anatólia, e de todos os beyliks, eram eles os menos preparados militarmente, no entanto, os mais bem organizados e instruídos em escrita, artes e música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poderio de Osman I logo se estendeu sobre os demais grupos tribais turcos e renegados bizantinos da região, impondo seu controle sobre os demais principados com objetivo de conquistar as cidades bizantinas ao longo do rio Sakarya. O domínio dos turcos-otomanos começou a se estender pela Anatólia e pelos Bálcãs, e em 1326 conquistaram o Beylik de Turkstani (ancestrais dos turquestoneses), bem como a cidade de Bursa, legitimando o domínio e Império Otomano na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos turquestoneses; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos turquestoneses iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Turquestônia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta turquestonesa exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes turquestoneses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções turquestonesas levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Turquestônia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Turquestônia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes turquestoneses conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Turquestônia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Turquestônia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Turquestônia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Turquestônia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Turquestônia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade turquestonesa com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Turquestônia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Turquestônia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Turquestônia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania turquestonesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Turquestônia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Turquestônia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo turquestonês e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia turquestonesa é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Turquestônia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano turquestonês é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Turquestônia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Turquestônia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Turquestônia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Turquestônia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Turquestônia (em turco: Turkestonia Sosyalist Partisi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
PON.png|&lt;br /&gt;
logotipo_tsp_branco.png|&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou de Defesa da Turquestônia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares turquestoneses são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Turquestônia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania turquestonesa e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Turquestônia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Turquestônia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca turquestonês. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:TTK.png|miniaturadaimagem||Logotipo do TTK Türk News]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Türkestoniýa S.A ou simplesmente TTK Türk News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo turquestonês, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Turquestônia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo turquestonês com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Turquestônia''', também chamada de '''Igreja do Povo Turquestonês''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública os turquestoneses se consideraram de maioria cristã oriental, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Turquestônia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Turquestônia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FTF (Federação Turquestonesa de Futebol), vários clubes foram criados na Turquestônia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Turquestônia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Fundação&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que proclamou a II Monarquia Independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Turquestônia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Kov%C3%A1quia&amp;diff=7302</id>
		<title>Kováquia</title>
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		<updated>2022-03-27T22:00:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Governomicro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox&lt;br /&gt;
|data1 = &amp;lt;big&amp;gt;'''Türkestoniýa İmparatorluğu &amp;lt;br&amp;gt;Reino da Turquestônia&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data2 =  &lt;br /&gt;
