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	<title>Micropedia - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<title>Piratiní</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Dom Celso II de Piratini: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{| border=1 align=right cellpadding=4 cellspacing=0 width=300 style=&amp;quot;margin: 0 0 1em 1em; background: #f9f9f9; border: 1px #aaa solid; border-collapse: collapse; font-size: 95%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+&amp;lt;font size=&amp;quot;+1&amp;quot;&amp;gt;'''Reino de Piratini'''&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;2&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot; |[[Imagem:PiratiniFlag.jpg|right|240px]] &amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;center&amp;gt;'''Bandeira do Reino de Piratini'''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;2&amp;quot; | &amp;lt;center&amp;gt;Lema Nacional:&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Nome em suas demais línguas || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Língua Oficial'''||Português&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Capital''' || Porto Alegre&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Monarca'''&lt;br /&gt;
|    Rei: D. Celso II de Piratini&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Tipo de Govenno'''&lt;br /&gt;
| [[Monarquia Constitucional Parlamentar]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Fundação''' || 20 de Setembro de 2016&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Gentílico''' || ?&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Site''' || [https://reino-de-piratini6.webnode.com/ Site oficial]&lt;br /&gt;
|}''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''Sacro Reino de Piratini''' (''Nome oficial: Sacro Reino de Piratini'') é uma Micronação criada e baseada nos costumes e cultura Gaúcha, uma remontagem da história baseada na revolução farroupilha, Mas com o formato de uma [[Monarquia Constitucional Parlamentar]]. O atual Rei é Sua Majestade Real D. Celso II de Piratini.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Historia=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no início de outubro de 2016 que Celso Oliveira, realizando uma pesquisa sobre formas de governo e monarquias, encontrou um site chamado Reino da Itália. Curioso, pois achou que aquele fosse algum site pró-monarquia da Itália, acabou aprofundando-se e descobriu o micronacionalismo. Logo pesquisou nas redes sociais e acabou descobrindo o micronacionalismo lusófono, empenhando-se em conhecer mais o hobbie para poder criar sua própria micronação. Convidou alguns amigos e acabou fundando o Sacro Reino de Piratini, no dia 20 de Setembro de 2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geografia=&lt;br /&gt;
Piratini toma uma área de 282,062km² e com fuso horário de -3 horas em relação à hora mundial GMT. Todo o seu território encontra-se abaixo do Trópico de Capricórnio. Situado na América do Sul, o Reino de Piratini faz fronteira com o Estado de Santa Catarina e com dois países, Uruguai e Argentina. É banhado pelo Oceano Atlântico e possui duas das maiores lagoas do Brasil: A Lagoa Mirim e a Lagoa Mangueira, além de possuir uma das maiores lagunas do mundo: A lagoa dos Patos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Divisão dos Poderes=&lt;br /&gt;
Pode-se analisar a cultura local como resultante de duas vertentes: A primeira vertente tem origem nas tradições indígenas dos povos que habitavam o Pampa, e a outra tem origem na colonização européia. A miscigenação entre os indígenas e os europeus deu origem ao que mais tarde seria caracterizado como Gaúcho. Após isso, o território de Piratini recebeu várias ondas de imigração de povos europeus que acabaram por influenciar os costumes locais. Entre as principais características da cultura de Piratini estão: A bombacha, o lenço, o chimarrão, o Poncho, o churrasco, as danças típicas e sua música característica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cultura=&lt;br /&gt;
Pode-se analisar a cultura local como resultante de duas vertentes: A primeira vertente tem origem nas tradições indígenas dos povos que habitavam o Pampa, e a outra tem origem na colonização européia. A miscigenação entre os indígenas e os europeus deu origem ao que mais tarde seria caracterizado como Gaúcho. Após isso, o território de Piratini recebeu várias ondas de imigração de povos europeus que acabaram por influenciar os costumes locais. Entre as principais características da cultura de Piratini estão: A bombacha, o lenço, o chimarrão, o Poncho, o churrasco, as danças típicas e sua música característica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links externos ==&lt;br /&gt;
*[https://reino-de-piratini6.webnode.com/ Site oficial]&lt;br /&gt;
*[https://www.facebook.com/SMRCelsoIIdePiratini/ Facebook oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Monarquia Constitucional Parlamentar]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Micronações brasileiras]] [[Category:Micronações sul-americanas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Dom Celso II de Piratini</name></author>
		
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		<title>Piratiní</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Dom Celso II de Piratini: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{| border=1 align=right cellpadding=4 cellspacing=0 width=300 style=&amp;quot;margin: 0 0 1em 1em; background: #f9f9f9; border: 1px #aaa solid; border-collapse: collapse; font-size: 95%;&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+&amp;lt;font size=&amp;quot;+1&amp;quot;&amp;gt;'''Reino de Piratini'''&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;2&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot; |[[Imagem:PiratiniFlag.jpg|right|240px]] &amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;center&amp;gt;'''Bandeira do Reino de Piratini'''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;2&amp;quot; | &amp;lt;center&amp;gt;Lema Nacional:&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Nome em suas demais línguas || &lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Língua Oficial'''||Português&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Capital''' || Alegrete&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Monarca'''&lt;br /&gt;