|data3 = &amp;lt;table width=100% style=&amp;quot;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=50%&amp;gt;[[File:Bandeira da Turquestonia 2.png|180px]]&amp;lt;br&amp;gt; Bandeira &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;td&amp;gt;[[File:Brasão turquestonia.png|90px]]&amp;lt;br&amp;gt; Brasão de Armas &amp;lt;/td&amp;gt;&amp;lt;/tr&amp;gt;&amp;lt;/table&amp;gt;&amp;lt;hr&amp;gt; &lt;br /&gt;
|data4 = Lema: &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofertu korojn al la Krala'yı!&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt; &amp;quot;Ofereçam seus corações ao rei!&amp;quot; &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data5 =  &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data6 = [[File:MapaTurquestonniaAsiaMenor.svg.png|border|276px]] &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label7 = Capital&lt;br /&gt;
|data7 = Cennet&lt;br /&gt;
|label8 = Gentílico&lt;br /&gt;
|data8 = Turquestonês, Turkestani&lt;br /&gt;
|label9 = Língua Oficial&lt;br /&gt;
|data9 = português, turquestonês e esperanto&lt;br /&gt;
|label10 = Religiões&lt;br /&gt;
|data10 = 95% Cristãos Ortodoxos &amp;lt;br&amp;gt; 3% Muçulmanos &amp;lt;br&amp;gt; 1% Judaísmo &amp;lt;br&amp;gt; 1% crenças nativas&lt;br /&gt;
|data13 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label14 = Governo&lt;br /&gt;
|data14 = Monarquia constitucional parlamentarista unitária&lt;br /&gt;
|label15 = &amp;lt;small&amp;gt; - Rei &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data15 = &amp;lt;small&amp;gt; Mehmet Sëlim I&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label16 = &amp;lt;small&amp;gt; - Primeiro Ministro &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data16 = &amp;lt;small&amp;gt; Príncipe Nasser Kovakköy &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label17 = &amp;lt;small&amp;gt; - Presidente da Assembleia Nacional &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data17 = &amp;lt;small&amp;gt; Vago &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label18 = &lt;br /&gt;
|data18 = &lt;br /&gt;
|label19 = &lt;br /&gt;
|data19 = &lt;br /&gt;
|data20 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label21 = Câmara Alta (Parlamento)&lt;br /&gt;
|data21 =  Assembleia Nacional&lt;br /&gt;
|label22 =  &lt;br /&gt;
|data22 =  &lt;br /&gt;
|label23 =  &lt;br /&gt;
|data23 =  &lt;br /&gt;
|data24 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label25 = Formação&lt;br /&gt;
|data25 = &amp;lt;small&amp;gt;.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label26 = &amp;lt;small&amp;gt;- Independência&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data26 = 28 de Março de 2020&lt;br /&gt;
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|label32 = População&lt;br /&gt;
|data32 = 15&lt;br /&gt;
|label33 = Moeda&lt;br /&gt;
|data33 = Lira turquestonesa (L$)&lt;br /&gt;
|label34 = [[Classification of micronations#Economic Potential Index|EPI]]&lt;br /&gt;
|data34  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''high'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label35 = [[Classification of micronations#Matthew's Democracy System of classification|MDI]]&lt;br /&gt;
|data235  = {{increase}} 3 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label36 = [[w:Human Development Index|IDH]]&lt;br /&gt;
|data36  = {{increase}} 0,761 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label37 = PIB &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;''Per capita''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data37  = {{increase}} US$11.687 &amp;lt;small&amp;gt;(2017)&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:forestgreen;&amp;quot;&amp;gt;'''elevado'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
|data38 = &amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
|label39 = [[w:Time zone|Fuso horário]]&lt;br /&gt;
|data39 = ([[w:Coordinated Universal Time|UTC]]-3)&lt;br /&gt;
|label40 = Formato da data&lt;br /&gt;
|data40 = dd-mm-aaaa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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|data41 = Mão Direita&lt;br /&gt;
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|data42 = [[w:Telephone numbers in Italy|+223]]&lt;br /&gt;
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}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Turquestônia''', oficialmente '''Reino da Turquestônia''' (em turco Türkestoniýa Krallık ou Türkestoniýa İmparatorluğu) e também conhecida como '''Estado da Turquestônia''' é uma monarquia constitucional amplamente baseada na cultura turco-balcânico, a Turquestônia é na verdade um país virtual criado por brasileiros com referência geográfica na península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia e se estende até a Trácia Oriental, no sudeste da Europa. O país foi criado oficialmente em 28 de Março de 2020 e compõe o universo das micronações lusófonas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia como país virtual foi estabelecida inicialmente com o nome original de Império da Turquia cuja base micropatriológica era essencialmente turca, no entanto, após a renomeação do país, a Turquestônia adotou como temática uma estrutura que combinou a contemporaneidade com histórias alternativas, além de elementos culturais de povos da grande Anatólia e da cultura turco-balcânico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da Turquestônia em turco ''Turkestóniya'' é composto de duas estruturas: ''türk'' e o sufixo ''soniya'' cujo significo é impreciso, no entanto, pode ser definido como &amp;quot;aquele que é forte&amp;quot; nas antigas línguas turcomanas, e geralmente aplica-se aos habitantes da Península da Anatólia ou aos membros de povos turcos ou turcomanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Pré-história e Antiguidade ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localizada em sua maior parte na Península da Anatólia, região que continuamente foi habitadas desde a antiguidade. Sabe-se que os hititas, um povo indo-europeu no II milênio a.C. fundou um poderoso império na Anatólia central, que existiu entre os séculos XVIII e XIII a.C. rivalizando em poder com o antigo império egípcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o império dos hititas a região foi conquistada por outros povos como os frígios, os lídios, os lícios e etc. A Anatólia foi conquistada novamente pelo Império Aqueménida nos séculos VI e VII a.C. e posteriormente por Alexandre, o Grande em 334 a.C. E logo após sua morte, a Anatólia foi dividida em pequenos reinos helênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses reinos helênicos foram absorvidos pelo Império romano em meados do século I d.C. E em 324 d.C o imperador romano Constantino I escolheu a cidade de bizâncio para capital do Império, estabelecendo assim na região o Império Bizantino, que durou de 395 a 1453 d.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seljúcidas eram um povo nômade turco-oguzes que no século X viviam as margens da península da Anatólia e sob domínio do Califado Abássida. No século XI os seljúcidas começaram a emigrar para as regiões orientais da Anatólia, e após a Batalha de Manziquerta, em 1071, na qual derrotaram os bizantinos, a Anatólia se tornariam a pátria dos turcos-oguzes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta vitória foi determinante para a formação do império seljúcida da Anatólia, ou conhecido posteriormente como Sultanato de Rum. Em 1243 os exércitos seljúcidas foram derrotados pelos mongóis, o que causou a progressiva desintegração de seu poder na região, e o império foi dividido em uma série de principados (ou beyliks).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turcos-otomanos formavam a época um dos beyliks que acabou por se impor aos restantes, principalmente a partir do reinado de Osman I, que declarou a independência em 1299, e é oficialmente considerado o fundador do império otomano, que historicamente expandiu-se por mais de dois séculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O domínio otomano​ === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os turquestoneses originam-se do povo turco-oguz, um povo nômade presente na Península da Anatólia desde os primórdios do Califado Abássida e do Império Seljúcida. Tiveram seus primeiros registros na história com a desintegração do Sultanato de Rum, mais propriamente no século XIII, período em que a região foi dividida em diversos principados turcos independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Beylik de Turkstani, era um pequeno principado tribal cuja população vivia em sua maior parte nas regiões montanhosas da Anatólia, e de todos os beyliks, eram eles os menos preparados militarmente, no entanto, os mais bem organizados e instruídos em escrita, artes e música.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poderio de Osman I logo se estendeu sobre os demais grupos tribais turcos e renegados bizantinos da região, impondo seu controle sobre os demais principados com objetivo de conquistar as cidades bizantinas ao longo do rio Sakarya. O domínio dos turcos-otomanos começou a se estender pela Anatólia e pelos Bálcãs, e em 1326 conquistaram o Beylik de Turkstani (ancestrais dos turquestoneses), bem como a cidade de Bursa, legitimando o domínio e Império Otomano na região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A resistência ao domínio otomano ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1774 os turquetoneses liderados pelas forças do Príncipe Hakan, deram início a uma grande rebelião contra o domínio otomano na região de Cënnet. O levante se espalhou pelas proximidades da cidade alcançando aldeias; as forças otomanas atacaram os rebeldes matando cerca de mais de 4.000 pessoas. No entanto, mesmo despreparados, o exército de Hakan acertou em sua estratégia militar se dividindo em grupos e atacando as forças otomanas de surpresa conseguindo derrota-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inspirado nos primeiros sucessos, outras rebeliões se sucederam sob a liderança do Príncipe Hakan. E em um sinal de pacificação, o governo do Sultão Abdülhamid I prometeu privilégios, mas a rebelião continuou e se espalhou ainda mais, a divisão otomana na região se rendeu aos rebeldes, que reclamavam ao império otomano sua independência, mesmo que parcial, e