|    Rei: D. Celso II de Piratini&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Tipo de Govenno'''&lt;br /&gt;
| [[Monarquia Constitucional Parlamentar]]&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Fundação''' || 17 de janeiro de 2017&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Gentílico''' || ?&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| '''Site''' || [https://reino-de-piratini6.webnode.com/ Site oficial]&lt;br /&gt;
|}''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O '''Sacro Reino de Piratini''' (''Nome oficial: Sacro Reino de Piratini'') é uma Micronação criada e baseada nos costumes e cultura Gaúcha, uma remontagem da história baseada na revolução farroupilha, Mas com o formato de uma [[Monarquia Constitucional Parlamentar]]. O atual Rei é Sua Majestade Real D. Celso II de Piratini.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Historia=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi no início de outubro de 2016 que Celso Oliveira, realizando uma pesquisa sobre formas de governo e monarquias, encontrou um site chamado Reino da Itália. Curioso, pois achou que aquele fosse algum site pró-monarquia da Itália, acabou aprofundando-se e descobriu o micronacionalismo. Logo pesquisou nas redes sociais e acabou descobrindo o micronacionalismo lusófono, empenhando-se em conhecer mais o hobbie para poder criar sua própria micronação. Convidou alguns amigos e acabou fundando o Sacro Reino de Piratini, no dia 20 de Setembro de 2016.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geografia=&lt;br /&gt;
Piratini toma uma área de 282,062km² e com fuso horário de -3 horas em relação à hora mundial GMT. Todo o seu território encontra-se abaixo do Trópico de Capricórnio. Situado na América do Sul, o Reino de Piratini faz fronteira com o Estado de Santa Catarina e com dois países, Uruguai e Argentina. É banhado pelo Oceano Atlântico e possui duas das maiores lagoas do Brasil: A Lagoa Mirim e a Lagoa Mangueira, além de possuir uma das maiores lagunas do mundo: A lagoa dos Patos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Divisão dos Poderes=&lt;br /&gt;
Pode-se analisar a cultura local como resultante de duas vertentes: A primeira vertente tem origem nas tradições indígenas dos povos que habitavam o Pampa, e a outra tem origem na colonização européia. A miscigenação entre os indígenas e os europeus deu origem ao que mais tarde seria caracterizado como Gaúcho. Após isso, o território de Piratini recebeu várias ondas de imigração de povos europeus que acabaram por influenciar os costumes locais. Entre as principais características da cultura de Piratini estão: A bombacha, o lenço, o chimarrão, o Poncho, o churrasco, as danças típicas e sua música característica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cultura=&lt;br /&gt;
Pode-se analisar a cultura local como resultante de duas vertentes: A primeira vertente tem origem nas tradições indígenas dos povos que habitavam o Pampa, e a outra tem origem na colonização européia. A miscigenação entre os indígenas e os europeus deu origem ao que mais tarde seria caracterizado como Gaúcho. Após isso, o território de Piratini recebeu várias ondas de imigração de povos europeus que acabaram por influenciar os costumes locais. Entre as principais características da cultura de Piratini estão: A bombacha, o lenço, o chimarrão, o Poncho, o churrasco, as danças típicas e sua música característica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Links externos ==&lt;br /&gt;
*[https://reino-de-piratini6.webnode.com/ Site oficial]&lt;br /&gt;
*[https://www.facebook.com/SMRCelsoIIdePiratini/ Facebook oficial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Monarquia Constitucional Parlamentar]] [[Category:Monarquias]] [[Category:Micronações]] [[Category:Lusofonia]] [[Category:Micronações brasileiras]] [[Category:Micronações sul-americanas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Dom Celso II de Piratini</name></author>
		
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		<id>http://micropedia.com.br/index.php?title=Cisma_do_Micronacionalismo_no_Brasil&amp;diff=4769</id>
		<title>Cisma do Micronacionalismo no Brasil</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Dom Celso II de Piratini: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O '''Cisma do Micronacionalismo no Brasil''' foi um evento ocorrido em 2020 que marcou a divisão da comunidade micronacional de língua portuguesa em dois setores diferentes: a antiga lusofonia, que compreende todos os tipos de micronações de língua portuguesa, e o autointitulado &amp;quot;Setor Brasileiro&amp;quot;, composto por micronações nominalmente derivatistas hostis a micronações que não adotam seu modelo de prática micronacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História == &lt;br /&gt;
===Contexto===&lt;br /&gt;