possibilidade de escolherem seus próprios governantes e abolir os rígidos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O surgimento do principado e a relação de vassalagem ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alarmado, o governo otomano aceitou os pedidos dos rebeldes concedendo parcial autonomia aos turquestoneses; mas se opondo a cobrança de impostos, as negociações entre os rebeldes e o governo do Sultão Abdülhamid I resultaram em setembro de 1779 no reconhecimento de Hakan como Şehzade (Príncipe), que em contra partida, como líder do povo, aceitou a oferta otomana de vassalagem ao império. No entanto, à medida que o território otomano recuou ao longo do final do século XVIII, estes se fizeram cada vez menos presentes na região, o que possibilitou aos turquestoneses iniciarem a empreitada para sua independência de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra da independência ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A medida que o território otomano recuou ao longo do século XIX, sofrendo sucessivas guerras que resultou nos vários estados separatistas do Império. A presença turco-otomana na Turquestônia se fez cada vez menos presente, o que possibilitou aos antigos vassalos iniciarem a empreitada para sua independência de fato. Foi quando em 1826, após a morte de Hakan, seu filho, Bajazeto, aproveitando a Guerra da Independência da Grécia (1821), e motivado por seus oficiais agitou uma revolta contra os otomanos em janeiro de 1827.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A II revolta turquestonesa exigia a emancipação do principado e maior autonomia, principalmente para assuntos externos. Os revolucionários foram os primeiros a adotar a bandeira tricolor de cores vermelha, preta e azul turquesa, como bandeira nacional, o que muito incomodou seus suseranos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tropas otomanas esmagaram a revolta, devastaram a região, incluindo Cënnet, principal cidade, cometendo massacres contra a população, muitos foram mortos, escravizados ou morreram de doenças da época, além disso os otomanos impuseram duras penalidades a autoridade e governo de Bajazeto I ameaçando invadir o território e cessar a autonomia do principado. Isto teve o efeito de galvanizar a opinião pública na Europa Ocidental em favor dos rebeldes turquestoneses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a II revolta em 1827, Bajazeto I foi feito prisioneiro, e logo se criou diferentes facções turquestonesas levando a região a guerras civis e consecutivas rebeliões. A mando do sultão Mamude II foi enviado um de seus generais a Turquestônia para reprimir a revolta em troca de ganhos territoriais. Os oficiais otomanos ao desembarcaram em Cënnet, que já estava devastada, tiveram um sucesso imediato, conquistando a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1829 as três grandes potências da época França, Império Russo e Reino Unido, que já apoiavam a independência grega no mesmo período, decidiram intervir no conflito e cada nação enviou um reforço militar para a Turquestônia. Cientes do apoio militar, os otomanos iniciaram um ataque as forças francesas que tiveram sucesso junto as tropas russas, inglesas e poucos oficiais sobreviventes turquestoneses conseguindo derrotar por terra e mar as forças adversárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o Império Otomano foi forçado a reconhecer a derrota, nas negociações de rendição, em troca de reféns os ingleses exigiram a liberdade do então príncipe Bajazeto. E como resultado da guerra, ver o surgimento de um novo e pequeno país vizinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A proclamação da I monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 1830 marcou de fato o fim da influência turco-otomana na região com a primeira Assembléia Nacional em maio; onde o então príncipe Bajazeto foi escolhido para ser rei da primeira monarquia independente; e em junho do mesmo ano foi proclamado soberano com título de Kräl (rei).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o reinado Bajazeto I foi governado em sua maior parte de modo oligárquico ou despótico. Durante esse período, a Turquestônia permaneceu sob a influência de suas três grandes potências protetoras, França, Rússia e Reino Unido. Mas, finalmente pode gozar de fato de uma soberania e independência, incluindo sua própria política externa, seus próprios símbolos, e suas próprias forças armadas independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Golpe de Estado ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do Kräl Bajazeto II em 1927 (filho de Bajazeto I), assumiu o trono seu filho, o jovem e inexperiente Hamza I. Que desde o início do reinado sua relação com alta cúpula dos militares teve um difícil relacionamento; isso porque nos anos 30 na Turquestônia foi o nascimento dos primeiros partidos e movimentos políticos e estudantis com ideais democráticos e republicanos, muitos influenciados e mantidos pelos americanos; cujo clamor era por uma maior participação popular nas decisões do Estado, bem como limitar o poder do rei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, os coronéis das forças armadas se valendo da insatisfação do povo para com a monarquia; tendo por apoio a União Soviética, inicialmente se dispuseram a dividir o poder com o jovem Kräl Hamza I, que ao longo da história viu seus antepassados desempenharem um papel ativo na política, e nunca consentiria em ser uma mera figura de política, especialmente na administração militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forte influência externa de duas potências desencadearam eventos desastrosos na Turquestônia dos anos 30; de um lado os EUA que se valendo de uma população insatisfeita com o governo monárquico resistente a mudanças, cedia aos ideais americanos; de outro lado os soviéticos, que insatisfeitos com a aproximação ou influência da América na região, logo trataram de orquestrar um golpe junto aos coronéis, que a época foram favoráveis, e animados com a possibilidade de um governo mais moderno, e apadrinhado pela URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em novembro de 1932 a alta cúpula das forças armadas sob a liderança do Coronel Dmitri Jafarov pressionaram o Kräl Hamza I a abdicar em favor do regime militar provisório; o monarca por um instante tentou um contra-golpe recorrendo aos ingleses, que restou inexpressivo frente a grave situação que se instalara no país. A cidade de Cënnet, capital do reino estava efetivamente nas mãos da junta militar dos coronéis, o palácio real cercado, as ruas tomadas por soldados e canhões de guerra, a população oprimida e proibida de sair de casa e do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então em 28 de novembro de 1932 foi dado um ultimato a Hamza I para abdicar o trono, que em caso de resistência, as consequências seriam drásticas, e previam o fuzilamento em massa da dinastia que dera a glória da independências ao país. A essa altura a família real se encontrara em cárcere na residência oficial; e em uma negociação que se desconhece o autor, a família escoltada com poucas tropas leais, seguiu rumo ao exílio, deixando para trás jóias e pertences. Desembarcaram em Belen, capital do Reino da Escorvânia, ainda com poucas economias, mas estavam seguros e em família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A monarquia foi a abolida em 1 de dezembro de 1932, e a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov removeu de Hamza I o status de Kräl (rei) da Turquestônia, declarando um governo provisório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A ditadura e o regime militar ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda da monarquia ao final de 1932, que culminou em um golpe de Estado pelo regime dos coronéis provocou um período prolongado de turbulência política e social no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob a junta militar do Coronel Dmitri Jafarov, os direitos civis foram suspensos, a repressão política foi intensificada, e os abusos aos direitos humanos, incluindo a tortura, foi legalizada. Além disso, houve uma brutal repressão a qualquer forma de resistência ao novo governo, incluindo a legalização da censura e a criminalização do apoio ao retorno da monarquia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crescimento assustador da desigualdade social, a dívida externa e a inflação e a fome galopante eram problemas que os militares consideravam mínimos frente ao receio de uma guerra civil, ou uma intervenção americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia do século XX, assim como boa parte da Europa, viveu tempos sombrios de perseguição étnica, regimes totalitários, queda das monarquias e uma forte repressão aos direitos civis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na política externa, já era perceptível para o governo ditador Dmitri Jafarov o clima tenso de um conflito militar global, que em 1939 culminou no início da II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o governo militar seguiu uma política de neutralidade, tentado evitar seu envolvimento na guerra e suas consequências, mas não se mostrou tímido ao regime soviético, pelo contrário flertava constantemente com o stalinismo, do líder comunista russo, Josef Stalin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos de Chumbo: A república popular ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1935 foi criada a república popular da Turquestônia, sob um regime pró-soviético, que embora não tivesse se unido a URSS, foi fortemente mantido e sustentado por ela. E por influência externa, o ditador, e então presidente Dmitri Jafarov assumiu de fato o governo do país, transformando sua junta militar em partido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime republicano se manteve no poder por meio de coação e propaganda disseminada pelos meios de comunicação de massa controlados pelo Estado, o culto a personalidade do líder, a restrição de discussões e críticas livres, a censura, expurgos políticos e perseguição de grupos específicos de pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A emigração, ou qualquer viagem ao exterior, não era permitida sem uma