Em 12 de março de 2020, movimentações estranhas a volta de uma organização emergente chamaram a atenção da comunidade micronacional lusófona: era criado, através do Tratado de Persenburgo, o &amp;quot;Setor Brasileiro&amp;quot;, uma organização que reunia micronações insatisfeitas com o curso que o micronacionalismo lusófono havia tomado. Assim, sentindo-se excluídas pelas micronações de maior relevância da lusofonia, Kárnia-Rutênia, Deltária, o [[Reino do Manso | Manso]], os Estados Lateranos, Luna, Ebenthal e a Quinta Velha passaram a discutir a criação de uma organização que pudesse congregá-los e ampará-los de modo a tornar mais saudáveis as práticas micronacionais lusófonas. Dessas longas conversações lideradas pelo Império Karno-Ruteno, originou-se o controverso Tratado de Persenburgo, cujo texto, apesar de buscar a construção de uma comunidade micronacional melhor, na prática, segregava violentamente a lusofonia ao delinear claramente o que era e o que não era uma micronação de verdade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reação Internacional===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tratado gerou protestos de praticamente todas as micronações lusófonas, que condenaram a nocividade do texto e desmentiram a narrativa criada pela Kárnia-Rutênia para dividir a lusofonia, ações que deram origem à [https://imperioalemao.com.br/2020/04/12/declaracao-da-ii-conferencia-de-microestados-lusofonos/ Declaração da II Conferência de Microestados Lusófonos, de 12 de abril de 2020], um marco para prática micronacional lusófona, já que a declaração desmitificava o ''modus operandi'' da lusofonia e ainda deixava claro quais eram seus principais pilares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Consequências===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a maioria das micronações lusófonas apontarem as contradições do embrião do Setor Brasileiro, Deltária e o Reino do Manso começaram a cogitar sua saída da organização. Deltária iniciou investigações sobre os precedentes do Tratado de Persenburgo e, em 7 de abril de 2020, deixou o Setor Brasileiro através da '''[https://govdeltaria.wordpress.com/2020/04/10/oficio-n-008-20/ Carta de Deliberações Deltarianas em Relação ao Tratado de Persenburgo, seu Efeito na Comunidade Internacional e seu Significado no Império]'''. Já o Reino do Manso, depois de sofrer inúmeros ataques indecorosos de seus colegas signatários, deixou a organização em 12 de abril de 2020. O restante das micronações signatárias ratificaram o Tratado de Persenburgo e prosseguem fazendo parte do Setor Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Setor Brasileiro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Contradições===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora tenha nascido com objetivos nobres, o Setor Brasileiro é hoje símbolo máximo do radicalismo dentro da comunidade micronacional de língua portuguesa, já que, estatutariamente, considera quaisquer micronações não derivatistas como meras &amp;quot;simulações&amp;quot;. Sob essa interpretação, a maioria das micronações da lusofonia tornam-se inválidas em sua prática micronacional e, consequentemente, não existem para o Setor Brasileiro, o que se materializou no corte total de relações diplomáticas com toda a lusofonia não derivatista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa visão deturpada do micronacionalismo, entretanto, volta-se contra os próprios integrantes do Setor Brasileiro à proporção que se constata que a prática micronacional adotada nominalmente (em tese) por eles destoa em muitos pontos da prática efetiva dessas micronações, uma forte sinalização de que o Setor Brasileiro foi pensado como um artifício para superar os entraves que os signatários tinham com micronações de relevância da lusofonia, como disputas territoriais e políticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Membros Atuais===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Setor Brasileiro conta, hoje, com 14 membros, em sua maioria micronações isoladas, as quais somente mantém relações entre si ou com micronações derivatistas de outras fonias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Reações Internacionais Individuais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Belo Horizonte=== &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Belo Horizonte, a notícia da assinatura do Tratado de Persenburgo foi inicialmente recebida com naturalidade pelo Ministério dos Assuntos Externos, porém, devido ao crescente alarme sobre o inteiro teor do texto, foi promovida uma r noeleitura detalhada do referido tratado, levando o então Alto Chanceler e Ministro de Estado dos Assuntos Externos Embaixador Lucas Maldonado a emitir uma nota de repúdio contra o tratado e a reafirmar o posicionamento belo-horizontino por um micronacionalismo baseado na igualdade jurídica entre os Estados.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
===Escandinávia===&lt;br /&gt;
etc etc etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Império Alemão===&lt;br /&gt;
ex ex&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reino do Manso===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Reino do Manso saiu efetivamente do Setor Brasileiro na madrugada de 12 de abril de 2020, antecedendo em poucas horas a publicização do texto da Conferência de Santiago. A Rainha [[Marina I do Manso]] teceu críticas enfáticas ao Tratado de Persenburgo na II Conferência de Microestados Lusófonos, qualificando o texto legal como &amp;quot;desnecessariamente ofensivo&amp;quot; e denunciando a &amp;quot;empreitada imperialista de [[Karnia-Ruthenia]] ao mover adversários de Estado para um plano de adversários gerais e interferindo gravemente na soberania dos Estados signatários ao criar diretrizes para as Relações Externas dos mesmos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reino Unido de Bauru e São Vicente===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto aqui&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Conflitos]]&lt;br /&gt;
[[Category:Reino do Manso]]&lt;br /&gt;
[[Category:Lusofonia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sacro Reino de Piratini===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Dom Celso II de Piratini</name></author>
		
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