autorização explícita do governo. Aquisição de bens pessoais eram permitidos com certas limitações, e o setor imobiliário pertencia principalmente ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dmitri Jafarov construiu uma enorme burocracia, o que sem dúvida foi responsável por milhões de mortes como resultado de vários expurgos e esforços de coletivização. Durante seu governo fez uso frequente de gulags (campos de trabalho forçado) e poder quase ilimitado, para remodelar a sociedade turquestonesa com marcas ainda hoje de um passado sombrio chamado de &amp;quot;anos de chumbo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A guerra civil e intervenção internacional ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1970 morre Dmitri Jafarov, a Turquestônia entra em uma desastrosa guerra civil que culminou no fim da república popular e consequentemente na desintegração total do país. A desistência soviética foi uma resposta aos anos de recusa em que a Turquestônia retardou a integrar-se de fato a URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequencia, houve uma sucessiva intervenção externa das nações vizinhas, que em uma espécie de condomínio, isolaram o país para conter a imigração e os conflitos nas fronteiras. A desintegração durou até 2017 quando o Reino do Barin assumiu de vez o controle da região, e numa tentativa frustrada criou em 2018 uma república oligárquica. No entanto, em 2020 o país foi extinto cessando assim sua intervenção na Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A declaração de Bildërgazi e a proclamação da II monarquia independente ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a retirada da última nação a intervir na Turquestônia, deu-se início a uma grande corrida e disputa de vários países para a anexação do território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oficiais turqustoneses a residentes no extinto reino do Barin, que formavam uma rica e importante elite de pessoas exiladas e apoiadores do retorno da monarquia, ao saberem das intenções e investidas internacionais de ocupação do território, apontaram para o então príncipe Mehmet Sëlim, herdeiro do trono e descendente do último Kräl Hamza I, como solução para a unificação e preservação da soberania turquestonesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O príncipe Mehmet Sëlim aceitou o desafio, e tratou de buscar apoio internacional em sua luta pela ordem e retorno da monarquia na Turquestônia. Se reuniu com grandes potências europeias, que vendo o nascimento de mais um país e o retorno da paz na região, se propuseram a apoiar sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 28 de março de 2020 foi publicada a Declaração de Bildërgazi, documento que proclamava a restauração da II monarquia independente, bem como a (re)fundação do Reino da Turquestônia, extinto em 1932.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os membros da Dinastia Kövanoğlu puderam retornar ao país depois de um exílio de 88 anos. Mehmet Sëlim foi proclamado monarca sob o título de Kräl (rei), e além de assumir integralmente a chefia da nação; por meio da Declaração de Bildërgazi fez-se preservar a admirável resistência do povo turquestonês e sua história no mural das grandes nações do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Governo e Política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia é um estado unitário sob uma monarquia constitucional, governada pela Sublime Casa de Kovakköy, também chamada Dinastia Kövanoğlu, concentrada na pessoa de Sua Majestade Real, o Kräl, título em turco equivalente a rei, líder ou soberano. O monarca e sua família assumem muitos deveres oficiais, e prestam serviço a nação em cerimônias de Estado e compromissos diplomáticos. Como a monarquia turquestonesa é constitucional, o monarca tem seus poderes e funções limitadas e disciplinadas pela Constituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Constituição da Turquestônia, o monarca é preliminarmente o Chefe de Estado, mas pode em casos excepcionais pode assumir como Chefe de Governo, o rei é um símbolo nacional cuja imagem é usada para representar a soberania, a unidade do povo e do Estado. Seu perfil é cunhado na moeda corrente, estampado em selos, seu retrato é exposto em prédios públicos do governo, bem como os juramentos de lealdade e posse em cargo público são feitos em honra ao rei. O soberano turquestonês é também o Comandante Supremo das Forças Armadas, Chefe do Estado-Maior, e em 2021 foi concedido ao monarca o título honorário de autoridade secular da Igreja Nacional da Turquestônia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei exerce os seus poderes também segundo a Constituição com poderes para nomear o Presidente da Assembleia Nacional, Câmara Alta de representantes do país, além da Presidência do Parlamento, o rei também nomeia o Presidente da Suprema Corte de Justiça, chefe do Poder judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que diferente do poder executivo, na qual dividem o rei e seu Primeiro-Ministro, a Assembleia Nacional (órgão máximo do Poder Legislativo) e a Suprema Corte de Justiça (órgão máximo do Poder Judiciário) são independentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Governo ===&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Na Turquestônia o rei é primeiramente o Chefe de Estado do país, no entanto, o governo é exercido na pessoa do Presidente do Governo da Turquestônia ou chamado também de Primeiro-Ministro, que é responsável por chefiar o Poder Executivo em nome de Sua Majestade o Kräl, bem como coordenar as funções da administração interna do país. É um dos mais importantes cargos políticos, pois nele está a tarefa de criar políticas para desenvolver a nação, trata-se do cargo mais disputado pelas facções políticas do país, pois ele é a chave para as mudanças da nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Turquestônia por seguir um sistema institucional de um Estado Democrático de Direito, permite que os partidos políticos atuem com ampla liberdade representativa, na qual qualquer cidadão do reino pode e deve participar da formação da vontade do Estado e nas eleição de seus representantes para o Parlamento, bem como para a Presidência do Governo, uma vez que os candidatos no sistema representativo estão vinculados aos partidos, estes por sinal, tem por objetivo, no regime democrático, servir de intermediador entre o povo e o Estado. ​&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente na Turquestônia o Partido Orientalista foi o primeiro partido político do país, fundado em 22 de maio de 2020 pelo Príncipe Murat Azad Kovakköy.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Até o ano de 2021 a Turquestônia esteve sob um sistema unipartidário, quando em maio do mesmo ano esse cenário mudou com a criação de um novo partido político o TSP - Partido Socialista da Turquestônia (em turco: Turkestonia Sosyalist Partisi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
PON.png|&lt;br /&gt;
logotipo_tsp_branco.png|&lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Leis ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Relações Exteriores ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Forças Armadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Forças Armadas ou de Defesa da Turquestônia foi instituída pelo Decreto Real nº 06/2020, está submetida ao Comando do Estado-Maior e sob auxílio do Ministério da Defesa e Segurança Pública. As forças armadas consiste em uma força de segurança permanente e regular que têm como missão constitucional zelar pela defesa da pátria, pela garantia dos poderes constitucionais, bem como a lei e a ordem. Além disso, os militares turquestoneses são bastante envolvidos em ações e programas cívicos, muitos de seus grandes oficiais são hoje Ministros de Estado, membros e dirigentes da administração pública e outros. A Turquestônia adota o serviço militar obrigatório a partir da maioridade civil, com isso o jovem ao atingir 16 anos de idade deve alistar-se nas Forças Armadas, que está dividida em três classes: a) Praças; b) Oficiais, c) Grandes Oficiais. Desde sua fundação em 2020 as Forças Armadas têm sido invocada a lutar em defesa da soberania turquestonesa e para suprimir rebeliões civis. Sua maior atuação foi registrada em 07 de Abril de 2020 após conter a agressão do Tzarado da Bulgária ao anexar uma região pertencente ao país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema militar da Turquestônia está baseado no princípio da obrigação universal e pessoal do cidadão de proteger sua pátria. As Forças Armadas estão sob administração do Comando do Estado-Maior, na qual Sua Majestade o Kräl é o Comandante Supremo, no entanto, o Soberano pode nomear para atuar em seu nome o Chefe do Estado-Maior, na qual é responsável por toda administração e assuntos militares, bem como por todas as questões relacionadas a defesa nacional, mas o comando supremo está investido na pessoa do monarca, que tem o poder de tomar todas as medidas relativas as Forças Armadas como Comandante-em-Chefe. Assim prevê o Estatuto das Forças Armadas que: ''Art. 6º – São valores essenciais das Forças Armadas: I – o patriotismo; II – o civismo; III – a disciplina e o respeito. E o Art. 7º – São deveres essenciais das Forças Armadas o pundonor militar, o decoro da classe, a conduta moral, e a observância dos seguintes preceitos de ética militar (...)''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, as Forças Armadas da Turquestônia é organizada por um rígido sistema de hierarquia onde toda corporação militar está sob a autoridade direta do Líder ou Comandante Supremo, o monarca turquestonês. No entanto, sua administração e burocracia é exercida pelo Chefe do Estado-Maior com auxílio do Ministro da Defesa e Segurança Pública em conjunto com o Quartel General e a Real Escola Militar de Guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia e Clima ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Economia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mídia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:TTK.png|miniaturadaimagem||Logotipo do TTK Türk News]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Telecomunicações Türkestoniýa S.A ou simplesmente TTK Türk News é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima) cujo acionista majoritário é o governo turquestonês, sendo, portanto, uma empresa estatal de economia mista. A TTK é uma rede ou canal de comunicação da Turquestônia subordinado ao Ministério da Comunicação e Imprensa, foi fundada em 08 de Junho de 2020 por iniciativa do governo turquestonês com o objetivo de servir como agência oficial de notícias do Império. Outros jornais precederam a TTK, como o editorial Devlet, que teve apenas uma única edição publicada, no entanto, com a criação da TTK foi possível reunir não só editoriais como rádio, e telejornal em uma única rede de comunicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cultura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Idiomas e Línguas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Religião ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Igreja Nacional da Turquestônia''', também chamada de '''Igreja do Povo Turquestonês''', é a igreja estabelecida e apoiada pelo Estado cujo monarca reinante é a autoridade secular suprema na igreja. Em 2021 após uma consulta pública os turquestoneses se consideraram de maioria cristã oriental, embora a adesão seja voluntária, pois o Estado é laico, a Igreja Nacional é muito mais que uma organização religiosa, serve ao Estado como uma instituição social de promoção da cultura e dos valores cívicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Igreja da Turquestônia se destaca por seguir um rito antigo e quase inexistente cuja liturgia religiosa remonta o aramaico e árabe antigo, além disso continua a manter o episcopado histórico da igreja primitiva dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoridade secular é investida na pessoa do monarca que nomeia seu representante ou Ministro de Assuntos Eclesiásticos, o Secretário-Maior, no entanto, a autoridade teológica é investida na pessoa dos Arcebispos, Bispos e Padres ordenados segundo o cânones da Igreja e sob consentimento do Secretário-Maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São sete os santos sacramentos da igreja da Turquestônia, a Crisma, o Batismo, a Confissão, a Sagrada Comunhão, o Matrimônio, a Unção dos enfermos e a Ordenação religiosa (voluntária).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Esporte ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a criação da FTF (Federação Turquestonesa de Futebol), vários clubes foram criados na Turquestônia, chegando a participar da Primeira Liga do Oriente, liga que mistura vários clubes do oriente médio em uma liga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Feriados Nacionais ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; width=100%&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Nome&lt;br /&gt;
! Data &lt;br /&gt;
! Notas&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ano Novo civil&lt;br /&gt;
| 1 Janeiro&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do calendário gregoriano, na Turquestônia é celebrado como o primeiro dia do ano civil ou ocidental.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Independência&lt;br /&gt;
| 28 de Março&lt;br /&gt;
| Dia da Declaração de Bildërgazi, que tornou a Turquestônia um país independente.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia da Vitória&lt;br /&gt;
| 7 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a vitória sobre a campanha de anexação da região da Trácia Oriental pelo Tzarado da Búlgara.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Festa da Libertação&lt;br /&gt;
| Entre Março e Abril&lt;br /&gt;
| Também chamado de Páscoa para os Cristãos e Pessach para os Judeus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia de São Jorge da Capadócia&lt;br /&gt;
| 23 de Abril&lt;br /&gt;
| Homenagem ao Padroeiro da Turquestônia.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Queda de Constantinopla&lt;br /&gt;
| 29 de Maio&lt;br /&gt;
| Celebra-se a Queda de Constantinopla, capital do Império Bizantino ocorrido em 29 de maio de 1453 pelo exército do Sultão otomano Mehmed II.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Krälınsdën&lt;br /&gt;
| 23 de Outubro&lt;br /&gt;
| Aniversário de Sua Majestade Real, o Kräl, conhecido também como dia do rei.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Natal&lt;br /&gt;
| 25 de Dezembro&lt;br /&gt;
| Comemoração tradicional do nascimento de Jesus.&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Véspera de Ano Novo&lt;br /&gt;
| 31 de dezembro&lt;br /&gt;
| O último dia do ano gregoriano, ano civil ou ocidental&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links Externos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://turquestonia.wixsite.com/portal Site oficial]&lt;br /&gt;
* [https://www.facebook.com/turquestonia Facebook]&lt;br /&gt;
* [https://twitter.com/Turquestonia?s=20 Twitter]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações da Europa]] [[Category:Micronações da Asia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Governomicro</name></author>
		
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